segunda-feira, 19 de março de 2012

Descoberta japonesa: PLASTICO TRANSFORMA EM PETROLEO, FANTASTICO!!!





Descoberta japonesa. FANTÁSTICO!!!!!!!!!!!


Este homem deveria ganhar um Prêmio Nobel.
Se a Indústria do Petróleo deixaR................

Vamos divulgar esta máquina.

Por que será que os países ainda não a adotaram???
Tenho certeza que todos irão achar isto fascinante!

Deveria ser obrigatório
ter um aparelho destes em cada casa.


Clique abaixo:

 
 
ESTE VIDEO ESTA ROLANDO NA NET DESDE 2010. E PARECE QUE AS PESQUISAS ESTAO AVANÇADAS, POIS ACHEI ESTA NOTICIA RECENTE ACONTECENDO AQUI EM SALVADOR!!!!!!
 

LIXO PLÁSTICO VIRA PETRÓLEO SINTÉTICO
Converter diariamente 37 toneladas de polietilenos (PE), polipropilenos (PP) e poliestirenos (PS) usados, extraídos de 450 t de lixo, em 31 toneladas de petróleo sintético leve (45º API) será a principal atividade da planta industrial que a Nova Energia instalará no aterro sanitário de Salvador-BA, com partida prevista para 2013. O petróleo sintético, obtido pela tecnologia de processamento térmico, licenciada por uma empresa dos Estados Unidos, depois de refinado por terceiros, resultará em nafta petroquímica (23%), óleo diesel (46%) e óleo combustível (31%), como informa o presidente da Nova Energia, Luciano Coimbra.
 

A conversão dos plásticos em petróleo sintético, por termólise, será conduzida em reatores nos quais esses três termoplásticos, previamente reduzidos a pellets, serão aquecidos indiretamente, a baixas temperaturas, até a fusão, e desse estado à gaseificação. Na sequência, os gases chegam a um condensador de contato direto, contendo água gelada. O condensado é o petróleo sintético, depois separado por decantação simples, centrifugado e entancado. Sobre os reatores, Coimbra acrescenta que apresentam um "desenho especial".

Os gases não condensados – o segmento C1 a C4 – são filtrados e voltam como combustível para os reatores. "O processo é termicamente autossuficiente", salienta. A destilação será feita por uma pequena refinaria, instalada no Polo Industrial de Camaçari, a Dax Oil, e as três frações resultantes serão devolvidas à Nova Energia.

Foto: Fred Passos

Coimbra: vantagem econômica e ambiental

A nafta, com produção prevista de 2,5 milhões de litros/ano, será integralmente comprada pela Braskem Insumos Básicos, para ser transformada nas matérias-primas da cadeia petroquímica (olefinas e aromáticos), nos seus fornos de pirólise de Camaçari-BA. 
O uso dessa nafta eleva o compromisso corporativo a favor da "sustentabilidade da cadeia produtiva do plástico", enfatiza o diretor de supply chain da Braskem, Hardi Schuck. Ele elogia o projeto da Nova Energia: "Contribui para a reciclagem pós-consumo nas grandes cidades, o que ainda é um desafio no Brasil." Coimbra retribui: "O contrato com a Braskem é muito importante, pois atesta a credibilidade do processo que utilizaremos e a qualidade do produto final."

Os outros dois produtos – o diesel e o óleo combustível – serão comercializados diretamente no mercado; o diesel com a marca Liesel e o selo ambiental, que garante conter menos de 10 ppm de enxofre.

Em princípio, na planta de conversão que a Nova Energia instalará no aterro de Salvador, todos os termoplásticos poderão ser convertidos em petróleo sintético, mas os três mencionados são os que oferecem o maior rendimento, acima de 90%. Para melhor esclarecimento, o empreendedor informa que embalagens descartadas de polipropileno biorientado, essas brilhantes que acondicionam batatas fritas e salgadinhos, valem tanto quanto outras sucatas do mesmo termoplástico, como acessórios de automóveis ou revestimentos de geladeiras. 

O maior rendimento do PE, PP e PS é atribuído ao fato de esses termoplásticos apresentarem cadeias puras, formadas exclusivamente por moléculas de hidrogênio e carbono. Dois outros plásticos, o PVC e o PET, que apresentam baixa conversão no processamento térmico, também serão separados das 450 t/dia de lixo, mas apenas para venda a empresas de reciclagem. 
A corporação dos Estados Unidos que transferiu a tecnologia para a Nova Energia, "com direito de exclusividade no Brasil", é a Agilyx, de Oregon, apresentada por Luciano Coimbra como a única do mundo que diariamente produz e envia petróleo sintético para refinarias. Ele enfatiza que recentemente a Agilyx recebeu subscrição acionária de três grandes corporações, dentre as quais a petrolífera Total. "Engenheiros da Braskem já foram a Oregon conhecer a tecnologia", ressalta. E comunica que a viabilidade do negócio é plenamente assegurada com o barril do petróleo a mais de US$ 70.

 

ACHARAM A SOLUÇÃO PARA O LIXO???????????/

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