sexta-feira, 9 de abril de 2010

TERRA AMBIENTAL informa NOVO ESPAÇO DE A TARDE: SALVADOR CIDADE LIMPA


Sony lança seu primeiro netbook ecológico

postado por Aleile Moura @ 11:43 AM
8 de abril de 2010

Foto: Divulgação

VAIO W ECO é feito com CDs/DVDs reciclados e tem bolsa de tecido produzida por meio de garrafas PET recicladas

Atendendo à demanda dos consumidores que buscam produtos ambientalmente responsáveis e sentem a necessidade de contribuir com uma sociedade sustentável, a Sony traz ao Brasil um netbook inovador, o VAIO W ECO (VPC-W210AB/WI), que, além de oferecer tudo o que o consumidor precisa para uso diário, apresenta uma cadeia de composição e funcionamento com impacto ambiental reduzido.

O novo mini notebook tem 80% das peças plásticas feitas com material reciclado, a partir de CDs e DVDs descartados. Essas mídias passam por um processo industrial, onde são trituradas e lavadas, para serem integradas ao material virgem. Além disso, o produto possui manual de instruções eletrônico, o que resulta em uma redução de 70% no uso de papel.

Outro grande diferencial é a embalagem do produto. A tradicional caixa de papelão foi substituída por uma moderna bolsa de transporte, feita com tecido produzido a partir da reciclagem de garrafas PET. A substituição da caixa de papelão, além de reduzir o uso de papel e plástico, otimiza o transporte do produto e consequentemente reduz a emissão de CO2 proveniente dos veículos que realizam as entregas dos equipamentos.

"Criamos uma bolsa 100% feita de materiais reciclados. Isso aumentou em 20% a eficiência de transporte do modelo, pois ocupa menos espaço e reduz os gastos com combustível, já que a logística pode ser feita de forma mais rápida. O modelo forma um ciclo verde, que vai desde a cadeia de produção até a de distribuição", afirma Francisco Simon, gerente de marketing e vendas da linha VAIO da Sony Brasil.

O produto está disponível na cor branca, tem tela de 10,1 polegadas, memória de 2GB e disco rígido de 320GB. O sistema operacional disponível é o Windows 7® Starter Edition, tem Bluetooth e wi-fi integrados, com bateria de até 3,5 horas de duração. O modelo faz parte da série W, a primeira linha de netbooks da marca no Brasil, que agora ganha um reforço ecológico.

O lançamento também chama atenção pelo design. Com apenas 1,19 kg, tem textura diferenciada e detalhes na cor verde. Suas teclas são confortáveis e espaçadas. E o case exclusivo, além de se tornar um bonito e moderno acessório, confere ainda mais portabilidade ao netbook. Com visual jovem e clean é uma das apostas da marca para o segmento.

"Para auxiliar no ciclo ecológico, o novo VAIO W ECO será comercializado somente em lojas físicas, em que o consumidor retirará o produto diretamente no case, evitando uso adicional de caixas de papelão para o transporte. Além disso, todo o material de merchandising foi desenvolvido com produto reciclado ou de origem comprovada", complementa Willen Puccinelli, gerente de produto da linha VAIO da Sony Brasil.

O evento de lançamento do produto será neutralizado com o plantio de árvores pela empresa Oficina do Carbono. Serão plantadas dez árvores, o que caracteriza quase uma árvore a cada três participantes presentes no local. Além da neutralização, a ação caracteriza uma atitude socioambiental de grande importância.

O preço sugerido é R$ 2.099,00 e o produto pode ser comprado nas lojas Sony Style, 10 unidades da Fast Shop, Fnac e Miami Store.

Eco Logo- A Sony apresentou durante a última edição da FIAM (Feira Internacional da Amazônia) seu novo conceito "Eco Logo para Produtos", cujo objetivo é promover as iniciativas ambientais dos produtos da marca por meio de um selo denominado "Eco Logo". O selo estará nos equipamentos que contam com pelo menos três ações de melhoria ambiental durante seu processo de composição, em sua embalagem e em seu funcionamento.

Um dos produtos a receber o Eco Logo é o VAIO W ECO. Outro modelo que já recebeu o selo é a TV Bravia XBR9, modelo Full HD com 240 Hz. A partir de 2010, modelos de câmeras da marca também contarão com essa certificação.

Ações Ambientais Sony- A Sony reconhece a importância de preservar o meio ambiente para futuras gerações e insere este conceito em seu negócio. Em 1990, anunciou sua política na conservação ambiental e estabeleceu um comitê para o assunto. Três anos mais tarde, em 1993, decretou a política ambiental do grupo e o plano de ação, que conduziram à formulação da visão ambiental em 2000 e, conseqüentemente, ao surgimento do programa GM (Green Management). Este programa tem estabelecido metas desafiadoras, procurando combinar inovação tecnológica e boas práticas, sempre baseadas em sua Visão Ambiental, que tem quatro objetivos como premissa: prevenção do aquecimento global, otimização dos recursos naturais, gerenciamento de substâncias químicas e reconhecimento da importância do meio ambiente natural.

Sua principal ação nesse sentido é o Programa Green Partner, implantado com pioneirismo em Manaus, a partir de 2002, estabelecendo uma parceria com seus fornecedores com o objetivo de garantir que todos os componentes e matérias-primas utilizados nos produtos Sony sejam inofensivos ao meio ambiente. Com isso, a empresa eliminou substâncias químicas como mercúrio, cádmio e chumbo de seu processo produtivo. Outra iniciativa que faz parte do programa é a Soldagem Livre de Chumbo (Lead Free Soldering), que se entende para as atividades de serviço e reparo de seus produtos. Desde janeiro de 2006, a Sony atingiu toda a cadeia de fabricação de seus equipamentos, incluindo todas as Assistências Técnicas Autorizadas na utilização de solda livre de chumbo.

Logística- Reduzir o consumo de energia, materiais de embalagem e volume utilizado no transporte dos produtos é fundamental para diminuir o impacto ambiental. A conscientização para a necessidade de redução das emissões de gases de efeito estufa causados em processos logísticos também está crescendo.

A Sony, por meio de sua equipe de logística, se esforça para reduzir as emissões de CO2 e o volume de materiais de embalagem para o transporte de produtos e peças. Em todas as suas unidades de negócio ao redor do mundo, a empresa estabelece metas para redução de emissão de CO2. Além disso, a empresa promove o transporte de longa distância por vias ferroviárias e marítimas, que emitem menos CO2 do que por vias terrestres.

Sobre a Sony Brasil: A Sony conta com 2.165 funcionários distribuídos em dois escritórios – São Paulo e Rio de Janeiro – e nas fábricas na Zona Franca de Manaus. Em maio de 2008, a empresa apresentou sua primeira loja própria Sony Style do Brasil, localizada em um dos Shoppings mais conceituados da cidade de São Paulo – Shopping Cidade Jardim, e em novembro do mesmo ano, inaugurou sua segunda loja, no prestigiado Park Shopping, em Brasília. A terceira loja da marca foi inaugurada em maio de 2009, no Bourbon Shopping Pompéia, a quarta em julho do mesmo ano, no BarraShopping, Rio de Janeiro, e a quinta em outubro, no Salvador Shopping, em Salvador.

A empresa estrutura-se em duas áreas: Consumidor e Profissional. A primeira, voltada para o consumidor final, fabrica e comercializa toda a linha de áudio e vídeo, câmeras de vídeo, câmeras fotográficas digitais, notebooks e som automotivo. Já a área Profissional comercializa soluções de negócios como a linha de câmeras IP, equipamentos de videoconferência, impressoras para as áreas médica e fotográfica, projetores, equipamento para produção de vídeo e mídia profissional, atuando nos mercados corporativo, educacional, governamental, emissoras de televisão e produtoras, entre outros.

Fonte: http://www.tendenciasemercado.com.br/nossos-canais/letrasnumeros/sony-lanca-seu-primeiro-netbook-ecologico/

Alumínio: Infinitamente Reciclável

postado por Aleile Moura @ 1:06 PM
7 de abril de 2010

A reciclagem de alumínio é feita tanto a partir de sobras do próprio processo de produção, como de sucata gerada por produtos com vida útil esgotada.

A reciclabilidade é um dos atributos mais importantes do alumínio. Qualquer produto produzido infinitas vezes, sem perder suas qualidades no processo de reaproveitamento, ao contrário de outros materiais. O exemplo mais comum é o da lata de alumínio para bebidas, cuja sucata transforma-se novamente em lata após a coleta e refusão, sem que haja limites para seu retorno ao ciclo de produção. Esta característica possibilita uma combinação única de vantagens para o alumínio, destacando-se, além da proteção ambiental e economia de energia, o papel multiplicador na cadeia econômica.

A reciclagem de alumínio é feita tanto a partir de sobras do próprio processo de produção, como de sucata gerada por produtos com vida útil esgotada. De fato, a reciclagem tornou-se uma característica intrínseca da produção de alumínio, pois as empresas sempre tiveram a preocupação de reaproveitar retalhos de chapas, perfis e laminados, entre outros materiais gerados durante o processo de fabricação.

Este reaproveitamento de sobras do processo pode ocorrer tanto interna como externamente, por meio de terceiros ou refusão própria. Em qualquer caso representa uma grande economia de energia e matéria-prima, refletindo-se em aumento da produtividade e redução da sucata industrial.

A reciclagem de produtos com vida útil esgotada, por sua vez, depende do tempo gasto entre seu nascimento, consumo e descarte. Isto é chamado de ciclo de vida de um produto, que pode ser de 45 dias, como no caso da lata, até mais de 40 anos, no caso de cabos de alumínio para transmissão de energia elétrica. Em qualquer caso, o alumínio pode ser reciclado infinitas vezes.

Quanto mais curto for o ciclo de vida de um produto de alumínio, mais rápido será o seu retorno à reciclagem. Por isso, os volumes de reciclagem da indústria alcançaram índices expressivos, com a entrada da lata de alumínio no mercado.

Multiplicador na cadeia econômica

O índice de reciclagem de latas de alumínio no País atingiu a marca de 78% em 2000, o segundo maior do mundo, superado apenas pelo Japão, determinado a expansão de um setor quase sempre marginalizado na economia, mas que movimenta volumes e valores respeitáveis: o da coleta e comercialização de sucata.

Essa atividade assume um papel multiplicador na cadeia econômica, que reúne desde as empresas produtoras de alumínio e seus parceiros, até recicladores, sucateiros e fornecedores de insumos e equipamentos para a indústria de reciclagem.

Trata-se de um setor que tem estimulado o desenvolvimento de novos segmentos, como o de fabricantes de máquinas para amassar latas, prensas e coletores e que atrai ainda ambientalistas e gestores das instituições públicas e privadas, envolvidos no desafio do tratamento e reaproveitamento de resíduos e também beneficia milhares de pessoas, que retiram da coleta e reciclagem sua renda familiar.

Não é para menos que o mercado brasileiro de sucata de lata de alumínio movimenta hoje mais de US$100 milhões anuais.

Reflexos Ambientais e Sociais

A reciclagem de alumínio cria uma cultura de combate ao desperdício. Difunde e estimula o hábito do reaproveitamento de materiais, com reflexos positivos na formação da cidadania e no interesse pela melhoria da qualidade de vida da população.

O alto valor agregado do alumínio desencadeia um benefício indireto para outros setores, como o plástico e o papel. A valorização do alumínio para o sucateiro torna atraente sua associação com coletas de outros materiais de baixo valor agregado e grande impacto ambiental. Além disso, a perspectiva de reaproveitamento permanente chama a atenção da sociedade por produtos e processos limpos, criando um comportamento mais renovável em relação ao meio ambiente no País.

 Benefícios da Reciclagem de Alumínio

Econômicos e Sociais

•Assegura renda em áreas carentes, constituindo fonte permanente de ocupação e remuneração para mão-de-obra não qualificada.
•Injeta recursosnas economias locais através da criação de empregos, recolhimentos de impostos e desenvolvimento do mercado.
•Estimula outros negócios, por gerar novas ativodades produtivas (máquinas e equipamentos especiais)

 Ambientais

•Favorece o desenvolvimento da consciência ambiental, promovendo um comportamento responsável em relação ao meio ambiente, por parte das empresas e dos cidadões.
•Incentiva a reciclegem de outros materiais, multiplicando ações em virtude do interesse que desperta por seu maior valor agregado.
•Reduz o volume de lixo gerado, contribuindo para a solução da questão do tratamento de resíduos resultantes do consumo.

 Os Índices de Reciclagem de Alumínio no Brasil

 Em 2002, o Brasil reciclou 253.500 toneladas de alumínio, equivalente a 35% do consumo doméstico, ficando acima da média mundial de 33%. Além disso, o país lidera a reciclagem de latas de alumínio, tendo alcançado o índice de 87%, mantendo o País como campeão na reciclagem de latas de alumínio entre os países onde esta atividade não é obrigatória por lei, posição conquistada em 2001, quando o índice brasileiro alcançou 85% e superou o do Japão, que liderava o ranking até então. O índice do Japão relativo a 2002 será divulgado em julho e deverá confirmar a liderança brasileira.

O índice de 87% corresponde a um volume de 121,1 mil toneladas de latas de alumínio, ou 9 bilhões de unidades, aproximadamente. Os números indicam um crescimento de 2,6% sobre o volume coletado em 2001, que foi de 118,0 mil toneladas (aproximadamente, 8,7 bilhões de unidades). Desde 1998, quando ultrapassou pela primeira vez o índice dos Estados Unidos (63% contra 55%), o índice brasileiro vem apresentando crescimento médio de 10% ao ano.

Reciclagem de Alumínio            

No Brasil, a reciclagem de latas de alumínio envolve mais de 2.000 empresas de sucata, de fundição secundária de metais, transportes e crescentes parcelas da população, representando todas as camadas sociais – dos catadores até classes mais altas.

As latas coletadas são recicladas e transformadas em novas latas, com grande economia de matéria-prima e energia elétrica.

A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita (minério de onde se produz o alumínio) são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se somente 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de alumínio primário, ou seja, a reciclagem do alumínio proporciona uma economia de 95% de energia elétrica.

A reciclagem da lata representa uma enorme economia de energia: para produzir o alumínio são necessários 17,6 mil kw. Para reciclar, 700 kw. A diferença é suficiente para abastecer de energia 160 pessoas durante um mês.

Hoje, em apenas 42 dias uma latinha de alumínio pode ser comprada no supermercado, jogada fora, reciclada e voltar às prateleiras para o consumo.

A reciclagem de latas de alumínio é um ato moderno e civilizado que reflete um alto grau de consciência ambiental alcançado pela população.

Trata-se da junção de esforços de todos os segmentos da sociedade, das indústrias de alumíno até o consumidor, passando pelos fabricantes de bebidas.

Os reflexos da atividade contribuem de várias maneiras para elevar o nível de qualidade de vida das cidades brasileiras.

Fonte: ABAL (Associação Brasileira do Alumínio) Site: www.abal.org.br e-mail: aluminio@abal.org.br

Faça Coleta Seletiva de LIXO

postado por Aleile Moura @ 12:52 PM
7 de abril de 2010

Aprenda a reconhecer as cores para coleta seletiva de lixo:

1. Recicle o vidro. Calcula-se que a reciclagem de 1 tonelada de vidro poupa 65% da energia necessária à produção da mesma quantidade. Aproveite as embalagens de vidro para conservar alimento no frigorífico, na geladeira ou no freezer.

2. Uma só pilha contamina o solo durante 50 anos. As pilhas incorporam metais pesados tóxicos.

3. Prefira eletrodomésticos recentes e de qualidade, pois gastam menos energia.

4. Regue as plantas de manhã cedo ou ao cair da noite. Quando o sol está alto e forte, grande parte da água perde-se por  evaporação.

5. Uma torneira a pingar significa 190 litros de água por dia que vão pelo cano abaixo.

6. Desligue o fogão elétrico, antes de terminado o cozimento, a placa mantém-se quente por muito tempo.

7. Desligue o ferro um pouco antes de acabar de passar a roupa – ele vai se manter quente durante o tempo necessário para acabar a tarefa.

8. Seja econômico: poupe papel, usando o outro lado para tomar notas ou fazer rascunhos; os pratos e copos de papel são ótimos para piqueniques.

9. Em vez de reciclar, tente preciclar (evitar o consumo de materiais nocivos e o desperdício).

10. Um terço do consumo de papel destina-se a embalagens. E alguns têm um período de uso inferior a 30 segundos. Contribua para a redução do consumo dos recursos naturais.

11. Regule o seu carro e poupará combustível. Use gasolina sem chumbo.

12. Sempre que possível, reduza o uso do carro. Para pequenas distâncias, vá a pé. Partilhe o carro com outras pessoas. Sempre que puder opte pelos transportes coletivos.

13. Prefira lâmpadas fluorescentes compactas para as salas cujo índice de ocupação é maior – são mais eficazes se estiverem acesas durante algumas horas. Embora mais caras, duram mais e gastam um quarto da energia consumida pelas lâmpadas incandescentes. Você vai evitar que meia tonelada de dióxido de carbono seja expelida para a atmosfera.

14. Os transportes públicos consomem 1/13 da energia necessária para transportar o mesmo número de passageiros por carro. Implemente uma política de transportes para os empregados.

15. As fotocopiadoras e as impressoras a laser utilizam cassetes de toner de plástico, que freqüentemente têm de ser substituídas. Contate uma empresa que recicle esse plástico ou que o use novamente.

16. Um estudo desenvolvido pela NASA mostra que as plantas conseguem remover 87% dos elementos tóxicos do ambiente de uma casa no espaço de 24 horas. Distribua plantas profusamente por todas as instalações. Recomenda-se, pelo menos, uma planta de 1,2 a 1,5 metros por cerca de 10 metros quadrados. Escolha espécies de plantas que se dêem bem com pouca luz natural.

17. Instale lâmpadas fluorescentes. Substituir-se uma lâmpada tradicional por uma fluorescente evita o consumo de energia equivalente a cerca de um barril de petróleo ou 317 quilogramas de carvão, que produziria 1 tonelada de dióxido de carbono (o maior gás de estufa) e 6 quilogramas de dióxido de enxofre, que contribui para a chuva ácida. As lâmpadas fluorescentes, além disso, duram em média, 13 vezes mais do que uma lâmpada incandescente. São bons motivos para escolher.

18. Desligue as luzes e os equipamentos (computadores fotocopiadoras, etc.) quando sair do escritório. Está provado que, se durante um ano desligarem-se dez computadores pessoais, à noite e durante os fins-de-semana, vai se poupar em energia o equivalente ao preço do computador. Instale sensores de presença que desliguem as luzes sempre que a sala fique vazia.

19. Antes de decidir comprar equipamentos para o escritório, saiba que as impressoras a jato de tinta usam 99% menos energia que as impressoras a laser, durante a impressão, e 87% menos quando inativas; os computadores portáteis consomem 1% da energia de um computador de escritório. Se for possível, opte por esses equipamentos.

20. Calcula-se que um em cada quatro documentos enviados por FAX são posteriormente fotocopiados porque o original tende a perder visibilidade. Desta forma gasta-se não só o papel de FAX (normalmente não reciclável porque é revestido com produtos químicos que são aquecidos para a impressão) mas também o de fotocópia. Compre um aparelho de fax que use papel normal. Funcionam como fotocopiadoras ou impressoras em papel vulgar.

21. Roupas usadas podem ser dadas a outras pessoas ou a bazares de caridade.

22. Brinquedos velhos, livros e jogos que você não quer mais podem ser aproveitados por outros; portanto, não os jogue fora.

23. Descubra se há locais apropriados para o recolhimento de papel velho. Normalmente, esses locais são organizados pelas autoridades locais ou instituições de caridade.


Reduzir, Reutilizar e Reciclar são as palavras da hora.

Fonte: ambientebrasil.com.br

Mais uma ação…

postado por Aleile Moura @ 9:17 AM
5 de abril de 2010

A gelera da Skol fez uma ação, semelhante a do grupo de mergulhadores após o carnaval, nos dias 27 e 28 de março nas praias da Barra, aqui em Salvador (BA). A previsão era de chuva e, realmente choveu ao amanhecer e as pessoas foram chegando aos poucos à praia.

Mesmo assim, com a base erguida na praia do Porto da Barra, os catadores já entraram em ação. Enquanto isso, mergulhadores recebiam orientação – no barco de apoio – e conscientizadores preparavam seus kits, para dar tempo de a galera chegar, junto com o sol que já começava a sair.

A cada ida e vinda dos mergulhadores, do mar à base, era aquela tristeza. "Tem muito lixo, cara!", disse um deles. "Além de latas, tem também garrafas, pedaços de ferro, embalagens plásticas…".

Um dos voluntários comentou que a praia do Porto da Barra já foi até indicada por uma revista inglesa como uma das cinco melhores e mais bonitas praias do mundo. "Mas aqui, a beleza é superficial. O mar aqui sempre foi muito sujo. Basta fazer um mergulho rápido para ver", completou ele.

Na areia

Nas areias, os promotores da Praia Redonda e Limpa distribuíam sacolas biodegradáveis e relembravam aos banhistas que lugar de lixo é no lixo. A receptividade do público era sempre grande. Mas é torcer para que, além disso, o pessoal tenha mesmo entendido que é necessário colocar em prática: cuidar para ter sempre.

"Basta um novo fim de semana agitado na cidade para que esse lixo volte ao mar", comentou um pessimista que passava. A gente quer acreditar que pode ser diferente. Até porque, foram 450 quilos de detritos retirados de cerca de 1 quilômetro de costa, a uma profundidade média de 1 a 4 metros.

Debaixo d'água

Juntaram-se aos dez Mergulhadores Redondos sete voluntários. Era gente que viu a convocação na página da galera no Facebook, como a estudante de Biologia Luciana Araújo; ou gente que estava ali, curtindo o sábado e resolveu ajudar, como o João Paulo Ribeiro.

Entre as coisas mais bizarras que nossos mergulhadores tiraram do mar estão quatro pneus, barbeadores, fones de ouvido, velas automotivas, solado, palitos de churrasquinho e até camisinha e calcinha velha!

Triste, não?

Fonte: http://www.flickr.com/photos/skolweb/4473633566/in/set-72157623590392313/

3R's. Você já ouviu falar?

postado por Aleile Moura @ 10:52 AM
1 de abril de 2010

Podemos afirmar que os esforços atualmente feitos em relação ao lixo para se reverter a situação do desperdício estão configurados nos chamados 3 R's – REDUZIR – REUTILIZAR – RECICLAR:

- REDUZIR:

A quantidade de lixo poderá ser reduzida exigindo-se materiais e produtos mais duráveis, mantendo um consumo mais racional e repartindo com outras pessoas o uso de materiais (equipamentos, jornais, livros, etc.). Sem dúvida alguma haverá uma economia de esforços na operacionalização do sistema de limpeza pública se ocorrer a redução na geração de lixo: menos lixo gerado implicará numa estrutura de coleta menor, assim como redução de custos de disposição final sendo que uma das formas de se tentar reduzir a quantidade de lixo é combatendo o desperdício.

É certo também que evitar o desperdício em uma sociedade cuja ênfase é o consumo não é uma tarefa fácil. Porém, a partir do momento em que este desperdício resulta em ônus para o Poder Público e para o contribuinte, a redução do volume de lixo significará redução de custos, além de fator decisivo na preservação dos recursos naturais. Reduzir a geração de lixo não implica, necessariamente, queda do consumo e não significa ainda diminuição na nossa qualidade de vida. Ao contrário, tende a aumentá-la.

- REUTILIZAR:

Fazendo circular os materiais que ainda possam servir a outras pessoas como roupas, móveis, aparelhos domésticos, livros, brinquedos, etc.; usando embalagens retornáveis, desenvolvendo e apoiando atividades de recuperação e conservação dos mais diversos objetos;

- RECICLAR:

É não jogar fora, é inserir um determinado produto acabado, e já utilizado para o seu fim inicial, em um novo processo de produção. A reciclagem terá cumprido o seu papel quando o resíduo, após submetido a um processo de seleção e tratamento, transformar-se em um novo produto capaz de ser comercializado no mercado.Existe, porém uma sutil diferença entre reciclar e reutilizar. Reutilizar um determinado produto significa reaproveitá-lo sem qualquer alteração física, modificando ou não o seu uso original.
Reutiliza-se embalagens de vidro de alimentos quando, consumido o produto, usa-se o recipiente para acondicionar objetos diversos, e até o mesmo produto, após a lavagem e esterilização da embalagem. Já na reciclagem o produto inicial é submetido a um processo de transformação, podendo ele ser artesanal ou industrial. Embalagens retornáveis são nesse sentido, reutilizáveis (sofrem apenas um processo de limpeza) , enquanto que as sem retorno são potencialmente recicláveis (após trituradas, os cacos servem de matéria – prima à confecção de novas embalagens.)Percebe-se hoje, mais do que nunca, que tais medidas dependem basicamente do efetivo envolvimento da população.
Nesse sentido enfatiza-se cada vez mais a educação ambiental, a participação, a consciência ambiental e a mobilização da sociedade civil.

Reciclagem. Fique atento!

postado por Aleile Moura @ 10:38 AM
1 de abril de 2010

Você sabia que cada tonelada de papel reciclado evita, em média, a derrubada de 16 a 30 árvores? O processo de reciclagem compreende a recuperação e a conversão de materiais residuais em novos produtos. Reaproveitando materiais já elaborados (como sucata de metal, papel e papelão, vidro, plástico e inclusive a parte orgânica do lixo), promovemos a conservação dos recursos naturais, a economia de energia e preservamos a capacidade dos aterros sanitários.

Embalagens:

- Adquira produtos a granel. Produtos embalados são na maioria dos casos mais caros.

- Prefira as embalagens recicláveis.

- Dê preferencia para embalagens que indicam procedência correta do produto.

- Opte pelas marcas que informam a composição da embalagem dos seus produtos.

- Evite produtos cujos recipientes não podem ser retornados ao seu local de venda.

- Utilize produtos com refil.

- Evite o isopor, essa substância é altamente tóxica.

- Não aceite que produtos alimentares sejam embrulhados em jornais, o contato do alimento à tinta de impressão possui elementos químicos prejudiciais à saúde.

Papel:

Um grande número de lixo produzido nas residências brasileiras é constituído pela abundância de papéis. Podemos minimizar adotando alguns procedimentos:

- Dar preferência por materiais fabricados com papel reciclado.

- Utilizar o máximo de papel disponível.

- Reaproveitar ao máximo envelopes, caixa de papelão, papel de xerox, etc.

- Participar de programas de coleta seletiva.

Pilhas:

As pilhas não devem ser encaminhadas para a coleta, pois contêm metais nocivos a saúde e podem contaminar o composto orgânico.
Algumas alternativas são:

- Encaminhem aos fabricantes. Eles são responsáveis pela destinação do produto.

- Reduza o consumo de pilhas, use adaptador para corrente elétrica.

Vidro:

O vidro é um material notável que proporciona diversas vantagens e pode ser devolvido e reutilizado sem limites. Como podemos reaproveitá-lo:

- Reutilizar garrafas como recipientes para guardar pregos, botões, pequenos objetos etc.

- Encaminhar para instituições que mantêm cursos de lapidação em vidro.

- Tendo que optar entre embalagens de vidro ou de plástico, opte pelo vidro.

- Participar de programas de coleta seletiva

Plástico:

Além de ser um subproduto de um recurso natural, não renovável, o petróleo, constitui uma substância que, quando abandonada no meio natural, torna-se um poderoso poluente de difícil degradação.  É possível minimizar o problema:

- Evitando os produtos fabricados com plástico usando similares feitos com outros materiais.

- Utilizando ao máximo seus objetos de plástico. Evite criar lixo com esta origem.

- Evitando o uso de sacos plásticos de supermercado. Use sacolas de pano.

- Participe dos programas de coleta seletiva.

Fonte: VEGA

Pilhas e Baterias, cuidado com elas!

postado por Aleile Moura @ 1:58 PM
30 de março de 2010

 

As pilhas e baterias apresentam em sua composição metais considerados perigosos à saúde humana e ao meio ambiente uma maneira de reduzir o impacto ambiental do uso de pilhas e baterias é a substituição de produtos antigos por novos que propiciem um maior tempo de uso, como por exemplo o uso de pilhas alcalinas ou de baterias recarregáveis no lugar de pilhas comuns.

As Pilhas e Baterias possuem metais pesados como cádmo, mercúrio, chumbo e zinco, lançadas aleatóriamente no solo, rios e lagoas,  podem causar ao homem, disfunção renal, problemas pulmonares e cerebrais, estomatite, anemia e perda de memória.

A Resolução 257/99 e 263/99 do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente) recomenda que após o seu esgotamento energético, os usuários devem entregar as pilhas e baterias aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas indústrias.

Viva essa idéia: Reduza, Reutilize, Recicle

Lixo: Um drama que vem embalado

postado por Aleile Moura @ 1:36 PM
30 de março de 2010

Em vários locais da cidade a quantidade de lixo que as pessoas depositam sem se quer observar e respeitar os horários de coleta feita pela empresa responsável pelo sistema de limpeza urbana, transforma estes locais em verdadeiros lixões a céu aberto, provocando mau cheiro e doenças na população.
Washington Novaes*
A campanha eleitoral na TV e no rádio mostra, principalmente nos grandes centros urbanos, uma temática semelhante, que quase se resume às questões dos transportes, da violência, da educação e da saúde. Quase não está presente nas propostas e discussões a questão dos resíduos, do lixo. E, no entanto, é das mais graves que enfrentam as cidades, das mais populosas às menores. Convém relembrar que já em 2002 eram coletadas 230 mil toneladas diárias só de lixo domiciliar e comercial no País (1,3 quilo por pessoa/dia), sem falar em resíduos de construções (mais que o domiciliar e comercial), lixo industrial, de estabelecimentos de saúde, lixo tecnológico e – ausência absoluta – lixo rural produzido principalmente pelos excrementos de mais de 200 milhões de cabeças de gado bovino, dezenas de milhões de suínos, bilhões de aves. Pouco se sabe também de quanto lixo urbano não é coletado. Fala-se em mais de 10 mil toneladas/dia. E em mais de metade dos municípios todos os resíduos vão para lixões a céu aberto.
 

Para demonstrar a gravidade da situação basta relembrar que a cidade de São Paulo está com seus aterros esgotados e terá de definir, em curtíssimo prazo, onde depositará as pelo menos 14 mil toneladas diárias de lixo domiciliar e comercial que gera. Curitiba também esgotou seu aterro. Belo Horizonte tem de mandar seu lixo para dezenas de quilômetros de distância. O Rio de Janeiro, que não tem área no município para colocar suas 9 mil toneladas diárias de resíduos e esgotou o Aterro de Gramacho – onde já há trincas perigosas e expulsão do lodo da base (era um manguezal) por causa do excesso de peso acumulado -, tenta licenciar outro aterro em Paciência. Convém lembrar ao eleitorado de todas essas cidades o que aconteceu em Nova York (EUA), que deixou esgotar seu aterro e tem de mandar 12 mil toneladas diárias para mais de 500 quilômetros de distância, em caminhões. Ou em Toronto (Canadá), que também manda 3 mil toneladas diárias para mais de 800 quilômetros de distância, em trem diário especial. A custos astronômicos.

Não bastasse o volume do lixo, é preciso acrescentar que a reutilização e reciclagem de materiais no País é muito insuficiente. As estatísticas dizem que só se reciclam em empresas 45,5% (2,8 milhões de toneladas/ano) do papel e papelão descartados, 45% do vidro, 24,2% das embalagens longa-vida (9,2 bilhões), 1 milhão de toneladas de plásticos e 95% das latas de alumínio. As usinas públicas de reciclagem paulistanas operam com menos de 1% do lixo total. E a esse panorama assustador veio, há poucas semanas, agregar-se mais uma preocupação: a liberação, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do uso de embalagens de PET para acondicionar alimentos e bebidas. Hoje, quase 50% do PET usado no País já não é reciclado. E se toda a produção de cervejas no País (9 bilhões de litros/ano) passar a ser envasada em PET, serão descartados entre 14 bilhões e 18 bilhões anuais de garrafas – agravando o problema dos aterros e das embalagens não recolhidas, já que não há retorno e reutilização. Não se sabe ainda como se resolverá juridicamente a questão de haver sido concedida pela Justiça Federal, em Marília (SP), medida que exige aprovação, pelo Ibama, de estudo de impacto ambiental para essa utilização do PET em cervejas.

Também no âmbito do projeto de Política Nacional de Resíduos Sólidos enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional não se vê otimismo. Isso ficou patente em recente seminário promovido no Rio de Janeiro pelo Movimento PET Consciente. O relator da matéria, deputado Arnaldo Jardim, mostrou ali que se prevê uma "logística reversa" a ser implantada nas cadeias produtivas para dar destinação a embalagens; mas isso só será decidido, na prática, numa regulamentação posterior ao projeto. E a experiência mostra, em projetos anteriores, que esse caminho tem sido barrado no Legislativo pela força dos lobbies dos setores interessados. Segundo o deputado, a responsabilidade do gerador de resíduos em geral "cessa com a disponibilização adequada dos resíduos sólidos para a coleta". Será lamentável se for esse o rumo decidido. Porque não haverá solução para o problema se todo gerador de resíduos (industrial, comercial, domiciliar, rural, tecnológico e qualquer outro) não arcar com o custo da coleta e destinação – como a experiência em muitos países tem demonstrado (e é lamentável que a reduzida discussão sobre esse tema na capital paulista se resuma à afirmação da ex-prefeita de que se arrepende de haver criado a "taxa do lixo", abolida pela administração posterior – a criação é que era correta e imprescindível).

No mesmo seminário, o professor Gil Anderi, da Universidade de São Paulo, sugeriu que se crie uma taxa por produto descartado "proporcional ao impacto ambiental". E este deveria ser avaliado por uma "análise do ciclo de vida" do produto: no caso do PET, o impacto desde a extração do petróleo, a refinação, a produção da resina, sua transformação em embalagem e até o impacto na reciclagem (energia, água, transporte, etc.). Para isso seria preciso implantar um banco de dados regional por produto, que no caso do PET levasse em conta 13 possíveis utilizações e cinco opções diferentes de garrafas.

Seja como for, não será possível avançar – como assinalou no seminário o jornalista André Trigueiro – "sem que se explicitem os conflitos". Eles precisam ser discutidos. Talvez um caminho seja o proposto pelo Movimento PET Consciente: moratória em novas utilizações do PET, até que se alcance o índice mínimo de 80% na reciclagem; e a indústria de bebidas ter obrigatoriamente pelo menos 50% de sua produção envasada em embalagens retornáveis – sejam elas de vidro, PET, alumínio ou outras.

Washington Novaes é jornalista. (Artigo originalmente publicado pelo jornal O Estado de S.Paulo em 29/08/2008)

Capacidade esgotada nos lixões *

postado por Aleile Moura @ 1:33 PM
30 de março de 2010

 

Prefeitos de 14 municípios paulistas precisam encontrar a solução, ainda neste ano, para o destino final do lixo produzido pela população. Em cidades com mais de 100 mil habitantes, um em cada três aterros está com a capacidade esgotada e apresenta séria ameaça à saúde pública e ao meio ambiente. Desde 2008, o governo estadual interditou oito aterros (Itapecerica da Serra, Araras, Itanhaém, Mongaguá, Embu-Guaçu, Mairinque, Itapuí e Monte Alto) e, agora, acompanha de perto a situação de outros 29 que funcionam em péssimas condições e poderão ser fechados se metas de melhoria não forem cumpridas.

A falta de áreas apropriadas para o descarte do lixo, o custo das novas tecnologias capazes de ampliar a vida útil dos aterros e o alto preço cobrado pelo transporte dos resíduos sempre foram as justificativas das administrações municipais para o adiamento da instalação de uma estrutura eficaz de depósito do lixo. Mas, a partir da publicação, em novembro de 2007, da Resolução 50, que obriga os municípios a apresentar um plano de recuperação de seus lixões, a questão passou a ser prioritária.

As novas normas baseiam o Projeto Ambiental Estratégico Lixo Mínimo, conduzido pelo governo estadual com o objetivo de estimular melhorias nos pontos controlados e buscar soluções de gestão regionalizadas e integradas, para acabar com todos os aterros que não tenham condições adequadas.

A Cetesb acompanha a situação nos 645 municípios paulistas e, há 11 anos, produz o Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Domiciliares, que, em 2007, apontou a existência de 143 lixões inadequados no Estado. No ano passado, o número caiu para 137 e, de acordo com o relatório que será divulgado no fim do mês, o avanço foi expressivo: 108 dos aterros vistoriados pela Cetesb deixaram o grupo dos piores.

O que poderia ser motivo de comemoração, no entanto, pode apontar falhas nas avaliações. Em Itapetininga, por exemplo, técnicos da Cetesb vistoriaram, em novembro, o aterro sanitário local que, até então, tinha nota 0,5, numa escala de 0 a 10, o que deveria ter levado à interdição do local. Mas o prefeito Roberto Ramalho (PMDB) se reuniu com autoridades estaduais para pedir apoio para a construção de um novo aterro. Surpreendentemente, o aterro foi considerado como muito próximo do adequado, embora nenhuma grande obra tenha sido realizada no local. Em fevereiro, reportagem do Estado mostrou que o aterro continuava com o lixo a céu aberto, atraindo moscas e urubus e produzindo chorume que escorria para um córrego próximo.

Conforme a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, são comuns as manobras das prefeituras para maquiar a situação dos aterros. Para o inventário de 2010, os critérios serão mais amplos e permanentes e incluem a gestão global do lixo, a coleta seletiva, reciclagem e plano de disposição de inertes, entre outros itens.

Essa é uma determinação que pode efetivamente melhorar a situação. O acondicionamento, a coleta, o tratamento, o transporte e a destinação final, avaliados conjunta e integralmente, permitem que o governo estadual amplie a participação dos vários setores da população na discussão dos padrões atuais de produção e consumo e de preservação do meio ambiente.

A fiscalização mais apurada sobre as prefeituras estimulará mudanças na forma de condução da questão do lixo que deixará de ser problema local e se tornará indutor do desenvolvimento econômico, social e ambiental. Necessitada do apoio do setor privado, a administração local poderá conceder incentivos fiscais para quem gerar menos resíduos. Abrem-se oportunidades de novos negócios a partir da reciclagem ou do aproveitamento da energia elétrica gerada a partir do lixo. Criam-se postos de trabalho e, consequentemente, há maior inserção social. É possível, ainda, estimular a adoção de processos mais limpos e da chamada ecoeficiência nas empresas e de campanhas de conscientização da população sobre o desperdício. O que é preciso é frear, já, a multiplicação dessa grande ameaça à saúde pública e ao meio ambiente que são os lixões a céu aberto.

* Editorial do jornal O Estado de S. Paulo de 19/03/2009

Seminário Salvador, Cidade Limpa

postado por Aleile Moura @ 5:02 PM
29 de março de 2010

Salvador,  Cidade Limpa reunirá diversas autoridades, incluindo a ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, no dia 30 de março, na Câmara Municipal dos Vereadores

 Em meio à época das chuvas, Salvador, assim como tantas outras capitais brasileiras, sofre com o problema das inundações. Bastam alguns minutos para as ruas da cidade ficarem praticamente submersas e causarem inúmeros transtornos à população. Entre os principais responsáveis pelas inundações está o lixo jogado nas ruas, que obstrui canais e bueiros, evitando o escoamento da água. Para discutir a questão da limpeza urbana e encontrar alternativas para atingir o desenvolvimento sustentável, o Grupo A TARDE e a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública (ABLP) convidam autoridades, imprensa e entidades ambientais a participarem do seminário Salvador – Cidade Limpa, no dia 30 de março, das 8h às 13h, na Câmara Municipal de Vereadores.

 Entre os palestrantes convidados a participar do evento estão Carlos Rossin, da Price (Gestão da Limpeza Urbana: um invesimento para o futuro das cidades), Cristina Seixas, do Ministério Público (Reciclagem de resíduos), Ariovaldo Caodaglio, da ABLP (Cidade Limpa) e a ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, que contará os problemas e soluções encontradas para lidar com a questão das inundações.

 

Fonte: http://cidadelimpa.atarde.com.br/

 

http://terraambiental.blogspot.com

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