sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Senadores apoiam incentivos econômicos à manutenção e recomposição de APPs

Senadores apoiam incentivos econômicos à manutenção e recomposição de APPs

16 Setembro 2011  |  0 comments
Na quinta-feira (15), as comissões de Meio Ambiente (CMA), Agricultura (CRA) e Ciência e Tecnologia (CCT) se reuniram com  José Carlos Carvalho, ex-ministro do Meio Ambiente; Virgílio Viana, superintendente da Fundação Amazonas Sustentável; Carlos Eduardo Young, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Eduardo Condorelli, representante da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), para debaterem sobre a inclusão  - no projeto de lei do Código Florestal (PLC 30/11) – de formas de compensação ao setor agrícola, para incentivar a proteção das áreas de vegetação nativa, especialmente as localizadas em áreas de mananciais e nascentes.

Após ouvirem os convidados, os senadores presentes concordaram, unanimemente, quanto à necessidade de  adoção de incentivos financeiros para a manutenção e recomposição de áreas de preservação permanente (APPs) e de reserva legal. A proposta é inserir no projeto de reforma do Código Florestal maneiras diferentes de remuneração de produtores que conservam florestadas as parcelas, protegidas por lei, de suas propriedades. 

As propostas são mecanismos que variam desde o pagamento por serviços ambientais até os incentivos fiscais e de crédito, com redução de juros em financiamentos e isenção de tributos. Segundo os debatedores convidados, a inclusão de incentivos à preservação das florestas tornará a legislação brasileira voltada ao futuro sustentável do país. No entanto, identificar as fontes dos recursos para custear os mecanismos de remuneração foi outro ponto enfatizado durante o debate. Nesse sentido, a vinculação de receitas, de água e energia, foi a alternativa comentada. Os senadores Waldemir Moka (PMDB-MS) e Blairo Maggi (PR-MT), por exemplo, ponderaram que a sociedade usufrui dos benefícios gerados pelas matas existentes nas propriedades rurais, mas não contribui para a manutenção desses recursos naturais.

O senador Jorge Viana (PT-AC) considera que já há um entendimento quanto ao custo para recuperação do passivo ambiental (área protegida que foi desmatada irregularmente) e que o Código Florestal deve viabilizar a recomposição das áreas, sob pena de se fazer uma lei que não será implementada. Para isso, defendeu a separação (no projeto) de medidas transitórias, que visam resolver situações hoje irregulares, e permanentes, que promoverão a proteção das florestas. 

O presidente da CRA, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), encerrou o debate confiante de que  o Senado fará aperfeiçoamentos na PLC 30/2011 visando o equilíbrio entre a preservação ambiental e o crescimento da produção agrícola.

POBREZA NÃO QUER DIZER IGNORÂNCIA: BAIRRO POBRE DE SALVADOR DENUNCIA AGRESSÃO AMBIENTAL


15/09/2011 às 23:26
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Moradores do Bairro da Paz denunciam devastação

George Brito













Lúcio Távora | Ag. A TARDE
Reportagem flagrou trator em atividade. Área invadida é destinada a projeto social
Reportagem flagrou trator em atividade. Área invadida é destinada a projeto social

Nos últimos três dias, tratores sem identificação têm devastado um terreno de 60 mil metros quadrados localizado às margens da Avenida Paralela, atrás de um condomínio residencial, na Rua Luís Eduardo Magalhães, antiga estrada de Mussurunga. A denúncia é de líderes comunitários do Bairro da Paz.

Nesta quinta-feira, 15, pela manhã, A TARDE flagrou um trator devastando área remanescente de mata atlântica para fazer terraplanagem. Como resultado da devastação, animais silvestres ficaram desabrigados.

Moradores capturaram três filhotes de jiboia. Um exemplar de três metros da espécie foi atropelado pelo trator. A Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) não soube informar a quem pertence o terreno, nem se ele é privado ou público. Na área, não há placas de alvarás ou identificação de responsáveis pela ação.

Notificação - O titular do órgão, Cláudio Silva, disse que vai pedir à Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz) o levantamento fundiário do terreno para identificar o proprietário e notificá-lo. "O descumprimento dessa notificação resulta em auto de infração".

Comunicada pela reportagem às 10 horas, a Sucom enviou fiscais ao local duas horas depois, quando o operador do trator já havia abandonado a máquina. O chefe da fiscalização, Sérgio Seixas, afirmou que "aparentemente" trata-se de um terreno irregular por não haver alvará para atividade na área.

Apesar de não ter identificação, o trator não foi apreendido. O superintendente Cláudio Silva explicou que o equipamento só poderia ter sido recolhido se o  fiscal flagrasse a máquina em atividade. O logotipo com informações sobre a empresa foi raspado do trator, numeração D65E-6B, série 2478.

Minutos após a reportagem chegar ao local, um homem que não se identificou apresentou-se como responsável pelo trator, mas não quis conceder entrevista. A bordo de um Uno, placa JKE-1282, ele escoltou o operador da máquina até a saída do local.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

<<>> BRIGITE BARDOT A GRANDE DEFENSORA DOS ANIMAIS <<>>




 

 
 
Acabei de assistir a um documentário na GNT, canal 41, sobre a ex-estrela do cinema francês, Brigite Bardot.
Na verdade, nada da vida famosa da artista, mas a sua consciência adquirida a partir de 1962, em defesa dos animais. Ela citou que doou sua beleza física aos homens e sua inteligência e dignidade à defesa dos animais.

Mulher sofrida, pois quem defende os animais sofre muito neste mundo de horror em que vivemos, neste mundo de farta desilusão, de enganações, de mentiras e muitas injustiças. 
Durante esses 49 anos, lutando incansavelmente no trabalho a favor dos animais, levou a leilão todos os seus bens materias, cujo dinheiro arrecadado fora destinado  para criar a Fundação Brigite Bardot, abrigando animais. Inclusive, salvou a vida de um cavalo que seria abatido. 

Durante esse tempo, visitou diversas nações, conversou com autoridades, presidentes, primeiros-ministros e até c om o papa João Paulo II, pedindo-lhes que a ajudassem nesta luta em prol dos animais. Foi ao Canadá e sua chegada fora filmada, tentando conversar com o primeiro-ministro. Todavia, não a deixaram com ele falar.
De nada adiantou conversar com essas autoridades e com o papa. Ninguém, em sã consciência se preocupa com a causa desses nossos irmãos. Não é à toa que a Igreja Católica não se preocupa com isso.
Há alguns meses eu critiquei o padre Marcelo Rossi que em programa televisivo ensinava a preparar carne de carneiro. Possivelmente, esse sacerdote não tinha o que fazer e, estando fora da mídia, precisava aparecer. Não é à toa que se tornou um abobalhado. Coisa rara, pois os sacerdotes católicos são intelectuais, principalmente, os frades. Mas, a sua origem foi o esporte. Eu não conheço nenhum desportista amigo dos livros. Portanto, como não tinha o que fazer, ensinou, lamentavelmente, a preparar a perna de um carneiro. Um idiota perfeito!� � 

Nenhuma das religiões se preocupa com a causa animal, como deveria e poderia ajudar, conscientizando aos fieis. Não é à toa que o mundo sofre, pois de nada adianta rezar e não transformar a fé em ação em prol do bem.

Fico admirado pela falta de comiseração de grande parte da humanidade em relação aos animais, com esses malditos abatedouros, que matam cruelmente esses nossos irmãos para saciar a fome da hipócrita e insana humanidade, que aceita a morte dos animais e, ao mesmo tempo, frequenta templo religioso. São todos ofensores às leis de Deus e o mundo pagará caro por tudo isso, com certeza. A espiritualidade punirá com extremado rigor essa onda de assassinato de animais.

São bilhões de animais assassinados anualmente no mundo para os humanos se alimentarem, essa raça inferior metida a superior. Não é à toa que o câncer de intestino sufoca essa gente ignara, pois a carne de um animal leva em média oito  hora s para ser digerida.  A matança de focas e baleias é uma selvageria, oficializada pelo governo japonês e canadense. Os chineses matam cachorros para comer e cortam no meio o peixe ainda vivo.
Na Espanha as terríveis touradas, assim como em Portugal, México, países eminentemente católicos. 
Que vergonha! Que cristianismo é esse que permite tamanha covardia e barbárie???
Quando o ser humano reformará seus valores???

Bem disse a Brigite Bardot que o pior animal existente na Terra é o ser humano e que hoje ela só tem olhos para os animais. Está corretíssima pois não existe fidelidade maior de amor do que a dos animais.

Eu ainda acredito que  haverá muitas guerras no mundo, muitas doenças, muito sofrimento, pois quem mata um animal, atinge a criação de Deus. E também quem tem coragem de matar um indefeso animal é, com certeza, um assassino sádico em potencial. Isso eu não tenho a menor dúvida. O tempo passa e as m esmas vocações para o mal predominam. Tenho muita dó dos animais e raiva de quem os maltrata. Deus precisa punir com rigor esses malditos selvagens.

E ainda dizem que somos superiores aos animais. Ridículos e inferiores são os que assim pensam e pensaram no decurso de suas vidas medíocres. Que Deus perdoe os ridículos que defendiam a ideia que os animais nasceram para alimentar os humanos e vesti-los. Só os de alma pequena pensam ou pensavam assim.

GILBERTO PINHEIRO


 

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

FLORESTA FAZ A DIFERENÇA


ABAIXO-ASSINADO

A Câmara dos Deputados aprovou em maio um projeto de lei (PLC 30/2011) que modifica, para pior, o Código Florestal brasileiro. Agora, cabe ao Senado Federal mudar essa realidade. Se você também é contra este projeto de lei e a favor de um bom Código Florestal, assine e divulgue a petição on line, imprima e distribua o abaixo assinado. Faça parte!

http://www.florestafazadiferenca.com.br/assine/



Apoio: http://terraambiental.blogspot.com