segunda-feira, 29 de novembro de 2010

SUJEIRADA NUM DOS BAIRROS MAIS IMPORTANTES DE SALVADOR

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Sujeira no Rio Vermelho é tema de matéria na Tribuna

O Rio Vermelho, bonito, repleto de história, conhecido como bairro dos artistas e da boemia, infelizmente, vem ocupando espaço na mídia pela degradação e sujeira. Na Tribuna da Bahia de hoje, um matéria de Adrino Villela, descreve essa situação já tratada com exaustão nesse Blog, que é a sujeira que se instala depois das noitadas de festa. Pelas características o bairro quer uma atenção especial tanto no aspecto da manutenção, como limpeza e segurnaça. Veja a matéria.

Depois da boemia, o espaço é da sujeira

     Point boêmio, cujo fluxo de festeiros gerou fenômenos como a Guerra das Quituteiras (entre as baianas de Acarajé, Cira e Regina, no começo da década), ao sucesso da praia Buracão - que se fortaleceu nos últimos anos -, o bairro do Rio Vermelho enfrenta aos domingos o preço de tanta alegria. O grande acúmulo de lixo produzido pelas baladas da noite de sábado, que ultrapassa a capacidade operacional do sistema de coleta.

A reportagem da Tribuna circulou pelo bairro no meio da manhã de ontem, quando encontrou tanto prepostos da empresa Revita trabalhando na limpeza como alguns sacos amontoados em alguns trechos do local.

Por ironia, o monte de dejetos visto na Rua do Meio estava encostado numa parede com uma pichação avisando "Proibido jogar lixo". Uma moradora do prédio ao lado, que preferiu não se identificar, reclamou que naquela região a coleta passa às terças, quintas e sábados.

Além do mais, a pessoa que faz a varrição usa um carrinho pequeno para retirar tantos sacos. "Domingo passado estava pior. Isso é lixo daí do hotel", disse ela. A reportagem procurou a direção do Bahia Park, mas os funcionários da recepção informaram que o contato só seria possível hoje pela manhã.

Situação mais preocupante foi encontrada no recém-reformado Mercado do Peixe. O espaço identificado como Casa do Lixo estava com a porta aberta e vários sacos abertos e revirados, expondo restos de alimentos, cocos abertos, latas, entre outros detritos.

"Isso foi feito pelos sacizeiros", afirmou a gari Ana da Silva. O colega dela, Cláudio Borges, afirmou que a Casa de Lixo é de responsabilidade dos operadores do Mercado do Peixe. Os dois se comprometeram a limpar o local.

Coleta de lixo é insuficiente

Entrevistado por volta das 9h30, Borges garantiu que o serviço de coleta ainda iria passar nos demais locais que permaneciam com lixo acumulado. Foram localizados sacos abertos no Largo de Santana, numa transversal da rua Alexandre Gusmão – na ladeira onde fica o restaurante Extudo –, na saída da Vasco da Gama e na rua Borges dos Reis, nas proximidades do Boteco do França e do Teatro Sesi.

Segundo José Conceição, funcionário do Boteco do França que limpava a área de responsabilidade do restaurante, a coleta de lixo passa com frequência. O trabalhador se queixou da falta da caixa coletora. "Antes, havia uma caixa em que a gente já jogava o lixo dentro. Não havia problemas". Antônio Carlos Souza, da Revita, trabalhava na calçada da Borges dos Reis, lado da orla, garantiu que ainda haverá a coleta no local.

Fonte: http://blogdoriovermelho.blogspot.com/2010/11/sujeira-no-rio-vermelho-e-tema-de.html

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