terça-feira, 29 de junho de 2010

Golfo


GOLFO: *GASES TÓXICOS DISSEMINANDO PELO INTERIOR DO PAÍS *

·       Publicado por Andrea Cortiano em 24 junho 2010 às 18:18 em JORNAL CELESTIAL

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CONFIRAM ESTE APELO DE NOSSA SRA.
3.294- Mensagem de Nossa Senhora Rainha da Paz, transmitida em 18/03/2010

Queridos filhos, tende confiança, fé e esperança. Deus está ao vosso lado. Confiai n'Ele e sereis vitoriosos. Peço-vos que continueis a rezar. Rezai pela realização dos Meus planos. Tenho ainda nobres coisas a  revelar-vos. Estai atentos e escutai a voz de Deus. Sede dóceis ao Seu chamado de conversão. A humanidade está enferma e precisa ser curada. Eu vim do céu para apontar-vos o caminho do bem e da santidade. Não recueis. A morte passará pela costa do Golfo e deixará um grande rastro de destruição. Eu sou a vossa Mãe dolorosa e sofro por causa dos
vossos sofrimentos. Coragem. Não permitais que a chama da fé se apague dentro de vós. Esta é a mensagem que hoje vos transmito em nome da Santíssima Trindade. Obrigada por Me terdes permitido reunir-vos aqui por mais uma vez. Eu vos abençôo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo. Amém. Ficai em paz.

FONTE: http://www.apelosurgentes.com.br/mensagens_por.php


 



Enviado por Roberto Mauro/RJ

200 mil brasileiros pelas florestas!




Assine a petição!Our petition to save the Forestry Law will be delivered to Congressmen in a few days, but we need to boost the numbers! Sign the petition and then forward to your friends to make sure we reach 200,000 signatures:

Assine a petição!
Caros amigos,

Esta semana a comissão parlamentar especial irá dar o seu voto – a favor das florestas ou ao agronegócio.

Com a crescente demanda popular pela proteção de nossas florestas, a bancada ruralista está pressionando os líderes partidários e aumentando os seus esforços para acabar com o nosso Código Florestal.

A petição pela defesa do código e proteção ambiental já tem mais de 96.000 assinaturas, mas ela será entregue aos líderes dos partidos esta quarta-feira e precisamos de ainda mais assinaturas!. Está na hora de falarmos mais alto do que os interesses dos grandes agronegócios e mostrar ao congresso que, em ano de eleição, eles devem ouvir o povo brasileiro. Assine abaixo e encaminhe para todos que você conhece. Vamos conseguir 200.000 assinaturas em 72 horas para proteger as florestas!

http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/?vl

Caso essa proposta passe, nosso Código Florestal será enfraquecido, permitindo destruição de 80 milhões de hectares de floresta nativa, e concedendo anistia completa a todos os crimes ambientais cometidos antes de 2009.

Essas mudanças também terão grande impacto nas mudanças climáticas. De acordo com a Ministra do Meio Ambiente, caso essas mudanças legislativas sejam aprovadas, mais de 14 bilhões de toneladas de gás carbônico serão liberadas na atmosfera, e o Brasil não será capaz de cumprir o compromisso feito em Copenhagen de reduzir 39% de nossas emissões até 2020.

Não podemos deixar que nosso governo destrua anos de preservação ambiental por decisões erradas motivados pelos interesses de lucro de alguns deputados. Está na hora da população brasileira levantar a sua voz.

Estamos em ano de eleição, e vários deputados estão tentando se reeleger. Nós precisamos mostrar que caso eles aprovem a destruição de nossa legislação ambiental, nós não votaremos neles. Nossa petição será entregue ao Congresso esta quarta-feira. Nós temos 3 dias para fazer uma diferença. Assine abaixo e encaminhe para todos que você conhece - vamos chegar a 200.00!

http://www.avaaz.org/po/salve_codigo_florestal/?vl

Juntos nós podemos mostrar ao mundo que o Brasil não está preso em modelos desenvolvimentistas do século passado, em que a destruição ambiental era necessária para o crescimento. Nós podemos provar que estamos a frente de nosso tempo, e podemos crescer de forma sustentável. Temos apenas 3 dias antes da entrega, vamos atingir 200.000 assinaturas para mostrarmos ao congresso que depois da Ficha Limpa, a sociedade brasileira está mais uma vez unida para defender o nosso Código Florestal!

Com esperança,

Read more information below:

Mudança no Código Florestal pode resultar no desmatamento de 80 milhões de hectares:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/06/21/brasil,i=198600/MUDANCA+NO+CODIGO+FLORESTAL+PODE+RESULTAR+NO+DESMATAMENTO+DE+80+MILHOES+DE+HECTARES.shtml

Bancada ruralista fecha acordo para votar código florestal:
http://www.sonoticias.com.br/agronoticias/mostra.php?id=35418

Ministra critica mudanças propostas por Aldo sobre Código Florestal:
http://www.gabeira.com.br/noticias/temas/meio-ambiente/2421--ministra-critica-mudancas-propostas-por-aldo-sobre-codigo-florestal x






A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 4,9 milhões de pessoas
que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.



segunda-feira, 28 de junho de 2010

PARA COMENTÁRIOS E AVALIAÇÃO DE VERACIDADE:Aviso do Ministério Britânico da Saúde......Atenção ao perigo das lâmpadas de baixo consumo.






Pessoal(em especial Meio Ambiente),

Acho que esse artigo e/ou nota foi preparado pela concorrência,ou seja, as chamadas lampadas incandescentes que não cabe mais na atual conjuntura eco-sustentável e de economia(nosso bolso).Toda tecnologia nova tem sempre o lado bom e o ruim,e quanto ao descarte é so seguir as orientações de tecnologia limpa,jamais no lixo comum.Eu mesmo levo as minhas lampadas usadas para local adequado,sem riscos para a mãe natureza.Lampadas fluorescentes ha muito tempo existem em hospitais,escritorios,clubes,lojas so que ficou mais popular e COMPACTA e nosso bolso agradece.

 

Sds,

 

Trajano

Comentem em nosso site http://terraambiental.blogspot.com












 


 

 




















ATENÇÃO!!!!

Importante saber!

Aviso do Ministério Britânico da Saúde ...




Atenção às lâmpadas de baixo consumo.

Se alguma se quebrar,
devemos seguir as instruções do Ministério da Saúde britânico,
para evitarmos os graves danos causados pelo mercúrio :




cid:1.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.comcid:2.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.com
cid:3.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.com
cid:4.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.comcid:5.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.com

cid:6.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.comBulb.jpgMegaman Low Energy Dimmable 18W Lilliput


Aviso do Ministério britânico da Saúde sobre as lâmpadas economizadoras de energia

Estes tipos de lâmpadas que são chamadas de poupança de energia ou lâmpadas de baixa energia,
se elas se quebram causam sério perigo!
Tanto que todo mundo vai ter que sair da sala, pelo menos, 15 minutos.


Elas contém mercúrio (venenoso),
que causa a enxaqueca, desorientação,
desequilíbrios e diferentes outros problemas de saúde quando inalado.

Muitas pessoas com alergias, apresentaram problemas de pele e outras doenças graves apenas tocando esta substância ou inalando.


Além disso, o ministério alertou ainda

para não limpar os restos da lâmpada

quebrada com o aspirador de pó,
pois iria espalhar
a contaminação para outros lados da casa
quando for usado
o aspirador de pó novamente.


Os cacos devem ser limpos com vassoura ou escova normal
e mantidos num saco lacrado para serem jogados
fora de casa, no lixo para materiais perigosos.

Reafirmando o aviso:

O mercúrio é perigoso, mais venenosa que o chumbo ou arsênico!!


cid:9.3141714178@web57207.mail.re3.yahoo.com



Enviado por Márcia Silveira/BA













 




quarta-feira, 23 de junho de 2010

FELIZ SÃO JOÃO,AMIGOS!



É O QUE DESEJA A REDE CEIA DE SOLIDARIEDADE!
 
 
 
 
 
Apoio:
IRMÃOS DE LUZ
 

Chega hoje a Januária o projeto itinerante da SOS Mata Atlântica


quarta-feira, 16 de junho de 2010


 

Caminhão adaptado estaciona na Praça Getúlio Vargas, no centro da cidade, durante cinco dias para realizar atividades gratuitas com a população.

 
Entre 17 e 20 de junho, chega à cidade de Januária o projeto "A Mata Atlântica é aqui – exposição itinerante do cidadão atuante", da Fundação SOS Mata Atlântica.  Trata-se de um caminhão, totalmente adaptado pela ONG, que viaja por diversas cidades brasileiras com o objetivo de levar educação e conscientização ambiental para diversos lugares onde ocorre a Mata Atlântica. Para isso, a equipe do projeto itinerante realizará com a população local atividades gratuitas e destinadas ao público de todas as idades. Entre elas, destacam-se palestras, monitoramentos da qualidade de água do Rio São Francisco, oficinas, jogos educativos, distribuição de mudas, exibições de vídeos, maquetes interativas e outras. O horário de funcionamento do projeto no dia 17/06 é das 11h às 16h, de 18 a 20/06 das 10h às 16h. Esta é a segunda passagem do projeto pelo estado de Minas Gerais. Na primeira, em março desde ano, foram visitadas as cidades de Caratinga, Belo Horizonte e Juiz de Fora. Após Januária, o caminhão passará ainda, nas semanas seguintes, por Montes Claros e Teófilo Otoni.
 
Mais de 170 mil pessoas já visitaram o projeto, que percorreu 11 mil quilômetros de viagem e terá suas emissões compensadas por plantios realizados pelo Programa Florestas do Futuro. A visita à cidade de Januária pretende conscientizar a população quanto à importância de ações para a conservação ambiental. A iniciativa tem o patrocínio de Bradesco Cartões, Natura e Volkswagen Caminhões & Ônibus e apoio local da Prefeitura Municipal de Januária e do Instituto Estadual de Florestas (IEF). "Mostraremos a importância do Bioma mais ameaçado do País, que um dia cobriu 1,3 milhão de km2 de terras brasileiras, mas hoje restaram apenas 7% desse total. Por isso, a população precisa fazer sua parte para reverter o desmatamento dos remanescentes, e não só da Mata Atlântica, mas de todos os biomas brasileiros", explica Camila Plaça, coordenadora da exposição itinerante. "A cidade de Januária já teve mais de 180 mil hectares de Mata Atlântica, porém, hoje, restam pouco mais de 11 mil. E nos últimos dois anos, foram desmatados 11 hectares na cidade, mostrando que o desmatamento ainda ocorre", completa.
 
Algumas atrações que acontecem em Januária têm horário marcado, como a solenidade de abertura, realizada no primeiro dia (17/06), às 11h, e a coleta de água para análise de qualidade do Rio São Francisco, que também será realizada no primeiro dia, porém às 16h. No segundo dia de evento, também às 11h, quem quiser poderá participar das oficinas de desenhos de animais da Mata Atlântica.
 
O projeto conta também com atividades que podem ser realizadas a qualquer momento, variando apenas de acordo com a faixa etária dos grupos que o visitam, como o jogo da cidadania, um tabuleiro gigante onde os participantes atuam como os pinos do tabuleiro e que ensina os visitantes como respeitar o meio ambiente; o jogo da memória, com espécies da fauna e da flora pertencentes ao Bioma Mata Atlântica; e também a maquete dinâmica e interativa, que mostra as diferenças entre dois territórios: um protegido pela Mata Atlântica e outro com uma área desmatada. Fazendo chover de verdade em cima da maquete, os educadores ambientais do projeto mostram também a importância das matas ciliares, a maneira como os lençóis freáticos são formados, como podem ser causados os deslizamentos de terra e as inundações, além de salientar como os rios assoreados interferem no cotidiano das cidades.
 
A iniciativa pretende reforçar que a conservação do meio ambiente contribui não só para a qualidade de vida, como também para a economia local. A água tratada de forma correta exige menor quantidade de produtos químicos para filtrá-la. O lixo eliminado de forma adequada facilita a reciclagem e possibilita menor extração de matéria prima da natureza. A diminuição de áreas preservadas pode agravar catástrofes naturais como deslizamentos de terra e alagamentos, principalmente em territórios próximos às áreas urbanas, além de poder causar danos à população local. "Por isso, a ideia de levar educação ambiental às várias áreas do território brasileiro é tão importante. O desmatamento não ocorre apenas em metrópoles", destaca Anderson Palmeira, biólogo e educador ambiental do projeto. "Assim, é dever da população local cuidar do ambiente onde vive, jogar lixo no local adequado, economizar água e energia elétrica, tomar cuidado ao mexer com fogo, e, desta forma, contribuir com a cidade e com o planeta", finaliza.
 
Escolas e grupos interessados podem realizar visitas monitoradas ao projeto. Além disso, quem tiver interesse em se tornar um voluntário também pode participar. Em caso de dúvidas, agendamento de visitas monitoradas ou inscrição para participação voluntária, é preciso entrar em contato pelo email itinerante@sosma.org.br ou pelo telefone (11) 3055-7886. Mais informações pelo site www.sosma.org.br.
 
Monitoramento da qualidade da água
A Fundação SOS Mata Atlântica sempre seleciona um rio, córrego ou lago em cada uma das cidades por onde passa o projeto e realiza uma coleta de água usando um kit de monitoramento. Desenvolvido pelo programa Rede das Águas da própria ONG, o kit possibilita uma análise que engloba 14 parâmetros físico-químicos, como transparência da água, lixo, odor, oxigênio dissolvido, demanda bioquímica de oxigênio, entre outras. Em Januária, a coleta será feita no Rio São Francisco, no ponto mais próximo e acessível de onde o projeto estiver estacionado. Após uma análise detalhada, o resultado será divulgado no final da estadia do projeto na cidade. "O monitoramento da qualidade da água possibilita que as pessoas vejam a real situação do território onde vivem. A população pode e deve ajudar na conservação das águas, gerando menos lixo e separando corretamente os gerados, também, cobrando e apontando erros para autoridades locais", explica Anderson Palmeira.
 
Sobre a Fundação SOS Mata Atlântica
Criada em 1986, a Fundação SOS Mata Atlântica é uma entidade privada sem fins lucrativos, que tem como missão promover a conservação da diversidade biológica e cultural do Bioma Mata Atlântica e ecossistemas sob sua influência, estimulando ações para o desenvolvimento sustentável, bem como promover a educação e o conhecimento sobre a Mata Atlântica, mobilizando, capacitando e estimulando o exercício da cidadania socioambiental. A entidade desenvolve projetos de conservação ambiental, produção de dados, mapeamento e monitoramento da cobertura florestal do Bioma, campanhas, estratégias de ação na área de políticas públicas, programas de educação ambiental e restauração florestal, voluntariado, desenvolvimento sustentável e proteção e manejo de ecossistemas. Para outras informações, acesse www.sosma.org.br.
 
Sobre o Bioma Mata Atlântica
Dentro do território brasileiro existem seis diferentes Biomas: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pampas, Pantanal e a Mata Atlântica. O Bioma Mata Atlântica está presente em 17 estados e abriga mais de 61% da população. Atualmente, mais de 90% da floresta original foi desmatada, restando apenas 7,91% de remanescentes do Bioma. É um ponto importante para conservação mundial, ou seja, um Hotspot, uma das áreas mais ricas em biodiversidade e mais ameaçadas do planeta e também decretada Reserva da Biosfera pela Unesco e Patrimônio Nacional, na Constituição Federal de 1988. Das 633 espécies de animais ameaçadas de extinção de todos os Biomas do Brasil, 383 ocorrem na Mata Atlântica.
 
Cronograma de Atividades
 
Realização: Fundação SOS Mata Atlântica.
Patrocinadores: Bradesco Cartões, Natura e Volkswagen Caminhões & Ônibus.
Cidade: Januária (MG) - Data: de 16 a 20 de junho de 2010.
Local: Praça Getulio Vargas, Centro.
Informações: www.sosma.org.br / itinerante@sosma.org.br Telefone: (11) 3055.7886
Apoio local: Prefeitura Municipal de Januária e Instituto Estadual de Florestas – IEF.
 
17 de junho (quarta) – Praça Getulio Vargas
Atividades abertas ao público durante todo o tempo - das 11h às 16h
11h – Solenidade de Abertura.
14h – Cinemata: Exibição de vídeos com temas socioambientais.
16h – Coleta de água do Rio São Francisco para análise.
 
18 de junho (sexta) – Praça Getulio Vargas
Atividades abertas ao público durante todo o tempo - das 10h às 16h
11h – Oficina de desenhos de animais da Mata Atlântica.
14h – Jogos educativos: jogo da memória e jogo da cidadania.

19 de junho (sábado) – Praça Getulio Vargas
Atividades abertas ao público durante todo o tempo - das 10h às 16h
11h – Roda das sensações.
16h – Jogos educativos: jogo da memória e jogo da cidadania.

20 de junho (dom) – Praça Getulio Vargas
Atividades abertas ao público durante todo o tempo - das 10h às 16h
11h – Cinemata: Exibição de vídeos com temas socioambientais.
16h – Encerramento das atividades.
 

Petrobras, Vale e outras 33 empresas divulgam emissões de gases efeito estufa

 

Companhias integram o 1° registro público de emissões de GEE do Brasil e respondem por 89 milhões de tCO2e - o equivalente ao estoque de carbono de 356 milhões de árvores da Amazônia

Vanessa Barbosa, de EXAME.com

 

 

Wikimedia Commons
Companhias integram o 1° registro público de emissões de GEE do Brasil e respondem por 89 milhões de tCO2e - o equivalente ao estoque de carbono de 356 milhões de árvores da Amazônia
Primeiro grupo de empresas no Registro Público de Emissões de Gases de Efeito estufa do Brasil responde por 89 milhões de toneladas de CO2e.

São Paulo - A mudança global do clima é um dos mais significativos desafios da atualidade e exige reduções drásticas das emissões de poluentes. De olho na economia de baixo carbono, que poderá ser imperativa nos próximos anos, 35 empresas brasileiras começam a divulgar, a partir desta terça-feira (22), suas emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Os inventários são voluntários e fazem parte do primeiro Registro Público de emissões de GEE do país, lançado em São Paulo durante evento de avaliação do Programa Brasileiro GHG Protocol, coordenado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (Gvces).

Com dois anos de atuação no país, o programa reúne 60 empresas de grande porte e busca promover a cultura corporativa de mensuração, publicação e gestão voluntária de emissões. A plataforma online para consulta e publicação de inventários do primeiro grupo de empresas, que inclui a Petrobras e a Vale, está disponível no site www.fgv.br/ces/registro

Somadas, as emissões diretas das 35 empresas respondem por 89 milhões de toneladas de gás carbônico equivalente (tCO2e, medida utilizada para comparar as emissões de vários gases de efeito estufa baseado no potencial de aquecimento global de cada um). Trata-se de um volume equivalente ao liberado por um carro a gasolina, motor 1.0, que tivesse percorrido 630 bilhões de quilômetros - ou 16 mil voltas à Terra. Ou, ainda, ao estoque de carbono de 356 milhões de árvores da Amazônia.

Com base num inventário nacional preliminar divulgado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia em novembro do ano passado, esse volume de GEE emitido representa 4% do total de emissões do Brasil em 2005, e 20% desse total se excluídas as emissões de agricultura e mudança no uso de terra e florestas.

Dentre as empresas inventariadas, as do setor de transformação são as que mais emitem (89%), seguida do setor de mineração (10%). Saneamento, energia, agrícola e serviços financeiros somam o 1% restante. "A iniciativa pretende ser o primeiro passo na preparação das companhias para os futuros marcos regulatórios de mitigação dos impactos ambientais das cadeia produtivas e de adaptação às exigências legais de programas nacionais para gestão ambiental e mudança climática", afirmou Raquel Biderman, coordenadora adjunta do GVces. 

De acordo com o coordenador do GVces, Mario Monzoni, o registro auxiliará os agentes privados e públicos na definição de estratégias para mitigação dos gases de efeito estufa. "Servirá também para evidenciar as empresas entre os consumidores, cada vez mais atentos à responsabilidade socioambietal corporativa", destacou. 

O GHG Protocol foi desenvolvido pelo World Resources Institute (WRI) em parceria com o World Business Council for Sustainable Development (WBSCD).  Segundo a coordenadora do WRI, Taryn Fransen, "o Brasil foi um dos países que mais rápido evoluíram na implementação da metodologia do GHG Protocol, pois a adesão das empresas brasileiras ao programa foi rápida e eficiente, se comparada a outros países". 

Marina defende contrapartida ambiental para empréstimo público

 

Plantão | Publicada em 15/06/2010 às 07h29m

Reuters/Brasil Online
Por Natuza Nery

BRASÍLIA (Reuters) - A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, defendeu a exigência de "condicionantes ambientais" para concessão de empréstimos e investimentos públicos a setores da economia.

Em entrevista ao programa Roda Viva na noite passada, a ex-ministra do Meio Ambiente afirmou não ser inimiga do agronegócio, e sim contra as empresas ecologicamente "insustentáveis que não querem se tornar sustentáveis".

O Brasil tem sua economia altamente dependente da produção agrícola; e a candidatura da ex-petista levanta interrogações sobre as condições de crescimento do setor se for escolhida presidente em outubro.

"O que podemos fazer é incentivar para que todos encontrem o caminho da sustentabilidade", propôs. "Podemos até triplicar nossa capacidade de produção se utilizarmos práticas mais inteligentes e melhores tecnologias."

Ela atacou a visão "complacente" do Estado com aqueles que "não fazem o dever de casa".

"O governo não pode ficar colocando recursos sem pedir nenhum tipo de contrapartida", adicionou.

Marina criticou as "escolhas" do atual governo e citou um exemplo de 2006, quando, segundo a presidenciável, o Executivo federal concedera empréstimos a frigoríficos "de seis a oito bilhões" (ela não esclareceu se em dólares ou reais) e, agora, tem dificuldade em dar aumento maior a aposentados.

Se eleita, a candidata sancionaria o aumento de 7,7 por cento para aposentados e pensionistas que ganham acima de um salário mínimo, mas vetaria o chamado fator previdenciário, espécie de pedágio para evitar aposentadorias precoces. Ambos os dispositivos foram aprovados pelo Congresso. O governo, vencido, havia aceitado reajuste de 7 por cento.

MAL NECESSÁRIO

Marina afirmou que a exploração de petróleo na camada pré-sal é um "mal necessário" e que o recente vazamento de óleo no Golfo do México deve servir de alerta ao Brasil.

"Não temos como abrir mão dessa fonte de energia", reconheceu. "Mas uma parte desses recursos deve ser destinado a novos conhecimentos para substituir essa fonte de energia."

Ela disse, ainda, que gostaria que a discussão sobre a nova divisão de royalties, aprovada semana passada no Senado, tivesse ficado para depois das eleições. A emenda prevê repartição igualitária da riqueza gerada com a extração de petróleo entre todos os entes da federação, produtores ou não. A mudança implica queda na receita de Estados como Rio de Janeiro e Espírito Santo, já que mexe também com os contratos passados de exploração continental.

Entusiasta da chamada energia limpa, mas crítica da energia nuclear, questionou de novo a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. "Além dos problemas sociais e ambientais, acabou revelando outro problema, que é a própria viabilidade econômica do empreendimento."

PONTE ENTRE PT E PSDB

Marina reiterou ser possível fazer política sem fisiologismos e que governaria como "ponto de contato" entre PT e PSDB. Ex-ministra da gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, mas adversária da candidata do governo, Dilma Rousseff, afirmou que a petista e o candidato tucano, José Serra, têm perfil gerencial.

"O Brasil não precisa de gerente, precisa de pensamento estratégico."

Sobre sua religião, evangélica, rebateu os críticos: "Não acho que ter fé no Brasil torne qualquer pessoa incompatível com a função de dirigir o governo."

"Não vou transformar púlpitos em palanques. Não vou satanizar as pessoas (que não seguem sua religião)."
 

OSX fará audiência pública em Santa Catarina sobre licença ambiental


Meio-ambiente

A A A

 

Empresa de Eike Batista vai entrar hoje com pedido de recurso ao ICM Bio

Beatriz Olivon, de EXAME.com
21/06/2010 | 11:08
FERNANDO CAVALCANTI/EXAME
Eike Batista: No dia 16 de junho, o ICM Bio negou a licença para construção do estaleiro em Biguaçu

São Paulo - A OSX comunicou hoje (21/6), ao mercado, que foi autorizada a promover uma audiência publica pela FATMA - o órgão ambiental de Santa Catarina. O pedido de licença ambiental feito pela OSX para um estaleiro em Biguaçu (SC) foi negado na última semana.

A FATMA determinou que as audiências ocorressem nos municípios de Biguacu, Governador Celso Ramos e Florianópolis, nos dias 20, 21 e 22 de julho de 2010. "A OSX tomará as providências determinadas pela FATMA para ampla participação comunitária em tais audiências publicas", informou a empresa, em comunicado a BM&F Bovespa.

A empresa também vai apresentar, nesta segunda-feira, recurso na sede do Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodioversidade (ICM Bio), ligado ao governo federal. No dia 16 de junho, o ICM Bio negou a licença para construção do estaleiro em Biguaçu. "A decisão regional recorrida não tem caráter definitivo e não responde tecnicamente à robustez e consistência dos estudos ambientais apresentados pela OSX", informou a empresa em comunicado ao mercado.

 

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/osx-fara-audiencia-publica-santa-catarina-licenca-ambiental-571596.html

Código Florestal pode abrir guerra ambiental, diz ministra

 

Em entrevista exclusiva ao Estado, Izabella Teixeira diz que não há solução em extremos

21 de junho de 2010 | 22h 05
    Marta Salomon, de O Estado de S. Paulo

    BRASÍLIA- A possibilidade de uma guerra ambiental entre Estados, que poderiam disputar investimentos em troca de mais liberdade a desmatadores, é uma das consequências do projeto de mudança no Código Florestal em debate na Câmara, na avaliação da ministra Izabella Teixeira, do Meio Ambiente.

    Vaccarezza defende votação de Código Florestal depois das eleições

    Sucessora de Carlos Minc, e ainda mais pragmática do que ele, a ministra foi surpreendida pela proposta do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), da qual esperava receber os detalhes previamente.

    Uma avaliação preliminar do ministério classificou o texto de "grave retrocesso". E Izabella preparou a reação como se estivesse numa quadra de tênis, esporte no qual foi campeã antes de se formar bióloga e ir trabalhar no Ibama, há 26 anos.

    A estratégia de reação ao golpe, revela, é conversar não apenas com ambientalistas e ruralistas e produzir uma proposta alternativa. A ministra tem a convicção de que mudanças nas regras de proteção ambiental atualmente em vigor são inevitáveis.

    "É um fato, vamos lidar com isso. Senão eu também teria de remover a favela da Rocinha, remover as 350 mil pessoas que moram lá e plantar vegetação nativa. É tão simples quanto isso", diz ela, na entrevista a seguir.

    Há alguma chance de o Código Florestal ser mantido do jeito que está?

    Eu acho que a lei atual tem problemas. E defendo o aperfeiçoamento do código, sim, mas com uma visão de natureza estratégica, e não só trabalhando passivos ambientais associados à agricultura.

    Os defensores das mudanças dizem ser impossível recuperar a vegetação nativa numa área de 870 mil km2, segundo o cálculo mais conservador do que foi desmatado de reserva legal e áreas de proteção permanente. Vai ser necessário reconhecer parte desse passivo como área consolidada de agricultura e pecuária ou o MMA defende a parte da legislação atual que manda recuperar esse passivo?

    O Código é de 1965, a sua primeira versão. O que havia antes deve ser entendido como situação consolidada. É claro que, num debate como esse, eu vou ter perdas. Há um déficit de reserva legal pela lei atual, e terei de aceitar esse déficit, porque não é viável economicamente e não é viável nem ambientalmente eu remover de topo de morro áreas consolidadas, por exemplo. É um fato, vamos lidar com isso. Senão eu também teria de remover a favela da Rocinha, remover as 350 mil pessoas que moram lá e plantar vegetação nativa. É tão simples quanto isso.

    Quanto desse passivo deve ser tratado não mais como passivo, no entendimento do Ministério do Meio Ambiente?

    Há plantações de café de mais de 100 anos, é claro que isso tem de ser recepcionado como situação consolidada. Isso é diferente de uma pessoa que desmatou em dezembro de 2007 de forma ilegal. A proposta em debate na Câmara coloca todo mundo no mesmo patamar. Ninguém aqui no MMA está dizendo que nós não devemos resolver a situação dos agricultores do Vale do Ribeira, que plantam bananas há mais de 50 anos. É legítimo... Mas, se vamos ter um corte, então por que não adotar 2001, que foi a última mudança do Código? E por que 2008, como propõe o deputado? Se eu podia desmatar 50% na Amazônia antes da mudança do Código, eu não posso achar que, porque a lei mudou, eu tenho de punir quem cumpriu a lei. Essa pessoa, até porque representa 10%,15% da Amazônia, não pode ser considerada criminosa. Porque ele cumpriu a lei, desmatou com a autorização do Estado e não pode ser comparado com aquele que podia desmatar 20% e desmatou 100%. Esse, intencionalmente, feriu a lei.

    O projeto como foi apresentado anistiará desmatadores?

    Ele sugere uma anistia. A estratégia do ministério é tentar romper essa polarização entre ambientalistas mais radicais e ruralistas mais radicais. Discutir qualquer coisa pelos extremos não leva a solução alguma. Nós chamamos o deputado. Infelizmente, houve um desencontro, eu não recebi o relatório com antecedência. Fiquei sabendo do relatório pela imprensa. Tudo bem. Ele falou comigo depois da leitura do relatório, nós combinamos de nos encontrarmos e prometi que faria uma avaliação. E, para que não ficasse enviesada a nossa avaliação, adotamos a estratégia de conversar com todos os setores envolvidos. Ninguém quer penalizar agricultor. Agricultor é importante para produzir alimentos para a gente comer. Ambientalista, para que ele possa ter as condições de produzir de forma sustentável.

    Na avaliação feita pelo MMA, qual seria a consequência de desobrigar propriedades até quatro módulos fiscais de preservar uma parcela dos imóveis, uma das principais propostas de Rebelo?

    Eu vejo insuficiências técnicas na proposta do relator. Nós temos de dar tratamento diferenciado a propriedades menores e reconhecer que o que acontece na Amazônia é diferente da situação do Sul e do Sudeste.

    Mas qual pode ser a consequência?

    O dano pode ser muito maior no médio prazo. A gente não pode fazer legislação pensando só no hoje ou olhando só o passado. Um estudo do professor da USP Gerd Sparovek faz considerações importantes e mostra exatamente isso. Nas regiões Sul e Sudeste e no Centro-Oeste, a grande concentração fundiária faz com que a área de imóveis abaixo de quatro módulos seja pequena, mas geograficamente concentrada no norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, sul de Minas Gerais, agreste e sertão nordestinos. Quer dizer, se o projeto extinguir reserva legal nessas áreas, vão se formar grandes polígonos sem proteção, exatamente nas áreas que foram expostas a sucessivos desmatamentos, comprometendo as reservas de recursos hídricos.

    E ainda sobrou vegetação nativa nessas áreas?

    Sim, tem saldo e é possível compensar. Resolver passivo não pode ser associado a desobrigar os proprietários integralmente em relação a seus compromissos. Eu posso ter situações em que é possível desobrigar. Eu posso ir para a situação de um módulo fiscal em determinadas regiões. Eu tenho de ter um olhar dirigido. Quando o projeto fala em desmatamento de cinco anos, tudo bem, mas eu proíbo o desmatamento ilegal e autorizo o desmatamento legal. Áreas que são preservadas hoje vão estar sujeitas ao desmatamento.

    A moratória de cinco anos no desmatamento prevista pelo projeto é suficiente para o país cumprir as metas de redução das emissões de gases do aquecimento global?

    Eu acho o seguinte: nós temos milhões de hectares de áreas degradadas. É possível também continuar trabalhando com desenvolvimento tecnológico e aumento de produtividade. Mas quem paga essa conta? Essa conta tem de ser discutida. E não é só com mercado de carbono que se equaciona isso. Na transição para o baixo carbono, o governo tem um papel importante. A agricultura brasileira não pode ficar refém de barreiras que serão tratadas no futuro como barreiras não tarifárias. Nós temos muita gente boa, competente, produzindo de maneira sustentável e de acordo com a lei. E devemos fazer com que aqueles que estão fora da lei sejam colocados dentro da lei. A regularização ambiental é estratégica. Ninguém está dizendo que nós não devemos mudar, não devemos colocar os Estados no processo. Ao contrário. Mas nós temos de ter uma visão integrada e fazer uma formulação de texto de Código que permita o avanço da agropecuária brasileira e elimine a situação de passivo ambiental, mas sem anistiar, sem colocar todo mundo na mesma cesta, separando aqueles que produzem daqueles que usam a especulação para ter uma situação mais confortável.

    Algumas ONGs se anteciparam em apontar que o projeto inviabilizava o cumprimento das metas do clima. É possível dizer isso?

    Eu não sei ainda. Estamos analisando. Eu vi o estudo preliminar que foi feito por ONGs ambientalistas e, de maneira conservadora, esse estudo diz efetivamente que até 85 milhões de hectares ficariam disponíveis para o desmatamento. Ou seja, 31,5 bilhões de toneladas de gás carbônico a mais na atmosfera. Isso pode comprometer as metas se passar do jeito que está.

    O relatório do deputado aponta as ONGs como peças de um movimento protecionista contra a agropecuária brasileira. Aparecem como vilãs. O que a sra diz sobre a atuação das ONGs?

    Olha, eu trabalho com ONGs sérias, quer do movimento ambiental quer do movimento social. Eu não opino sobre questões ideológicas. Como ministra, eu falo sobre compromissos internacionais de que o Brasil é signatário. Um deles, talvez o principal deles, é declaração do Rio, de 92, que coloca a discussão de sustentabilidade na ordem do dia das políticas públicas. Acho importante que o deputado possa levantar questões ideológicas, os ressentimentos que pode ter. Mas nós temos parcerias sólidas, eu trabalho com ONGs e eu acho que é preciso separar o joio do trigo. Nesse diálogo, nossos parceiros não são apenas as ONGs ambientalistas. Eu converso com todos, é minha obrigação. Isso não é briga de dois grupos. Eu não admito a simplificação, eu não admito simplificar o Código Florestal à questão das pererecas e minhocas. Isso é inaceitável.

    O que significa transferir para os Estados o poder de dizer o que é área consolidada do agronegócio e qual deve ser a área de proteção às margens dos rios, podendo ser reduzida a 7,5 metros?

    O projeto veio sem estudos técnicos e é como se os rios nascessem todos com 30, 40, 50 metros. Todo rio nasce pequeno e daí a importância de você preservar e proteger as matas ciliares onde você tem as nascentes. Isso é de uma... Não estou dizendo que não pode mexer, estou dizendo que não dá para fazer arbitrariamente. Os Estados já têm competência de averbar reserva legal desde 98. E não chegam a 20% as propriedades averbadas no país. É competência dos Estados fazerem zoneamento econômico ecológico. Eu participei da primeira comissão do zoneamento em 89 e nós estamos concluindo agora o macrozoneamento da Amazônia e alguns zoneamentos da Amazônia. O próprio Rio de Janeiro não consolidou um zoneamento econômico ecológico, a maioria dos Estados não tem. Outro aspecto: qual é a escala que nós trabalhamos, qual é o custo disso, qual é a tecnologia a ser usada, qual é a base de informação comum. É um debate que não fica em menos de cinco anos, posso lhe assegurar. E quem financia?

    Pode significar uma liberou geral?

    Depende. Pode haver situações em que os Estados sejam pressionados, os governos estaduais, as assembleias sejam pressionadas. Eu acho que a descentralização é importante, mas tem de ser acompanhada das condições para que isso aconteça. Para evitar uma situação limite de que isso se transforme em critério de competição entre os Estados. "Vem pra cá com seu investimento que eu sou menos rígido na legislação ambiental, vem pra cá que eu vou flexibilizar tal coisa". Isso está na mesa.

    A ideia é caminhar para um substitutivo?

    O caminho mais razoável não é empurrar com a barriga. Nós no MMA não queremos empurrar nada com a barriga porque estamos reféns desse debate também. O ministério é o primeiro a desejar uma lei de Código Florestal que possa ser cumprida. Mas não é no grito que você faz acordos dentro do Congresso. Devemos pegar os pontos do relatório do deputado e consolidar um quadro-problema. Se tivermos consenso e êxito, podemos votar tranquilamente.

     

    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,codigo-florestal-pode-abrir-guerra-ambiental--diz-ministra,570046,0.htm

    Brasil: siderúrgica da Thyssenkrupp é inaugurada em meio a polêmica ambiental

     

    RIO DE JANEIRO — O megacomplexo Companhia Siderúrgica do Altântico (CSA), o maior investimento privado em 15 anos no Brasil, foi inaugurado nesta sexta-feira em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro, em meio a sérias acusações de violações ao meio ambiente e aos direitos humanos, todas rejeitadas pela empresa.

    O empreendimento, que inclui uma siderúrgica, uma termoelétrica e um porto com dois terminais, é uma parceria do grupo alemão ThyssenKrupp com a brasileira Vale. Os investimentos somam R$ 11,5 bilhões (5,2 bilhões de euros), financiados, em parte, pelo governo brasileiro.

    A inauguração está cercada de polêmica. Representantes do Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS) e federações de pescadores acusam a CSA de desrespeitar a legislação ambiental e, com isso, inviabilizar a pesca na bacia hidrográfica da Baía de Sepetiba - tradicional reduto pesqueiro da região, além de perseguir pescadores que se opõem ao projeto.

    As acusações estão expostas em sete ações judiciais impetradas desde 2006 pela Federação das Associações dos Pescadores Artesanais do Rio de Janeiro (Fapesca, RJ), que representa 5,7 mil pescadores, exigindo indenizações que superam R$ 1 bilhão. Há três meses, a Justiça Estadual determinou a realização de perícias independentes em duas dessas ações, segundo Victor Mucare, advogado dos pescadores.

    Mucare explica que a dragagem feita para a viabilidade operacional do terminal portuário trouxe à tona metais pesados que estavam sedimentados no fundo da baía. "Isso dizimou os peixes, e alguns deles passaram a registrar deformidades. A água virou uma lama tóxica", afirma, acrescentando que o problema foi agravado com a supressão indevida de manguezais. "Os pescadores perderam seus meios de subsistência, pois a pesca foi reduzida em 70%."

    Além das violações ao meio ambiente, a CSA é acusada de perseguir pescadores que se opõem às obras. Em audiência pública na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro no ano passado, o líder da Associação dos Pescadores dos Cantos dos Rios (Apescari), Luis Carlos de Oliveira, disse ter recebido ameaças de morte de um miliciano contratado pela empresa como chefe da segurança. Após a acusação, o pescador teve de deixar o estado e ser incluído em um programa federal de proteção às testemunhas.

    Segundo André Luis do Espírito Santo, vice-presidente da Fapesca, famílias inteiras tiveram de deixar Santa Cruz por conta de intimidações. "Quem ficou na região está com muito medo. Impera a lei do silêncio, mas todos estão indignados", afirma, lembrando que a empresa tentou "comprar" lideranças, fato que também consta no processo. "Houve líderes de associações que se venderam por R$ 400 mil, falsificaram assinaturas para retirar a ação e os pescadores não viram um centavo".

    Tanto as acusações de envolvimento com milícias como de violações ao meio ambiente estão sendo investigadas em diversos inquéritos abertos pelo Ministério Público, que apura também a lisura do processo de licitação, explica Marcos Leal, titular da 3ª promotoria de Justiça de Proteção do Meio Ambiente do MP.

    Sandra Quintela, economista do PACS, instituto de pesquisa econômica, lembra que o tema já vem tendo repercussão internacional. "Em janeiro, levamos a questão ao Parlamento alemão e propusemos à matriz a implantação de uma análise independente. Não tivemos sucesso." Em maio, a companhia também foi denunciada no Tribunal Permanente dos Povos (TPP), em Madri, entidade criada para julgar violações aos direitos humanos.

    Contatada por AFP, a empresa admitiu corte de vegetação além do licenciado nos manguezais, mas informa que, após embargo da obra pelo Ibama, fechou acordo com o órgão para recuperação dessas áreas, processo que já está em andamento.

    Segundo a CSA, a redução da produção pesqueira não foi "em nenhum momento comprovada" e que, por isso, a empresa vem contestando todas as ações a esse respeito na Justiça. A companhia diz realizar periodicamente o monitoramento da Baía de Sepetiba, e os relatórios são encaminhados às autoridades ambientais. Para a CSA, a qualidade da água permanece dentro dos limites programados e houve inclusive "aumento do volume de pescado na região em decorrência da dragagem".

    Sobre as alegações de envolvimento com milícias e perseguição de pescadores, a empresa "rejeita categoricamente essas acusações caluniosas que não encontram nenhum respaldo em fatos" e que o serviço de segurança "é realizado por empresas legalmente estabelecidas e licenciadas por órgãos públicos competentes".

    Em relação à denúncia feita contra um de seus empregados, a CSA alega ter feito investigação interna para saber "se o funcionário teria algo em seu registro que pudesse confirmar as alegações" e que "nada foi encontrado" para incriminá-lo.

    O complexo siderúrgico tem capacidade para produzir até 5 milhões de placas de aço anualmente, sendo que 100% do minério de ferro utilizado na produção será fornecido pela Vale. A inauguração do empreendimento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
     

    VOCÊ SABE O QUE É HIDROPIRATARIA?

    Como senão bastasse a falta de água pela poluição como preço do desenvolvimento insustentável,principalmente a partir da Revolução Industrial,os países desenvolvidos estão roubando nossas águas!
     
    Acorda Brasil!
     
    Sds,
     
    Trajano
     
     
     
     
     
    22/06/2010 - 12:00

    Câmara debate pirataria de água doce nos rios amazônicos

    De Brasília - VT

    A  Comissão de Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados realiza audiência pública hoje para discutir medidas contra o tráfico de água doce de rios brasileiros. Segundo o autor do requerimento para a realização do debate, deputado Lupércio Ramos (PMDB-AM). há denúncias de que navios de carga de empresas da Europa e do Oriente Médio estão enchendo ilegalmente os porões com água do rio Amazonas para comercialização. A audiência está marcada para as 14 horas no plenário 15.

    A estimativa é que cada embarcação seja abastecida com 250 milhões de litros de água doce, para engarrafamento na Europa e Oriente Médio. A hidropirataria, como é conhecida a prática, foi confirmada por pesquisadores da Petrobrás e de órgãos públicos estaduais do Amazonas.

    A captação é feita, principalmente por petroleiros, na foz do rio, e o contrabando é facilitado pela ausência de fiscalização na área. Para as empresas, essa água, mesmo em estado bruto, representa economia, pois o custo por litro tratado é muito inferior ao de processos de dessalinização de águas subterrâneas ou oceânicas.

    Foram convidados para o debate o contra-almirante Antonio Fernando Monteiro Dias, do Comando de Operações Navais do Ministério da Defesa; o secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Silvano Silvério da Costa;  a coordenação de Articulação e Comunicação da Agência Nacional de Águas (ANA), Antonio Félix Domingues; o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa; e
    o diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Roberto Troncon. As informações são da Agência Câmara.

     

    Fonte: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?edt=31&id=110662

    Apoio: http://versuspirataria.blogspot.com 

               http://terraambiental.blogspot.com

     

     

    terça-feira, 22 de junho de 2010

    CEIA URGENTE - COMO AJUDAR OS IRMÃOS DE ALAGOAS E PERNAMBUCO - ALÉM DE NOSSAS PRECES SINCERAS...

    21/06/2010 21h44 - Atualizado em 22/06/2010 00h51

    Saiba como ajudar as vítimas das cheias em Alagoas e Pernambuco

    Os dois estados registraram 38 mortes por causa das chuvas.
    Mais de 68 mil pessoas tiveram de sair de casa.

    Do G1, em São Paulo

     

    Vários pontos de arrecadação de donativos para as vítimas das chuvas foram montados em Alagoas e em Pernambuco. Nos dois estados, 38 pessoas morreram e mais de 68 mil tiveram de deixar suas casas por causa das enchentes.

    Alagoas:
    O Corpo de Bombeiros oferece duas contas para doações em dinheiro: Banco do Brasil, agência 3557-2, conta corrente 5241-8, e na Caixa Econômica Federal, agência 2735, operação 006, conta 955/6.

    Maceió:
    - 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1º GBM) – Rodovia 316, Km 14, Tabuleiro dos Martins.
    - Grupamento de Socorros de Emergência (GSE) – Conjunto Senador Rui Palmeira, S/N.
    - Subgrupamento Independente Ambiental (SGIA) – Av. Dr. Antônio Gouveia, S/A, Pajuçara.
    - Quartel do Comando Geral (QCG) – Av. Siqueira Campos, S/N, Trapiche da Barra.
    - Defesa Civil Estadual (Cedec) - Rua Lanevere Machado n.º 80, Trapiche da Barra.
    - Grupamento de Salvamento Aquático (GSA) – Av. Assis Chateaubriand, S/N, Pontal.
    - Igreja de São Gonçalo, no Farol
    - Instituto da Visão, na Avenida Santa Rita, no Farol
    - Shopping Maceió

    Interior:
    - 2º Grupamento de Bombeiros Militar – Maragogi, (82) 3296-2026 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3296-2026      end_of_the_skype_highlighting / 3296-2270.
    - 6º Grupamento de Bombeiros Militar – Penedo, (82) 3551-7622 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3551-7622      end_of_the_skype_highlighting / (82) 3551-5358 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3551-5358      end_of_the_skype_highlighting.
    - 7º Grupamento de Bombeiros Militar – Arapiraca e Palmeira dos Índios, (82) 3522-2377 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3522-2377      end_of_the_skype_highlighting, (82) 3421-2695 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3421-2695      end_of_the_skype_highlighting
    - 9° Grupamento de Bombeiros Militar – Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia, (82) 3621-1491 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3621-1491      end_of_the_skype_highlighting / (82) 3621-1223 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3621-1223      end_of_the_skype_highlighting

    Pernambuco:

    Recife:
    - Instituto de Assistência Social e Cidadania do Recife (Iasc), localizado na Rua Imperial, 202, no bairro de São José.
    - Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS-PE) na rua Amaro Bezerra nº 489 - Derby - Recife.
    - Posto de arrecadação instalado pela Polícia Militar na Quadra Poliesportiva do Quartel do Comando Geral, no Derby.
    - Instituto Federal de Pernambuco - Av. Prof Luiz Freire, 500 Cidade Universitária.
    - Sede da Guarda Municipal, na rua dos Palmares, 550, em Santo Amaro.
    - CTTU, na rua Frei Cassimiro, 91, em Santo Amaro.
    - Posto de Permanência da Guarda Municipal, no Terminal Marítimo.

    Interior:
    - Gravatá - Secretaria de Ação Social, na Rua Francisco Bezerra de Carvalho, no centro.
    - Barreiros - Posto da Polícia Rodoviária Federal na entrada da cidade.
    - Caruaru - Sindicato dos Lojistas do Comércio de Caruaru (Sindloja), na Rua Leão Dourado, nº 51-A, no Bairro São Francisco.

    Veja como ajudar as vítimas das chuvas em Alagoas e Pernambuco

    Do UOL Notícias*
    Em São Paulo

    As chuvas dos últimos dias deixaram dezenas de mortos e milhares de desabrigados e desalojados nos Estados de Alagoas e Pernambucos. Há vários pontos para a entrega de donativos às vítimas.

    Em Alagoas, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil Estadual disponibilizaram duas contas bancárias para o recebimento de depósitos às vítimas das chuvas e vários locais para o envio de materiais. Veja abaixo:

    Banco do Brasil – Conta Corrente 5241-8 - Agência 3557-2
    Caixa Econômica Federal – Conta Corrente 955-6 - Agência 2735 - Operação 006

    Veja onde entregar donativos em:

    - Maceió:

    - 1º Grupamento de Bombeiros Militar (1º GBM) – Rodovia 316, km 14, Tabuleiro dos Martins, próximo a Policia Rodoviária Federal. Fones: 3315-2900 / 3315-2905.

    - Grupamento de Socorros de Emergência (GSE) – Conjunto Senador Rui Palmeira, S/N, 3315-2400.

    - Subgrupamento Independente Ambiental (SGIA) – Av. Dr. Antônio Gouveia, S/A, Pajuçara, próximo ao Iate Clube Pajuçara, 3315-9852.

    - Quartel do Comando Geral (QCG) – Av. Siqueira Campos, S/N, Trapiche da Barra, próximo a Pecuária, 3315-2830.

    - Defesa Civil Estadual (Cedec) - Rua Lanevere Machado n.º 80, Trapiche da Barra, próximo a Pecuária, 3315-2822 / 3315-2843.

    - Grupamento de Salvamento Aquático (GSA) – Av. Assis Chateaubriand, S/N, Pontal, próximo a Braskem, 3315-2845.

    - Interior de Alagoas:

    - 2º Grupamento de Bombeiros Militar - Maragogi: (82) 3296-2026 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3296-2026      end_of_the_skype_highlighting / 3296-2270.

    - 6º Grupamento de Bombeiros Militar - Penedo: (82) 3551-7622 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3551-7622      end_of_the_skype_highlighting / (82) 3551-5358 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3551-5358      end_of_the_skype_highlighting.

    - 7º Grupamento de Bombeiros Militar - Arapiraca e Palmeira dos Índios: (82) 3522-2377 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3522-2377      end_of_the_skype_highlighting, (82) 34212695 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 34212695      end_of_the_skype_highlighting.

    - 9° Grupamento de Bombeiros Militar – Santana do Ipanema e Delmiro Gouveia: (82) 3621-1491 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3621-1491      end_of_the_skype_highlighting / (82) 3621-1223 begin_of_the_skype_highlighting              (82) 3621-1223      end_of_the_skype_highlighting.

    Já em Pernambuco, já foram arrecadadas 290 toneladas de ajuda às vítimas. A Defesa Civil Estadual pede doações de alimentos não perecíveis, água mineral, colchões, lençóis, material de limpeza, produtos de higiene pessoal, roupas e sapatos infantis.

    Veja os locais para a entrega de donativos em:

    - Recife

    Portarias do Sistema Jornal do Commercio
    Rua Capitão Lima, 250 - Santo Amaro
    Rua da Fundição, 257 - Santo Amaro
    Loja de Serviço do JC - Rua Siqueira Campos 160 / Loja 05 - Santo Antônio

    Pátio de São Pedro
    Bairro de São José - Centro

    Sítio Trindade
    Estrada do Arraial

    Prefeitura do Recife
    Av. Cais do Apolo, 925, bairro do Recife

    Assembleia Legislativa
    Rua da Aurora

    Quartel da PM no Recife
    Bairro do Derby

    Quartel do Corpo de Bombeiros
    Av. João de Barros, 399

    Instituto Federal de Pernambuco (IFPE)
    Todos os campi do Instituto nas cidades de Recife, Ipojuca, Belo Jardim, Vitória, Pesqueira e Barreiros. Informações: (81) 2125-1639 begin_of_the_skype_highlighting              (81) 2125-1639      end_of_the_skype_highlighting.

    IASC
    Rua Imperial, 202, bairro do Recife

    Bompreço
    Os donativos devem ser entregues nas lojas Hiper Bompreço de Boa Viagem, av. Recife e Casa Forte.

    OAB-PE
    Rua do Imperador Pedro 2º, 235 - Santo Antônio

    Faculdade Maurício de Nassau
    Rua Guilherme Pinto, 114 - Graças
    Rua Fernandes Vieira, 110 - Boa Vista

    Faculdade Joaquim Nabuco
    Av. Senador Salgado Filho, S/N - Centro - Paulista - CEP: 53.401-440; Av. Guararapes, 233 - Centro - Recife

    Federação Espírita de Pernambuco
    Av. João Barros, 1629 - Recife, CEP 52021-180

    Instituto Pró-Cidadania
    Rua Castro Alves, 343 - Encruzilhada - Recife

    Conselho Regional de Enfermagem
    Rua Barão de São Borja, 243 Recife, 50070-310

    Lojas Frutaria

    Boa Viagem
    Avenida Conselheiro Aguiar, n° 3621

    Casa Forte
    Avenida 17 de agosto, n° 125
    das 7h às 20h.

    Cabo de Santo Agostinho

    Centros de referência em Assistência Social (Cras)
    em Ponte dos Carvalhos e do Cabo

    Secretaria Municipal de Programas Sociais e da Mulher
    Recolhimento pode ser requisitado pelos telefones:
    (81) 3521-6759 begin_of_the_skype_highlighting              (81) 3521-6759      end_of_the_skype_highlighting / (81) 3521-6718 begin_of_the_skype_highlighting              (81) 3521-6718      end_of_the_skype_highlighting

    Legião da Boa Vontade (LBV)
    Rua dos Coelhos,219, Boa Vista. Fone:(81)3413-8600 begin_of_the_skype_highlighting              (81)3413-8600      end_of_the_skype_highlighting

    Centros de Referência em Assistência Social de Cabo de Santo Agostinho
    Avenida Israel Felipe, na Vila Roca, e na Avenida Diomedes Ferreira, em Pontes dos Carvalhos

    Interior:

    Sistema Jornal do Commercio de Comunicação

    Caruaru
    Av. José Pinheiro dos Santos, 351 - Caiucá

    Pesqueira
    Rádio Jornal Pesqueira - Av. F. Pessoa de Queiroz, s/n - Pesqueira

    Garanhuns
    Rádio Jornal Garanhuns - Av. Rui Barbosa, s/n – Heliópolis

    Secretaria de Ação Social de Gravatá
    Rua Francisco Bezerra de Carvalho, em Gravatá, ou em caminhões que passam pelas ruas coletando doações

    Quartéis da PM e Corpo de Bombeiros

    Prefeitura de Gravatá
    Secretaria de Finanças, Secretaria de Saúde,
    Secretaria de Ação Social e Praça da Matriz
    A Secretaria de Ação Social fica na Rua Francisco Bezerra de Carvalho, Centro
    (81) 3563-9057 begin_of_the_skype_highlighting              (81) 3563-9057      end_of_the_skype_highlighting / 3563-9037

    Palmares
    A Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS-PE)
    Rua Amaro Bezerra nº 489 – Derby - Recife
    (81) 3423-0604 begin_of_the_skype_highlighting              (81) 3423-0604      end_of_the_skype_highlighting / 3423-9907
    Recebendo doações das 8h às 12h e das 13h às 17h

    Prefeitura Municipal de Barra de Guabiraba
    Recolhendo doações nos números abaixo:
    (81) 8848-1144 begin_of_the_skype_highlighting              (81) 8848-1144      end_of_the_skype_highlighting / (81) 9144-6052 begin_of_the_skype_highlighting              (81) 9144-6052      end_of_the_skype_highlighting
    (81) 9144-6053 begin_of_the_skype_highlighting              (81) 9144-6053      end_of_the_skype_highlighting / (81) 3758-1145 begin_of_the_skype_highlighting              (81) 3758-1145      end_of_the_skype_highlighting

    Subseccional da OAB de Caruaru

    Rua Cônego Júlio Cabral, 267, Bairro Universitário

    Barreiros
    Posto da Polícia Rodoviária Federal
    Banco do Brasil
    Agência 0710-2
    Conta corrente 6070-4

    Doações de outros Estados:
    Moradores de outros Estados interessados em doar devem procurar as defesas civis locais e informar o destino da ajuda (Pernambuco ou Alagoas).

    Outras entidades recolhendo doações
    Cidade Alta Transportes em Paulista, Olinda e Recife
    Os 223 ônibus de 31 linhas são pontos de arrecadação itinerantes.

    *Com informações do JC Online




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