quinta-feira, 29 de abril de 2010

FIQUE ATENTO: ÁREAS POSSÍVEIS DE SEREM DESAPROPRIADAS EM SALVADOR


29/04/2010 às 07:25
  | ATUALIZADA às 16:13 |

Confira os mapas das regiões sob ameaça de desapropriação

Rita Conrado, do A Tarde

Editoria de Arte | A Tarde
Área na região do Lucaia faz parte dos mais de 5 milhões de m² que podem ser desapropriados
Área na região do Lucaia faz parte dos mais de 5 milhões de m² que podem ser desapropriados
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A reportagem de A TARDE teve acesso, com exclusividade, aos mapas de localização dos 19 trechos da cidade declarados de utilidade pública, para fins de desapropriação, pela Prefeitura de Salvador, que totalizam uma área superior a cinco milhões de metros quadrados (clique aqui e confira todos). Os decretos municipais, publicados nos dias 9, 17 e 20 de abril, não especificaram localização nem destinação dos espaços a serem desapropriados.
 
Com a publicação dos mapas de localização, A TARDE antecipa-se à Prefeitura de Salvador, que, por exigência do Ministério Público do Estado (MP-BA), estará dando informações precisas sobre os locais atingidos no site oficial da prefeitura até o final da semana. O MP-BA deu um prazo de 10 dias úteis para a anulação ou republicação dos decretos municipais.  

Intervenções - O material obtido por A TARDE mostra a demarcação de áreas onde, segundo a Prefeitura de Salvador, serão implantados projetos de mobilidade urbana, com vista à Copa do Mundo de 2014. No entanto, os mapas revelam que serão feitas  intervenções fora dos locais por onde passarão a Linha Viva e a Avenida Atlântica, vias paralelas à Avenida Luiz Viana Filho (Av. Paralela), corredores de tráfego que cobrirão o trecho Iguatemi-Aeroporto Internacional, únicos projetos prontos para a implantação, segundo a prefeitura.

Fora de área
- Há trechos demarcados como de utilidade pública em regiões afastadas dos locais onde os projetos serão implantados, como o Campo Grande e a Avenida Paulo VI, na Pituba. Chama a atenção, ainda, a existência de equipamentos públicos dentro dos trechos que correm risco de desapropriação. A Estação Mussurunga, de transbordo de passageiros do transporte coletivo, é um deles.

Apesar dos questionamentos da reportagem, a Prefeitura de Salvador limitou-se, ontem, a informar que os mapas de localização serão publicados na próxima segunda-feira no Diário Oficial do Município e que já estarão disponíveis ao público neste final de semana, no portal www. salvador.ba.gov.br. Nos decretos municipais que foram publicados, apenas as coordenadas cartográficas dessas regiões foram especificadas, provocando o MP-BA, que exigiu clareza nas publicações e a anulação  da medida tomada pela Prefeitura Municipal de Salvador.

Desconhecimento
- O MP-BA confirmou, nesta quarta-feira, 28, um primeiro contato com a prefeitura, que reafirmou à promotora Rita Tourinho, do Grupo de Defesa do Patrimônio Público e Combate à Improbidade Administrativa, que haverá a republicação dos decretos. "Vamos aguardar  as informações sobre a localização das áreas e para que serão destinadas", afirmou a promotora, que vê como consequência da formatação equivocada dos decretos a inquietação dos proprietários de imóveis.

A reportagem de A TARDE esteve em alguns locais demarcados nos mapas de localização e constatou  desconhecimento por parte de moradores e comerciantes.  Ontem, o titular da Secretária Extraordinária para Assuntos da Copa (Secopa), Ney Campello, disse desconhecer projetos voltados para a Copa além dos que tratam de obras na Av. Paralela e no entorno da Fonte Nova.
 
 

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Dória: crescimento econômico deve se aliar ao meio ambiente




21 de abril de 2010 17h54
 
Laryssa Borges
Direto de Comandatuba
O presidente do LIDE, grupo de Líderes Empresariais, João Dória Jr, defendeu nesta quarta-feira, ao chegar para o Fórum de Comandatuba, na Bahia, que o crescimento econômico brasileiro seja aliado a políticas voltadas ao meio-ambiente, uma forma, segundo ele, de garantir o desenvolvimento do País de forma mais equilibrada.

"O crescimento econômico do País não pode abandonar a sustentabilidade ambiental. O País não pode crescer sem o meio-ambiente", afirmou, destacando que setores representativos da sociedade devem assumir o papel de discutir corriqueiramente políticas ambientalmente sustentáveis.

O Fórum de Comandatuba reunirá 700 convidados entre ministros, parlamentares, empresários e artistas para debater, além de políticas de desenvolvimento que preservem o meio ambiente, projetos esportivos como fator de desenvolvimento para que o Brasil possa sediar satisfatoriamente a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Mecanismos para se aliar ética à gestão pública principalmente em um ano eleitoral, informou Dória, também será alvo de um dos seminários, comandado pelo empresário Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Grupo Gerdau, e pelo professor e presidente do INDG (Instituto de Desenvolvimento Gerencial), Vicente Falconi.

"Ética e eficiência, ainda mais em um ano de eleições, também são temas importantes para se discutir. É como ajudar o gestor público a melhorar sua eficiência. Sempre podemos sair do fórum melhor do que entramos", resumiu o presidente do LIDE.

 

Fonte: http://invertia.terra.com.br/forumdesustentabilidade/2010/noticias/0,,OI4393474-EI15436,00-Doria+crescimento+economico+deve+se+aliar+ao+meio+ambiente.html

Prefeito e ministra do Meio Ambiente visitam o Parque Nacional da Tijuca


 

Município vai receber mais R$ 10 milhões para a recuperação do parque

Rio - O prefeito Eduardo Paes visitou nesta tarde, ao lado da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira e de secretários municipais, o Parque Nacional da Tijuca, um dos pontos da cidade mais afetados pelas chuvas da semana passada. A comitiva sobrevôou a região e percorreu, a pé, um trecho da comunidade Guararapes. Durante a visita, a ministra anunciou o repasse de mais R$ 10 milhões ao Município do Rio para a recuperação do parque (além dos R$ 5 milhões já repassados à Prefeitura).

Em entrevista à imprensa, o prefeito enalteceu o esforço conjunto dos três níveis de governo em prol da cidade e informou que a prioridade agora é investir em obras de contenção de encostas e liberação das vias.
 
"A partir de agora, com os R$ 100 milhões disponibilizados pelo Governo Federal, mais os recursos da Prefeitura, será possível ter a cidade totalmente recuperada a um passo de quatro a seis meses. Mas, independente dos recursos, as obras já estavam em andamento, através dessa parceria que já acontece desde o primeiro momento", disse o prefeito, informando que os R$ 15 milhões destinados ao Parque Nacional da Tijuca serão investidos, prioritariamente, em contenção de encostas e liberação das vias.
 
O prefeito do Rio também anunciou a liberação dos acessos ao Parque Nacional da Tijuca e ao Cristo Redentor, bloqueados após os deslizamentos causados pelas chuvas.
 
"Até amanhã, teremos um acesso liberado ao Cristo Redentor, mas somente para serviços. Até segunda ordem, o parque continua fechado. Além disso, a Geo-Rio está trabalhando na desobstrução de pelo menos uma pista para que os carros de serviço tenham acesso. Na próxima semana, teremos condições de dizer quando o parque estará definitivamente aberto. Nosso esforço é para que o mais rápido possível nós possamos devolver à população o direito de usar o Parque Nacional da Tijuca e de acessar o Cristo Redentor, afirmou.
 
A ministra do Meio Ambiente reiterou o apoio do Governo Federal à Cidade do Rio de Janeiro, afirmando que o que aconteceu ao Parque Nacional da Tijuca foi "lamentável".
 
"No sobrevôo observamos coisas absolutamente tristes, o que é lamentável, pois se trata, além do risco à natureza, de um parque urbano com áreas ocupadas. Por isso, o que vai acontecer agora será uma intervenção emergencial. O Governo Federal está adicionando mais R$ 10 milhões direcionados ao Parque da Tijuca para recuperar não apenas o que deslizou, mas também para a implantação de ações de prevenção e de um sistema de controle de emergências", disse a ministra, que deu mais detalhes sobre o novo sistema.
 
"Será o primeiro parque do Brasil a ter mapeamento de áreas críticas, com um plano de contigenciamento através da parceria entre os governos municipal e estadual. Esse plano de contingência será definido a partir de mapeamentos. A partir daí, se estudará a estratégia", afirmou.
 
A ministra também anunciou a implantação do Programa Parques do Brasil no Rio.
 
"É um projeto que já vinha sendo pensado e estudado em relação à Copa do Mundo. Através do programa, os estados das cidades-sede da Copa do Mundo terão seus parques reformados e remodelados para receber os visitantes e se tornarem referência para todo o mundo. Acho, inclusive, que o Parque da Tijuca será o parque-modelo do Brasil, além do Parque Nacional do Iguaçu. Esse local é um dos pontos de referência do Brasil no mundo, e temos que preservá-lo", afirmou.

 

Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/4/prefeito_e_ministra_do_meio_ambiente_visitam_o_parque_nacional_da_tijuca_75560.html
 

Cúpula do Clima na Bolívia defende tribunal climático e referendo ambiental


 

COCHABAMBA, Bolívia — A criação de um tribunal climático e a realização de um referendo mundial sobre meio ambiente foram propostas na Cúpula do Clima alternativa que se celebra em Cochabamba, cidade da região central da Bolívia, da qual participam 20 mil ativistas dos cinco continentes, segundo os organizadores.

Coincidindo esta quinta-feira com o "Dia da Terra", a Conferência dos Povos sobre as Mudanças Climáticas expressou o desejo de justiça ambiental para as populações, frequentemente pobres, cujos litorais, água e agricultura sofrem os efeitos do aquecimento global.

A conferência transcorreu durante três dias em meio a discursos muitas vezes estridentes, como o do presidente anfitrião, Evo Morales, que declarou "ou morre o capitalismo, ou morre o planeta".

Morales e seu colega venezuelano, Hugo Chávez, expoentes da esquerda antiliberal, fecham este encontro com a iniciativa histórica - embora ainda mais simbólica do que concreta - de propor a realização de um referendo mundial sobre o clima, a ser celebrado no próximo Dia da Terra, 22 de abril de 2011.

Segundo documentos aprovados na quarta-feira, a votação seria organizada em certos países com o apoio dos governos, e em outros através de movimentos sociais, sindicatos e ONGs.

As cinco perguntas revelam um misto de generalização e utopia, como por exemplo, "Está de acordo em abandonar o modelo de superprodução e consumismo para restabelecer a harmonia com a natureza?" ou "Está de acordo em transferir os gastos de guerra para um orçamento para a defesa do planeta?".

Segundo os promotores da iniciativa, a votação visaria a participação de 50% da população em idade de votar, ou seja, dois bilhões de pessoas.

Outro tema discutido na conferência remete à "criação de um tribunal de Justiça climática para julgar os que destroem a Mãe Terra".

Este tribunal, que julgaria Estados, empresas ou pessoas, é uma reivindicação expressa do Fórum de Cochabamba, que será transmitida à próxima Cúpula da ONU sobre o Clima, prevista para dezembro próximo, no México.

O fórum pediu, esta quinta-feira, a adoção de uma meta obrigatória de redução de 50% das emissões de gases causadores do efeito estufa daqui até 2020, nas recomendações que serão enviadas à conferência climática das Nações Unidas.

Com esta redução, segundo o embaixador da Bolívia na ONU, Pablo Solón, a elevação da temperatura do planeta poderia ser limitada a 1,5 grau e não aos 2 fixados em Copenhage, um objetivo impossível neste momento devido aos compromissos individuais anunciados até agora por diferentes países.

Também significa um desejo da esquerda no mundo em desenvolvimento ocupar politicamente a área climática, um tema que será determinante nos próximos anos.

O desejo de realização do referendo e da criação do tribunal, bem como do 'Movimento Internacional para a Defesa da Mãe Terra', que o presidente Morales pretende lançar, visam a gerar uma pressão popular para influenciar a adoção de decisões radicais sobre o clima.

"Hoje em dia é mais importante defender os direitos da Mãe Terra do que defender os direitos humanos", visto que fundamentalmente são a mesma coisa, disse Morales.
 

Segundo acusado de pichar Cristo é indiciado por crime ambiental

25/04/2010 10h36 - Atualizado em 25/04/2010 10h36

 

Edmar Batista de Carvalho se apresentou à polícia no sábado (24).
Estátua amanheceu pichada na quinta (15) em parte dos braços e na face.

Do G1 RJ

Braço do Cristo é pichadoFace e parte do braço da estátua amanheceram
pichados na quinta-feira (15) (Foto: Marco Antônio
Teixeira/Agência O Globo)

A Polícia Civil informou, neste domingo (25), que o segundo acusado de pichar a estátua do Cristo Redentor, Edmar Batista de Carvalho, de 24 anos, foi indiciado por crime ambiental. No sábado (24), ele se apresentou à polícia, na Delegacia de Meio Ambiente, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.

Antes de se apresentar, Edmar procurou apoio na Assembleia de Deus dos últimos Dias (Adud). Ele chegou acompanhado de um advogado. Segundo a polícia, o rapaz confessou o crime e repetiu a versão do outro acusado, de que o ato foi um protesto.

Na quinta-feira (22), o pintor de paredes Paulo Souza dos Santos, de 28 anos,  já tinha se apresentado à polícia. De acordo com a polícia, ele também confessou que pichou o monumento. Os dois acusados aguardam decisão da Justiça em liberdade.

"Ele está sendo indiciado, o que não impede a Justiça de emitir a prisão a qualquer momento. Pelos delitos que colhemos até aqui, a pena seria a prestação de serviços comunitários. Mas agora cabe à Justiça", declarou, na época, a delegada titular da DPMA, Juliana Emerique.

Antes de se apresentar, Edmar Batistas de Carvalho procurou apoio na Assembléia de Deus dos últimos Dias (Adud). De acordo com a polícia, ele foi indiciado e também deve ser liberado após prestar depoimento. Após análises na delegacia, os agentes checaram que o rapaz não possui antecedentes criminais.

A estátua do Cristo Redentor amanheceu pichada na quinta-feira (15) em parte dos braços e na face. As pichações diziam "Onde está a engenheira Patrícia?" e "Quando os gatos saem os ratos fazem a festa". O pintor Paulo Souza dos Santos tentou se justificar afirmando que o ato foi um protesto para alertar sobre pessoas desaparecidas.

'Só quis fazer um protesto', diz pichador
Na quinta-feira (22), ao deixar a delegacia, Paulo afirmou que esta não foi a primeira vez que ele pichou na sua vida. "Na minha adolescência, época de moleque, tinha rabiscado linha de trem, mas nada sério. Depois segui a carreira militar e parei com isso. Só quis fazer um protesto, sei que estou errado e peço mais uma vez desculpas à população", declarou ele.

A cabeça da estátua ainda tem vestígios das pichações.Estátua ainda tem vestígios das pichações
(Foto: Letícia von Krüger Pimentel/Iphan)

A delegada ressaltou que, por ter sido um caso de repercussão mundial, a Justiça deverá ter "uma resposta o mais rápido possível". Paulo, segundo ela, colaborou fornecendo muitos detalhes no depoimento.

Morador de Santa Cruz, na Zona Oeste, Paulo é casado, pai de um filho de 4 anos. A mulher do ex-soldado do Exército está grávida de quatro meses. Segundo ele, sua família ficou indignada quando soube que ele era o autor da pichação.

Sem querer comprometer o outro rapaz que teria participado da pichação – "Eu respondo por mim" -, Paulo não sabe explicar bem por que pichou as frases "Onde está a engenheira Patrícia" e "Quando os gatos saem os ratos fazem a festa" deixadas no monumento.

"Pensei em colocar uma faixa, só depois resolvi fazer a pichação com o spray que estava comigo", contou o pintor. No entanto, admite que, quando viu as câmeras de seguranças – não sabia que estavam desligadas – cobriu o rosto com a camisa antes de subir nos andaimes das obras de reforma da estátua.

O advogado Alexandre Magalhães, que acompanhou as declarações do pintor ao lado do pastor Marcos e do cantor Waguinho, integrante da Igreja Assembleia dos Últimos Dias, espera que ele responda pelas acusações em liberdade.

Crimes
De acordo a delegada, ele foi indiciado por dois delitos: injúria por preconceito, por atentar contra um monumento religioso (pena de 1 a 4 anos de prisão, além de multa); e crime ambiental, pelo ato de pichar (de 6 meses a 1 ano de prisão, além de multa).

A assinatura feita por Paulo é "Aids". Essa inscrição, segundo a delegada, também foi encontrada no túmulo do jornalista Irineu Marinho. As outras assinaturas identificadas no Cristo eram "LBU" e "Zabo". Esta última seria o apelido de Edmar Batista Carvalho. A outra pertence a um grupo de pichadores ou apenas de uma pessoa.

Outro túmulo que também recebeu a pichação com uma dessas inscrições foi o do apresentador Chacrinha.

"Ele está disposto a se apresentar e contar toda a verdade. É trabalhador e tem residência fixa. Além disso, não tem passagem pela polícia", disse o advogado.

 

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/04/segundo-acusado-de-pichar-cristo-e-indiciado-por-crime-ambiental.html

A Natureza em números



Clique para ver essa incrível animação que une a matemática com a natureza.

Enviado por Almiro Leal/BA

O que houve com Aldo Rebelo e nosso código florestal?




Caso tenha problemas para visualizar o email acesse o link:
http://www.greenpeace-comunicacao.org.br/intranet/boletim/boletim/20100420_562.html

Greenpeace Ciberativismo
   20 de Abril de 2010
   
  O que houve com Aldo Rebelo e nosso código florestal?

Você, ciberativista, fez pressão on-line e deu resultado: depois de receber milhares de e-mails em poucos dias, o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), relator da Comissão Especial que tenta alterar o Código Florestal, resolveu olhar melhor onde está pisando.

Na última terça-feira, o deputado não entregou o documento com mudanças sugeridas para o Código Florestal, lei que protege as florestas brasileiras. Ele até tentou dividir a responsabilidade com os membros da comissão especial, principalmente ruralistas, e disse que entregará o relatório quando eles quiserem. Mas a verdade é que Aldo Rebelo ainda tem o relatório – e o destino das florestas do país - em suas mãos.

Muito obrigado a você que enviou um e-mail ao Aldo pedindo para que ele não altere o Código Florestal. Você mostrou que a legislação ambiental não pode ser alterada para beneficiar a apenas alguns interesses, como os da bancada da motosserra.

Se você está se inteirando do assunto agora, segue um resumo do que está acontecendo:

Aldo tinha a intenção de apresentar seu relatório na terça-feira passada, dia 13 de abril, compilando os diferentes projetos em torno do Código Florestal em uma única proposta. Mas, durante a audiência, ele mudou seu discurso.

Disse que sentiu "o peso da responsabilidade" (com certeza - o peso de milhares de mensagens de protesto) e afirmou que nem sequer pediu a relatoria. Avisou que o assunto não era sua especialidade, assumindo que não tem conhecimento aprofundado sobre o Código Florestal e precisou estudar.

Apesar dessa declaração, já é possível ouvir o barulho da motosserra quando Aldo fala sobre nossas florestas.

Pelos seus depoimentos à imprensa, podemos esperar que sua proposta favoreça os grandes desmatadores, que desejam empurrar a agricultura e a pecuária para dentro da Amazônia e para o que sobrou de vegetação nativa em outros biomas brasileiros, pisando nos interesses dos brasileiros: a preservação da natureza.

Então, se você ainda não assinou a petição on-line, ainda dá tempo e é muito importante. A história não acabou.

Aproveite e navegue pelo novo site do Greenpeace, que permite a você participar de outras ações e exercer seu lado ativista.


Rafael Cruz
Coordenador da campanha da Amazônia
Greenpeace


 
 

E mais:
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terça-feira, 27 de abril de 2010

O Brasil que muito brasileiro prefere desconhecer.





 


POSTE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA 100% ALIMENTADO POR ENERGIA EÓLICA E SOLAR

Por GEVAN OLIVEIRA


Empresário cearense desenvolve o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energia eólica e solar

Não tem mais volta. As tecnologias limpas – aquelas que não queimam combustível fóssil – serão o futuro do planeta quando o assunto for geração de energia elétrica. E, nessa onda, a produção eólica e solar sai na frente, representando importantes fatias na matriz energética de vários países europeus, como Espanha, Alemanha e Portugal, além dos Estados Unidos. Também está na dianteira quem conseguiu vislumbrar essa realidade, quando havia apenas teorias, e preparou-se para produzir energia sem agredir o meio ambiente. No Ceará, um dos locais no mundo com maior potencial energético (limpo), um 'cabeça chata' pretende mostrar que o estado, além de abençoado pela natureza, é capaz de desenvolver tecnologia de ponta.

O professor Pardal cearense é o engenheiro mecânico Fernandes Ximenes, proprietário da Gram-Eollic, empresa que lançou no mercado o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energias eólica e solar. Com modelos de 12 e 18 metros de altura (feitos em aço), o que mais chama a atenção no invento, tecnicamente denominado de Produtor Independente de Energia (PIE), é a presença de um avião no topo do poste.

Feito em fibra de carbono e alumínio especial – mesmo material usado em aeronaves comerciais –, a peça tem três metros de comprimento e, na realidade, é a peça-chave do poste híbrido. Ximenes diz que o formato de avião não foi escolhido por acaso. A escolha se deve à sua aerodinâmica, que facilita a captura de raios solares e de vento. "Além disso, em forma de avião, o poste fica mais seguro. São duas fontes de energia alimentando-se ao mesmo tempo, podendo ser instalado em qualquer região e localidade do Brasil e do mundo", esclarece.

Tecnicamente, as asas do avião abrigam células solares que captam raios ultravioletas e infravermelhos por meio do silício (elemento químico que é o principal componente do vidro, cimento, cerâmica, da maioria dos componentes semicondutores e dos silicones), transformando-os em energia elétrica (até 400 watts), que é armazenada em uma bateria afixada alguns metros abaixo. Cumprindo a mesma tarefa de gerar energia, estão as hélices do avião. Assim como as naceles (pás) dos grandes cata-ventos espalhados pelo litoral cearense, a energia (até 1.000 watts) é gerada a partir do giro dessas pás.

Cada poste é capaz de abastecer outros três ao mesmo o tempo. Ou seja, um poste com um "avião" – na verdade um gerador – é capaz de produzir energia para outros dois sem gerador e com seis lâmpadas LEDs (mais eficientes e mais ecológicas, uma vez que não utilizam mercúrio, como as fluorescentes compactas) de 50.000 horas de vida útil dia e noite (cerca de 50 vezes mais que as lâmpadas em operação atualmente; quanto à luminosidade, as LEDs são oito vezes mais potentes que as convencionais). A captação (da luz e do vento) pelo avião é feita em um eixo com giro de 360 graus, de acordo com a direção do vento.

À prova de apagão

Por meio dessas duas fontes, funcionando paralelamente, o poste tem autonomia de até sete dias, ou seja, é à prova de apagão. Ximenes brinca dizendo que sua tecnologia é mais resistente que o homem: "As baterias do poste híbrido têm autonomia para 70 horas, ou seja, se faltarem vento e sol 70 horas, ou sete noites seguidas, as lâmpadas continuarão ligadas, enquanto a humanidade seria extinta porque não se consegue viver sete dias sem a luz solar".

O inventor explica que a ideia nasceu em 2001, durante o apagão. Naquela época, suas pesquisas mostraram que era possível oferecer alternativas ao caos energético. Ele conta que a caminhada foi difícil, em função da falta de incentivo – o trabalho foi desenvolvido com recursos próprios. Além disso, teve que superar o pessimismo de quem não acreditava que fosse possível desenvolver o invento. "Algumas pessoas acham que só copiamos e adaptamos descobertas de outros. Nossa tecnologia, no entanto, prova que esse pensamento está errado. Somos, sim, capazes de planejar, executar e levar ao mercado um produto feito 100% no Ceará. Precisamos, na verdade, é de pessoas que acreditem em nosso potencial", diz.

Mas esse não parece ser um problema para o inventor. Ele até arranjou um padrinho forte, que apostou na ideia: o governo do estado. O projeto, gestado durante sete anos, pode ser visto no Palácio Iracema, onde passa por testes. De acordo com Ximenes, nos próximos meses deve haver um entendimento entre as partes. Sua intenção é colocar a descoberta em praças, avenidas e rodovias.

O empresário garante que só há benefícios econômicos para o (possível) investidor. Mesmo não divulgando o valor necessário à instalação do equipamento, Ximenes afirma que a economia é de cerca de R$ 21.000 por quilômetro/mês, considerando-se a fatura cheia da energia elétrica. Além disso, o custo de instalação de cada poste é cerca de 10% menor que o convencional, isso porque economiza transmissão, subestação e cabeamento. A alternativa teria, também, um forte impacto no consumo da iluminação pública, que atualmente representa 7% da energia no estado. "Com os novos postes, esse consumo passaria para próximo de 3%", garante, ressaltando que, além das vantagens econômicas, existe ainda o apelo ambiental. "Uma vez que não haverá contaminação do solo, nem refugo de materiais radioativos, não há impacto ambiental", finaliza Fernandes Ximenes.


Vento e sol


Com a inauguração, em agosto do ano passado, do parque eólico Praias de Parajuru, em Beberibe, o Ceará passou a ser o estado brasileiro com maior capacidade instalada em geração de energia elétrica por meio dos ventos, com mais de 150 megawatts (MW). Instalada em uma área de 325 hectares, localizada a pouco mais de cem quilômetros de Fortaleza, a nova usina passou a funcionar com 19 aerogeradores, capazes de gerar 28,8 MW. O empreendimento é resultado de uma parceria entre a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a empresa Impsa, fabricante de aerogeradores. Além dessa, a parceria prevê a construção de dois outros parques eólicos – Praia do Morgado, com uma capacidade também de 28,8 MW, e Volta do Rio, com 28 aerogeradores produzindo, em conjunto, 42 MW de eletricidade. Os dois parques serão instalados no município de Acaraú, a 240 quilômetros de Fortaleza.

Se no litoral cearense não falta vento, no interior o que tem muito são raios solares. O calor, que racha a terra e enche de apreensão o agricultor em tempos de estiagem, traz como consolo a possibilidade de criação de emprego e renda a partir da geração de energia elétrica. Na região dos Inhamuns, por exemplo, onde há a maior radiação solar de todo o país, o potencial é que sejam produzidos, durante o dia, até 16 megajoules (MJ – unidade de medida da energia obtida pelo calor) por metro quadrado.

Essa característica levou investidores a escolher a região, especificamente o município de Tauá, para abrigar a primeira usina solar brasileira. O projeto está pronto e a previsão é que as obras comecem no final deste mês. O empreendimento contará com aporte do Fundo de Investimento em Energia Solar (FIES), iniciativa que dá benefícios fiscais para viabilizar a produção e comercialização desse tipo de energia, cujo custo ainda é elevado em relação a outras fontes, como hidrelétricas, térmicas e eólicas.

A usina de Tauá será construída pela MPX – empresa do grupo EBX, de Eike Batista – e inicialmente foi anunciada com uma capacidade de produção de 50 MW, o que demandaria investimentos superiores a US$ 400 milhões. Dessa forma, seria a segunda maior do mundo, perdendo apenas para um projeto em Portugal. No entanto, os novos planos da empresa apontam para uma produção inicial de apenas 1 MW, para em seguida ser ampliada, até alcançar os 5 MW já autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os equipamentos foram fornecidos pela empresa chinesa Yingli.

Segundo o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Antônio Balhmann, essa ampliação dependerá da capacidade de financiamento do FIES. Aprovado em 2009 e pioneiro no Brasil, o fundo pagaria ao investidor a diferença entre a tarifa de referência normal e a da solar, ainda mais cara. "A energia solar hoje é inviável financeiramente, e só se torna possível agora por meio desse instrumento", esclarece. Ao todo, estima-se que o Ceará tem potencial de geração fotovoltaica de até 60.000 MW.

Também aproveitando o potencial do estado para a energia solar, uma empresa espanhola realiza estudos para definir a instalação de duas térmicas movidas a esse tipo de energia. Caso se confirme o interesse espanhol, as terras cearenses abrigariam as primeiras termossolares do Brasil. A dimensão e a capacidade de geração do investimento ainda não estão definidas, mas se acredita que as unidades poderão começar com capacidade entre 2 MW a 5 MW.

Bola da vez


De fato, em todas as partes do mundo, há esforços cada vez maiores e mais rápidos para transformar as energias limpas na bola da vez. E, nesse sentido, números positivos não faltam para alimentar tal expectativa. Organismos internacionais apontam que o mundo precisará de 37 milhões de profissionais para atuar no setor de energia renovável até 2030, e boa parte deles deverá estar presente no Brasil. Isso se o país souber aproveitar seu gigantesco potencial, especialmente para gerar energias eólica e solar. Segundo o Estudo Prospectivo para Energia Fotovoltaica, desenvolvido pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), o dever de casa no país passa, em termos de energia solar, por exemplo, pela modernização de laboratórios, integração de centros de referência e investimento em desenvolvimento de tecnologia para obter energia fotovoltaica a baixo custo. Também precisará estabelecer um programa de distribuição de energia com sistemas que conectem casas, empresas, indústria e prédios públicos.

"Um dos objetivos do estudo, em fase de conclusão, é identificar as oportunidades e desafios para a participação brasileira no mercado doméstico e internacional de energia solar fotovoltaica", diz o assessor técnico do CGEE, Elyas Ferreira de Medeiros. Por intermédio desse trabalho, será possível construir e recomendar ações estratégicas aos órgãos de governo, universidades e empresas, sempre articuladas com a sociedade, para inserir o país nesse segmento. Ele explica que as vantagens da energia solar são muitas e os números astronômicos. Elyas cita um exemplo: em um ano, a Terra recebe pelos raios solares o equivalente a 10.000 vezes o consumo mundial de energia no mesmo período.

O CGEE destaca, em seu trabalho, a necessidade de que sejam instituídas políticas de desenvolvimento tecnológico, com investimentos em pesquisa sobre o silício e sistemas fotovoltaicos. Há a necessidade de fomentar o desenvolvimento de uma indústria nacional de equipamentos de sistemas produtivos com alta integração, além de incentivar a implantação de um programa de desenvolvimento industrial e a necessidade de formação de profissionais para instalar, operar e manter os sistemas fotovoltaicos.

Fonte: Revista Fiec

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Enviado por Marcelo Lyrio/BA

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Os 5 R da educação ambiental em ação



OS 5 RS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM AÇÃO

 

Conheça a seguir os 5 Rs, ações práticas que, no dia a dia, podem propiciar a redução do nosso impacto sobre o planeta, melhorando a vida atual e contribuindo com a qualidade de vida das próximas gerações. Se. você já pratica alguma delas, lembre-se que é sempre possível disseminar e fazer mais.

Repensar os hábitos de consumo e descarte

Pense na real necessidade da compra daquele produto, antes de comprá-lo. Depois de consumi-lo, pratique a coleta seletiva, separando embalagens, matéria orgânica e óleo de cozinha usado. Jogue no lixo apenas o que não for reutilizável ou reciclável. Evite o desperdício de alimentos. Use produtos de limpeza biodegradáveis. Adquira produtos recicláveis ou produzidos com matéria-prima reciclada (durável e resistente). Prefira embalagens de papel e papelão. Utilize lâmpadas econômicas e pilhas recarregáveis ou alcalinas. Mude seus hábitos de consumo e descarte.

Recusar produtos que prejudicam o meio ambiente e a saúde

Compre apenas produtos que não agridem o meio ambiente e a saúde. Fique atento ao prazo de validade e nas empresas que têm compromissos com a ecologia.

Evite o excesso de sacos plásticos e embalagens. Tenha sempre uma sacola de pano para transportar suas compras. Evite comprar aerossóis e lâmpadas fluorescentes, bem como produtos e embalagens não recicláveis e descartáveis. Radicalize!

Reduzir o consumo desnecessário

Esta prática significa consumir menos produtos, dando preferência aos que tenham maior durabilidade e, portanto, ofereçam menor potencial de geração de resíduos e de desperdício de água, energia e recursos naturais. Adote a prática do refil. Escolha produtos com menos embalagens ou embalagens econômicas, priorizando as retornáveis. Leve sua sacola para as compras e adquira produtos a granel. Faça   bijouterias,   brinquedos   e   presentes personalizados reutilizando materiais. Invente novas receitas e reaproveite de forma integral os alimentos. Alugue equipamentos. Edite textos na tela do computador e, quando não for possível evitar a cópia ou a impressão, faça-as frente e verso. Diga não ao consumismo: sua prosperidade agradece.

Reutilizar e recuperar ao máximo an¬tes de descartar

Amplie a vida útil dos produtos e do aterro sanitário, economizando a extração de matérias-primas virgens.

Crie produtos artesanais e alternativos a partir da reutilização de embalagens de papel, vidro, plástico, metal, isopor e CDs. Utilize os dois lados do papel e monte blocos de papel-rascunho. Ofereça vários tipos de oficinas de sucata. Doe objetos que possam servir a outras pessoas.

Reciclar materiais

O processo de reciclagem reduz a pressão sobre os recursos naturais, economiza água, energia, gera trabalho e renda para milhares de pessoas. Seja no mercado formal ou informal de trabalho.

Exercite os quatro primeiros Rs e, o que restar, separe para a coleta seletiva das embalagens de vidros, plásticos, metais, papéis, longa vida, isopor, óleo de cozinha usado, cartuchos de impressoras, pilhas, baterias, CDs, DVDs, radiografias e alimentos. A reciclagem promove benefícios ambientais, sociais e econômicos.

 

 

 

 Enviado por Maria Luíza/BA

TERRA AMBIENTAL informa: DESCARTE DE COMPUTADORES -BAHIA











 

 

 

ATENÇÃO!!!  SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA.

FAÇAMOS A NOSSA PARTE PELO BEM DE QUEM PRECISA E TAMBÉM DO NOSSO PLANETA !!


 

                             Descarte de Computadores x Solidariedade 

                                 Nova fonte para descarte de equipamentos.

A Bahia ganhou o primeiro Centro de Recondicionamento de Compuatdores - CRC, na Região Nordeste. O CRC consiste numa rede nacional de reaproveitamento de equipamentos de informática, formação profissional e inclusão digital. Equipamentos descartados por órgãos do governo, empresas e pessoas físicas são recuperados nesses centros e doados a telecentros, escolas e bibliotecas de todo o país.

É um grande benefício para a população, pois aqueles computadores antigos que não sabemos o que fazer e ficam entulhandos no "quarto da bagunça", podemos entregar neste Centro localizado em Lauro de Freitas.
Além de sabermos que as peças serão reaproveitadas, estaremos fazendo um bem enorme para vários jovens.

O telefone do CRC é 3379-7326. O ponto de referência do Galpão é próximo ao Atacadão Atakarejo de Lauro de Freitas. E o horário de funcionamento é das 08:30 às 17:30.
 
Repassem para que o material que se transformaria em lixo digital possa se transformar em inclusão.

 

 


 


 




Enviado por Nelly/BA

--

quinta-feira, 22 de abril de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

FLAGRANTE DE DESCARTE ILEGAL EM PORTO SEGURO-BAHIA

http://www.atarde.com.br/videos/index.jsf?id=2250295


URGENTE! PRIMO de amiga DESAPARECIDO!


E-MAIL DE FONTE SEGURA E CONFIRMADO O FATO.
NÃO É MAIS UM DAQUELES E-MAILS DE MAU GOSTO QUE BRINCAM COM ASSUNTO SÉRIO INVENTANDO DESAPARECIMENTOS AS CUSTAS DE SOFRIMENTO ALHEIO.
QUALQUER COISA ENTREM EM CONTATO COM NOSSOS SITES E CLARO,PRINCIPALMENTE PELO TELEFONE DE CONTATO ABAIXO,NO HISTÓRICO(NÃO O APAGUEM).
 
Trajano
 
ATUALIZADO EM 20/04/10

Repassando para ajudar.

Primo de amiga desapareceu no Cabula, nas proximidades do Bompreço.

Quem puder ajudar agradecemos muito.

As orações são essenciais.

Segue foto abaixo.



Cordialmente,

José Souza Neto


      ====================================================================

      Amigos,

      não é virus! Primo de uma amiga que desapareceu.

      Por favor, olhem a foto e também se conhecem pessoas da região repassem esse e-mail, até mesmo para aqueles de outras regiões.

      Obrigada!
      Rosane.



não é vírus gente!!
Gente meu primo FÁBIO ROCHA, sumiu esta manhã, 15/04/2010, estava vestindo uma bermuda jeans e uma camisa de manga branca. Ele Sumiu por aqui por onde moramos, no Cabula, na região do Conj. ACM e Estrada das Barreiras. Ele tem 12 anos, é baixinho e magro. Se alguém souber alguma notícia, por favor gente, entrem em contato comigo, estamos muito preocupados. Quem puder repassar, agradeço muito!
DEUS abençôe a todos!

Obrigada!

TELEFONE: 3384-3249
Clevia Amaral

 
 
NOTA PESSOAL: CABULA É UM DOS BAIRROS DE SALVADOR-BAHIA

sexta-feira, 16 de abril de 2010

UM POUCO DE HUMOR: Auditoria Ambiental


Mais um problema causado pelo desmatamento...


 

cid:FD41FD04-F26C-496B-B6A3-1E973ADC59F7

 

 

 

Enviado por Maria Luíza/BA

 

 

Mutirão no abrigo dos animais!


 
 

Pessoal,
Estamos convocando um Grande Mutirão no Abrigo dos Animais em Paripe neste sábado dia 17/04/2010 para ajudar a colocar as lonas nos canis destelhados, lavar canil com água sanitária, enfim dar uma ajuda ao Abrigo que está precisando de nosso carinho! Os animais estão estressados de ficarem na chuva!! Compareçam e levem vassouras, rodo, muita água sanitária, baldes, pás para limpeza, jornais velhos, toalhas velhas, papel higiênico, desinfetante, sabão-em-pó, detergente, sacos plásticos grandes,etc
Quem não puder comparecer que pelo menos compre algum destes materiais e nos avise para apanharmos.
 

 Enviado por Francine Costa/BA

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Contra o desmatamento da Amazônia



> Olá, Conheça o manifesto 'Amazônia para Sempre'.Esta é uma iniciativa de atores da Rede Globo de Televisão (Christiane Torloni, Victor Fasano e Juca de Oliveira) contra a devastação da Amazônia.Por favor visite www.amazoniaparasempre.com.br e assine. Se preferir subscrever por e-mail, basta responder esta mensagem incluindo seus dados: Nome, CPF e/ou RG e/ou Título de Eleitor (indispensável para oficializar sua adesão!), atividade, cidade, estado e comentários.Sua participação é importantíssima!Muito obrigado,Equipe Amazônia para Sempre

Enviado por Jacó Alves/BA

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sexta-feira, 9 de abril de 2010

TERRA AMBIENTAL informa NOVO ESPAÇO DE A TARDE: SALVADOR CIDADE LIMPA


Sony lança seu primeiro netbook ecológico

postado por Aleile Moura @ 11:43 AM
8 de abril de 2010

Foto: Divulgação

VAIO W ECO é feito com CDs/DVDs reciclados e tem bolsa de tecido produzida por meio de garrafas PET recicladas

Atendendo à demanda dos consumidores que buscam produtos ambientalmente responsáveis e sentem a necessidade de contribuir com uma sociedade sustentável, a Sony traz ao Brasil um netbook inovador, o VAIO W ECO (VPC-W210AB/WI), que, além de oferecer tudo o que o consumidor precisa para uso diário, apresenta uma cadeia de composição e funcionamento com impacto ambiental reduzido.

O novo mini notebook tem 80% das peças plásticas feitas com material reciclado, a partir de CDs e DVDs descartados. Essas mídias passam por um processo industrial, onde são trituradas e lavadas, para serem integradas ao material virgem. Além disso, o produto possui manual de instruções eletrônico, o que resulta em uma redução de 70% no uso de papel.

Outro grande diferencial é a embalagem do produto. A tradicional caixa de papelão foi substituída por uma moderna bolsa de transporte, feita com tecido produzido a partir da reciclagem de garrafas PET. A substituição da caixa de papelão, além de reduzir o uso de papel e plástico, otimiza o transporte do produto e consequentemente reduz a emissão de CO2 proveniente dos veículos que realizam as entregas dos equipamentos.

"Criamos uma bolsa 100% feita de materiais reciclados. Isso aumentou em 20% a eficiência de transporte do modelo, pois ocupa menos espaço e reduz os gastos com combustível, já que a logística pode ser feita de forma mais rápida. O modelo forma um ciclo verde, que vai desde a cadeia de produção até a de distribuição", afirma Francisco Simon, gerente de marketing e vendas da linha VAIO da Sony Brasil.

O produto está disponível na cor branca, tem tela de 10,1 polegadas, memória de 2GB e disco rígido de 320GB. O sistema operacional disponível é o Windows 7® Starter Edition, tem Bluetooth e wi-fi integrados, com bateria de até 3,5 horas de duração. O modelo faz parte da série W, a primeira linha de netbooks da marca no Brasil, que agora ganha um reforço ecológico.

O lançamento também chama atenção pelo design. Com apenas 1,19 kg, tem textura diferenciada e detalhes na cor verde. Suas teclas são confortáveis e espaçadas. E o case exclusivo, além de se tornar um bonito e moderno acessório, confere ainda mais portabilidade ao netbook. Com visual jovem e clean é uma das apostas da marca para o segmento.

"Para auxiliar no ciclo ecológico, o novo VAIO W ECO será comercializado somente em lojas físicas, em que o consumidor retirará o produto diretamente no case, evitando uso adicional de caixas de papelão para o transporte. Além disso, todo o material de merchandising foi desenvolvido com produto reciclado ou de origem comprovada", complementa Willen Puccinelli, gerente de produto da linha VAIO da Sony Brasil.

O evento de lançamento do produto será neutralizado com o plantio de árvores pela empresa Oficina do Carbono. Serão plantadas dez árvores, o que caracteriza quase uma árvore a cada três participantes presentes no local. Além da neutralização, a ação caracteriza uma atitude socioambiental de grande importância.

O preço sugerido é R$ 2.099,00 e o produto pode ser comprado nas lojas Sony Style, 10 unidades da Fast Shop, Fnac e Miami Store.

Eco Logo- A Sony apresentou durante a última edição da FIAM (Feira Internacional da Amazônia) seu novo conceito "Eco Logo para Produtos", cujo objetivo é promover as iniciativas ambientais dos produtos da marca por meio de um selo denominado "Eco Logo". O selo estará nos equipamentos que contam com pelo menos três ações de melhoria ambiental durante seu processo de composição, em sua embalagem e em seu funcionamento.

Um dos produtos a receber o Eco Logo é o VAIO W ECO. Outro modelo que já recebeu o selo é a TV Bravia XBR9, modelo Full HD com 240 Hz. A partir de 2010, modelos de câmeras da marca também contarão com essa certificação.

Ações Ambientais Sony- A Sony reconhece a importância de preservar o meio ambiente para futuras gerações e insere este conceito em seu negócio. Em 1990, anunciou sua política na conservação ambiental e estabeleceu um comitê para o assunto. Três anos mais tarde, em 1993, decretou a política ambiental do grupo e o plano de ação, que conduziram à formulação da visão ambiental em 2000 e, conseqüentemente, ao surgimento do programa GM (Green Management). Este programa tem estabelecido metas desafiadoras, procurando combinar inovação tecnológica e boas práticas, sempre baseadas em sua Visão Ambiental, que tem quatro objetivos como premissa: prevenção do aquecimento global, otimização dos recursos naturais, gerenciamento de substâncias químicas e reconhecimento da importância do meio ambiente natural.

Sua principal ação nesse sentido é o Programa Green Partner, implantado com pioneirismo em Manaus, a partir de 2002, estabelecendo uma parceria com seus fornecedores com o objetivo de garantir que todos os componentes e matérias-primas utilizados nos produtos Sony sejam inofensivos ao meio ambiente. Com isso, a empresa eliminou substâncias químicas como mercúrio, cádmio e chumbo de seu processo produtivo. Outra iniciativa que faz parte do programa é a Soldagem Livre de Chumbo (Lead Free Soldering), que se entende para as atividades de serviço e reparo de seus produtos. Desde janeiro de 2006, a Sony atingiu toda a cadeia de fabricação de seus equipamentos, incluindo todas as Assistências Técnicas Autorizadas na utilização de solda livre de chumbo.

Logística- Reduzir o consumo de energia, materiais de embalagem e volume utilizado no transporte dos produtos é fundamental para diminuir o impacto ambiental. A conscientização para a necessidade de redução das emissões de gases de efeito estufa causados em processos logísticos também está crescendo.

A Sony, por meio de sua equipe de logística, se esforça para reduzir as emissões de CO2 e o volume de materiais de embalagem para o transporte de produtos e peças. Em todas as suas unidades de negócio ao redor do mundo, a empresa estabelece metas para redução de emissão de CO2. Além disso, a empresa promove o transporte de longa distância por vias ferroviárias e marítimas, que emitem menos CO2 do que por vias terrestres.

Sobre a Sony Brasil: A Sony conta com 2.165 funcionários distribuídos em dois escritórios – São Paulo e Rio de Janeiro – e nas fábricas na Zona Franca de Manaus. Em maio de 2008, a empresa apresentou sua primeira loja própria Sony Style do Brasil, localizada em um dos Shoppings mais conceituados da cidade de São Paulo – Shopping Cidade Jardim, e em novembro do mesmo ano, inaugurou sua segunda loja, no prestigiado Park Shopping, em Brasília. A terceira loja da marca foi inaugurada em maio de 2009, no Bourbon Shopping Pompéia, a quarta em julho do mesmo ano, no BarraShopping, Rio de Janeiro, e a quinta em outubro, no Salvador Shopping, em Salvador.

A empresa estrutura-se em duas áreas: Consumidor e Profissional. A primeira, voltada para o consumidor final, fabrica e comercializa toda a linha de áudio e vídeo, câmeras de vídeo, câmeras fotográficas digitais, notebooks e som automotivo. Já a área Profissional comercializa soluções de negócios como a linha de câmeras IP, equipamentos de videoconferência, impressoras para as áreas médica e fotográfica, projetores, equipamento para produção de vídeo e mídia profissional, atuando nos mercados corporativo, educacional, governamental, emissoras de televisão e produtoras, entre outros.

Fonte: http://www.tendenciasemercado.com.br/nossos-canais/letrasnumeros/sony-lanca-seu-primeiro-netbook-ecologico/

Alumínio: Infinitamente Reciclável

postado por Aleile Moura @ 1:06 PM
7 de abril de 2010

A reciclagem de alumínio é feita tanto a partir de sobras do próprio processo de produção, como de sucata gerada por produtos com vida útil esgotada.

A reciclabilidade é um dos atributos mais importantes do alumínio. Qualquer produto produzido infinitas vezes, sem perder suas qualidades no processo de reaproveitamento, ao contrário de outros materiais. O exemplo mais comum é o da lata de alumínio para bebidas, cuja sucata transforma-se novamente em lata após a coleta e refusão, sem que haja limites para seu retorno ao ciclo de produção. Esta característica possibilita uma combinação única de vantagens para o alumínio, destacando-se, além da proteção ambiental e economia de energia, o papel multiplicador na cadeia econômica.

A reciclagem de alumínio é feita tanto a partir de sobras do próprio processo de produção, como de sucata gerada por produtos com vida útil esgotada. De fato, a reciclagem tornou-se uma característica intrínseca da produção de alumínio, pois as empresas sempre tiveram a preocupação de reaproveitar retalhos de chapas, perfis e laminados, entre outros materiais gerados durante o processo de fabricação.

Este reaproveitamento de sobras do processo pode ocorrer tanto interna como externamente, por meio de terceiros ou refusão própria. Em qualquer caso representa uma grande economia de energia e matéria-prima, refletindo-se em aumento da produtividade e redução da sucata industrial.

A reciclagem de produtos com vida útil esgotada, por sua vez, depende do tempo gasto entre seu nascimento, consumo e descarte. Isto é chamado de ciclo de vida de um produto, que pode ser de 45 dias, como no caso da lata, até mais de 40 anos, no caso de cabos de alumínio para transmissão de energia elétrica. Em qualquer caso, o alumínio pode ser reciclado infinitas vezes.

Quanto mais curto for o ciclo de vida de um produto de alumínio, mais rápido será o seu retorno à reciclagem. Por isso, os volumes de reciclagem da indústria alcançaram índices expressivos, com a entrada da lata de alumínio no mercado.

Multiplicador na cadeia econômica

O índice de reciclagem de latas de alumínio no País atingiu a marca de 78% em 2000, o segundo maior do mundo, superado apenas pelo Japão, determinado a expansão de um setor quase sempre marginalizado na economia, mas que movimenta volumes e valores respeitáveis: o da coleta e comercialização de sucata.

Essa atividade assume um papel multiplicador na cadeia econômica, que reúne desde as empresas produtoras de alumínio e seus parceiros, até recicladores, sucateiros e fornecedores de insumos e equipamentos para a indústria de reciclagem.

Trata-se de um setor que tem estimulado o desenvolvimento de novos segmentos, como o de fabricantes de máquinas para amassar latas, prensas e coletores e que atrai ainda ambientalistas e gestores das instituições públicas e privadas, envolvidos no desafio do tratamento e reaproveitamento de resíduos e também beneficia milhares de pessoas, que retiram da coleta e reciclagem sua renda familiar.

Não é para menos que o mercado brasileiro de sucata de lata de alumínio movimenta hoje mais de US$100 milhões anuais.

Reflexos Ambientais e Sociais

A reciclagem de alumínio cria uma cultura de combate ao desperdício. Difunde e estimula o hábito do reaproveitamento de materiais, com reflexos positivos na formação da cidadania e no interesse pela melhoria da qualidade de vida da população.

O alto valor agregado do alumínio desencadeia um benefício indireto para outros setores, como o plástico e o papel. A valorização do alumínio para o sucateiro torna atraente sua associação com coletas de outros materiais de baixo valor agregado e grande impacto ambiental. Além disso, a perspectiva de reaproveitamento permanente chama a atenção da sociedade por produtos e processos limpos, criando um comportamento mais renovável em relação ao meio ambiente no País.

 Benefícios da Reciclagem de Alumínio

Econômicos e Sociais

•Assegura renda em áreas carentes, constituindo fonte permanente de ocupação e remuneração para mão-de-obra não qualificada.
•Injeta recursosnas economias locais através da criação de empregos, recolhimentos de impostos e desenvolvimento do mercado.
•Estimula outros negócios, por gerar novas ativodades produtivas (máquinas e equipamentos especiais)

 Ambientais

•Favorece o desenvolvimento da consciência ambiental, promovendo um comportamento responsável em relação ao meio ambiente, por parte das empresas e dos cidadões.
•Incentiva a reciclegem de outros materiais, multiplicando ações em virtude do interesse que desperta por seu maior valor agregado.
•Reduz o volume de lixo gerado, contribuindo para a solução da questão do tratamento de resíduos resultantes do consumo.

 Os Índices de Reciclagem de Alumínio no Brasil

 Em 2002, o Brasil reciclou 253.500 toneladas de alumínio, equivalente a 35% do consumo doméstico, ficando acima da média mundial de 33%. Além disso, o país lidera a reciclagem de latas de alumínio, tendo alcançado o índice de 87%, mantendo o País como campeão na reciclagem de latas de alumínio entre os países onde esta atividade não é obrigatória por lei, posição conquistada em 2001, quando o índice brasileiro alcançou 85% e superou o do Japão, que liderava o ranking até então. O índice do Japão relativo a 2002 será divulgado em julho e deverá confirmar a liderança brasileira.

O índice de 87% corresponde a um volume de 121,1 mil toneladas de latas de alumínio, ou 9 bilhões de unidades, aproximadamente. Os números indicam um crescimento de 2,6% sobre o volume coletado em 2001, que foi de 118,0 mil toneladas (aproximadamente, 8,7 bilhões de unidades). Desde 1998, quando ultrapassou pela primeira vez o índice dos Estados Unidos (63% contra 55%), o índice brasileiro vem apresentando crescimento médio de 10% ao ano.

Reciclagem de Alumínio            

No Brasil, a reciclagem de latas de alumínio envolve mais de 2.000 empresas de sucata, de fundição secundária de metais, transportes e crescentes parcelas da população, representando todas as camadas sociais – dos catadores até classes mais altas.

As latas coletadas são recicladas e transformadas em novas latas, com grande economia de matéria-prima e energia elétrica.

A cada quilo de alumínio reciclado, cinco quilos de bauxita (minério de onde se produz o alumínio) são poupados. Para se reciclar uma tonelada de alumínio, gasta-se somente 5% da energia que seria necessária para se produzir a mesma quantidade de alumínio primário, ou seja, a reciclagem do alumínio proporciona uma economia de 95% de energia elétrica.

A reciclagem da lata representa uma enorme economia de energia: para produzir o alumínio são necessários 17,6 mil kw. Para reciclar, 700 kw. A diferença é suficiente para abastecer de energia 160 pessoas durante um mês.

Hoje, em apenas 42 dias uma latinha de alumínio pode ser comprada no supermercado, jogada fora, reciclada e voltar às prateleiras para o consumo.

A reciclagem de latas de alumínio é um ato moderno e civilizado que reflete um alto grau de consciência ambiental alcançado pela população.

Trata-se da junção de esforços de todos os segmentos da sociedade, das indústrias de alumíno até o consumidor, passando pelos fabricantes de bebidas.

Os reflexos da atividade contribuem de várias maneiras para elevar o nível de qualidade de vida das cidades brasileiras.

Fonte: ABAL (Associação Brasileira do Alumínio) Site: www.abal.org.br e-mail: aluminio@abal.org.br

Faça Coleta Seletiva de LIXO

postado por Aleile Moura @ 12:52 PM
7 de abril de 2010

Aprenda a reconhecer as cores para coleta seletiva de lixo:

1. Recicle o vidro. Calcula-se que a reciclagem de 1 tonelada de vidro poupa 65% da energia necessária à produção da mesma quantidade. Aproveite as embalagens de vidro para conservar alimento no frigorífico, na geladeira ou no freezer.

2. Uma só pilha contamina o solo durante 50 anos. As pilhas incorporam metais pesados tóxicos.

3. Prefira eletrodomésticos recentes e de qualidade, pois gastam menos energia.

4. Regue as plantas de manhã cedo ou ao cair da noite. Quando o sol está alto e forte, grande parte da água perde-se por  evaporação.

5. Uma torneira a pingar significa 190 litros de água por dia que vão pelo cano abaixo.

6. Desligue o fogão elétrico, antes de terminado o cozimento, a placa mantém-se quente por muito tempo.

7. Desligue o ferro um pouco antes de acabar de passar a roupa – ele vai se manter quente durante o tempo necessário para acabar a tarefa.

8. Seja econômico: poupe papel, usando o outro lado para tomar notas ou fazer rascunhos; os pratos e copos de papel são ótimos para piqueniques.

9. Em vez de reciclar, tente preciclar (evitar o consumo de materiais nocivos e o desperdício).

10. Um terço do consumo de papel destina-se a embalagens. E alguns têm um período de uso inferior a 30 segundos. Contribua para a redução do consumo dos recursos naturais.

11. Regule o seu carro e poupará combustível. Use gasolina sem chumbo.

12. Sempre que possível, reduza o uso do carro. Para pequenas distâncias, vá a pé. Partilhe o carro com outras pessoas. Sempre que puder opte pelos transportes coletivos.

13. Prefira lâmpadas fluorescentes compactas para as salas cujo índice de ocupação é maior – são mais eficazes se estiverem acesas durante algumas horas. Embora mais caras, duram mais e gastam um quarto da energia consumida pelas lâmpadas incandescentes. Você vai evitar que meia tonelada de dióxido de carbono seja expelida para a atmosfera.

14. Os transportes públicos consomem 1/13 da energia necessária para transportar o mesmo número de passageiros por carro. Implemente uma política de transportes para os empregados.

15. As fotocopiadoras e as impressoras a laser utilizam cassetes de toner de plástico, que freqüentemente têm de ser substituídas. Contate uma empresa que recicle esse plástico ou que o use novamente.

16. Um estudo desenvolvido pela NASA mostra que as plantas conseguem remover 87% dos elementos tóxicos do ambiente de uma casa no espaço de 24 horas. Distribua plantas profusamente por todas as instalações. Recomenda-se, pelo menos, uma planta de 1,2 a 1,5 metros por cerca de 10 metros quadrados. Escolha espécies de plantas que se dêem bem com pouca luz natural.

17. Instale lâmpadas fluorescentes. Substituir-se uma lâmpada tradicional por uma fluorescente evita o consumo de energia equivalente a cerca de um barril de petróleo ou 317 quilogramas de carvão, que produziria 1 tonelada de dióxido de carbono (o maior gás de estufa) e 6 quilogramas de dióxido de enxofre, que contribui para a chuva ácida. As lâmpadas fluorescentes, além disso, duram em média, 13 vezes mais do que uma lâmpada incandescente. São bons motivos para escolher.

18. Desligue as luzes e os equipamentos (computadores fotocopiadoras, etc.) quando sair do escritório. Está provado que, se durante um ano desligarem-se dez computadores pessoais, à noite e durante os fins-de-semana, vai se poupar em energia o equivalente ao preço do computador. Instale sensores de presença que desliguem as luzes sempre que a sala fique vazia.

19. Antes de decidir comprar equipamentos para o escritório, saiba que as impressoras a jato de tinta usam 99% menos energia que as impressoras a laser, durante a impressão, e 87% menos quando inativas; os computadores portáteis consomem 1% da energia de um computador de escritório. Se for possível, opte por esses equipamentos.

20. Calcula-se que um em cada quatro documentos enviados por FAX são posteriormente fotocopiados porque o original tende a perder visibilidade. Desta forma gasta-se não só o papel de FAX (normalmente não reciclável porque é revestido com produtos químicos que são aquecidos para a impressão) mas também o de fotocópia. Compre um aparelho de fax que use papel normal. Funcionam como fotocopiadoras ou impressoras em papel vulgar.

21. Roupas usadas podem ser dadas a outras pessoas ou a bazares de caridade.

22. Brinquedos velhos, livros e jogos que você não quer mais podem ser aproveitados por outros; portanto, não os jogue fora.

23. Descubra se há locais apropriados para o recolhimento de papel velho. Normalmente, esses locais são organizados pelas autoridades locais ou instituições de caridade.


Reduzir, Reutilizar e Reciclar são as palavras da hora.

Fonte: ambientebrasil.com.br

Mais uma ação…

postado por Aleile Moura @ 9:17 AM
5 de abril de 2010

A gelera da Skol fez uma ação, semelhante a do grupo de mergulhadores após o carnaval, nos dias 27 e 28 de março nas praias da Barra, aqui em Salvador (BA). A previsão era de chuva e, realmente choveu ao amanhecer e as pessoas foram chegando aos poucos à praia.

Mesmo assim, com a base erguida na praia do Porto da Barra, os catadores já entraram em ação. Enquanto isso, mergulhadores recebiam orientação – no barco de apoio – e conscientizadores preparavam seus kits, para dar tempo de a galera chegar, junto com o sol que já começava a sair.

A cada ida e vinda dos mergulhadores, do mar à base, era aquela tristeza. "Tem muito lixo, cara!", disse um deles. "Além de latas, tem também garrafas, pedaços de ferro, embalagens plásticas…".

Um dos voluntários comentou que a praia do Porto da Barra já foi até indicada por uma revista inglesa como uma das cinco melhores e mais bonitas praias do mundo. "Mas aqui, a beleza é superficial. O mar aqui sempre foi muito sujo. Basta fazer um mergulho rápido para ver", completou ele.

Na areia

Nas areias, os promotores da Praia Redonda e Limpa distribuíam sacolas biodegradáveis e relembravam aos banhistas que lugar de lixo é no lixo. A receptividade do público era sempre grande. Mas é torcer para que, além disso, o pessoal tenha mesmo entendido que é necessário colocar em prática: cuidar para ter sempre.

"Basta um novo fim de semana agitado na cidade para que esse lixo volte ao mar", comentou um pessimista que passava. A gente quer acreditar que pode ser diferente. Até porque, foram 450 quilos de detritos retirados de cerca de 1 quilômetro de costa, a uma profundidade média de 1 a 4 metros.

Debaixo d'água

Juntaram-se aos dez Mergulhadores Redondos sete voluntários. Era gente que viu a convocação na página da galera no Facebook, como a estudante de Biologia Luciana Araújo; ou gente que estava ali, curtindo o sábado e resolveu ajudar, como o João Paulo Ribeiro.

Entre as coisas mais bizarras que nossos mergulhadores tiraram do mar estão quatro pneus, barbeadores, fones de ouvido, velas automotivas, solado, palitos de churrasquinho e até camisinha e calcinha velha!

Triste, não?

Fonte: http://www.flickr.com/photos/skolweb/4473633566/in/set-72157623590392313/

3R's. Você já ouviu falar?

postado por Aleile Moura @ 10:52 AM
1 de abril de 2010

Podemos afirmar que os esforços atualmente feitos em relação ao lixo para se reverter a situação do desperdício estão configurados nos chamados 3 R's – REDUZIR – REUTILIZAR – RECICLAR:

- REDUZIR:

A quantidade de lixo poderá ser reduzida exigindo-se materiais e produtos mais duráveis, mantendo um consumo mais racional e repartindo com outras pessoas o uso de materiais (equipamentos, jornais, livros, etc.). Sem dúvida alguma haverá uma economia de esforços na operacionalização do sistema de limpeza pública se ocorrer a redução na geração de lixo: menos lixo gerado implicará numa estrutura de coleta menor, assim como redução de custos de disposição final sendo que uma das formas de se tentar reduzir a quantidade de lixo é combatendo o desperdício.

É certo também que evitar o desperdício em uma sociedade cuja ênfase é o consumo não é uma tarefa fácil. Porém, a partir do momento em que este desperdício resulta em ônus para o Poder Público e para o contribuinte, a redução do volume de lixo significará redução de custos, além de fator decisivo na preservação dos recursos naturais. Reduzir a geração de lixo não implica, necessariamente, queda do consumo e não significa ainda diminuição na nossa qualidade de vida. Ao contrário, tende a aumentá-la.

- REUTILIZAR:

Fazendo circular os materiais que ainda possam servir a outras pessoas como roupas, móveis, aparelhos domésticos, livros, brinquedos, etc.; usando embalagens retornáveis, desenvolvendo e apoiando atividades de recuperação e conservação dos mais diversos objetos;

- RECICLAR:

É não jogar fora, é inserir um determinado produto acabado, e já utilizado para o seu fim inicial, em um novo processo de produção. A reciclagem terá cumprido o seu papel quando o resíduo, após submetido a um processo de seleção e tratamento, transformar-se em um novo produto capaz de ser comercializado no mercado.Existe, porém uma sutil diferença entre reciclar e reutilizar. Reutilizar um determinado produto significa reaproveitá-lo sem qualquer alteração física, modificando ou não o seu uso original.
Reutiliza-se embalagens de vidro de alimentos quando, consumido o produto, usa-se o recipiente para acondicionar objetos diversos, e até o mesmo produto, após a lavagem e esterilização da embalagem. Já na reciclagem o produto inicial é submetido a um processo de transformação, podendo ele ser artesanal ou industrial. Embalagens retornáveis são nesse sentido, reutilizáveis (sofrem apenas um processo de limpeza) , enquanto que as sem retorno são potencialmente recicláveis (após trituradas, os cacos servem de matéria – prima à confecção de novas embalagens.)Percebe-se hoje, mais do que nunca, que tais medidas dependem basicamente do efetivo envolvimento da população.
Nesse sentido enfatiza-se cada vez mais a educação ambiental, a participação, a consciência ambiental e a mobilização da sociedade civil.

Reciclagem. Fique atento!

postado por Aleile Moura @ 10:38 AM
1 de abril de 2010

Você sabia que cada tonelada de papel reciclado evita, em média, a derrubada de 16 a 30 árvores? O processo de reciclagem compreende a recuperação e a conversão de materiais residuais em novos produtos. Reaproveitando materiais já elaborados (como sucata de metal, papel e papelão, vidro, plástico e inclusive a parte orgânica do lixo), promovemos a conservação dos recursos naturais, a economia de energia e preservamos a capacidade dos aterros sanitários.

Embalagens:

- Adquira produtos a granel. Produtos embalados são na maioria dos casos mais caros.

- Prefira as embalagens recicláveis.

- Dê preferencia para embalagens que indicam procedência correta do produto.

- Opte pelas marcas que informam a composição da embalagem dos seus produtos.

- Evite produtos cujos recipientes não podem ser retornados ao seu local de venda.

- Utilize produtos com refil.

- Evite o isopor, essa substância é altamente tóxica.

- Não aceite que produtos alimentares sejam embrulhados em jornais, o contato do alimento à tinta de impressão possui elementos químicos prejudiciais à saúde.

Papel:

Um grande número de lixo produzido nas residências brasileiras é constituído pela abundância de papéis. Podemos minimizar adotando alguns procedimentos:

- Dar preferência por materiais fabricados com papel reciclado.

- Utilizar o máximo de papel disponível.

- Reaproveitar ao máximo envelopes, caixa de papelão, papel de xerox, etc.

- Participar de programas de coleta seletiva.

Pilhas:

As pilhas não devem ser encaminhadas para a coleta, pois contêm metais nocivos a saúde e podem contaminar o composto orgânico.
Algumas alternativas são:

- Encaminhem aos fabricantes. Eles são responsáveis pela destinação do produto.

- Reduza o consumo de pilhas, use adaptador para corrente elétrica.

Vidro:

O vidro é um material notável que proporciona diversas vantagens e pode ser devolvido e reutilizado sem limites. Como podemos reaproveitá-lo:

- Reutilizar garrafas como recipientes para guardar pregos, botões, pequenos objetos etc.

- Encaminhar para instituições que mantêm cursos de lapidação em vidro.

- Tendo que optar entre embalagens de vidro ou de plástico, opte pelo vidro.

- Participar de programas de coleta seletiva

Plástico:

Além de ser um subproduto de um recurso natural, não renovável, o petróleo, constitui uma substância que, quando abandonada no meio natural, torna-se um poderoso poluente de difícil degradação.  É possível minimizar o problema:

- Evitando os produtos fabricados com plástico usando similares feitos com outros materiais.

- Utilizando ao máximo seus objetos de plástico. Evite criar lixo com esta origem.

- Evitando o uso de sacos plásticos de supermercado. Use sacolas de pano.

- Participe dos programas de coleta seletiva.

Fonte: VEGA

Pilhas e Baterias, cuidado com elas!

postado por Aleile Moura @ 1:58 PM
30 de março de 2010

 

As pilhas e baterias apresentam em sua composição metais considerados perigosos à saúde humana e ao meio ambiente uma maneira de reduzir o impacto ambiental do uso de pilhas e baterias é a substituição de produtos antigos por novos que propiciem um maior tempo de uso, como por exemplo o uso de pilhas alcalinas ou de baterias recarregáveis no lugar de pilhas comuns.

As Pilhas e Baterias possuem metais pesados como cádmo, mercúrio, chumbo e zinco, lançadas aleatóriamente no solo, rios e lagoas,  podem causar ao homem, disfunção renal, problemas pulmonares e cerebrais, estomatite, anemia e perda de memória.

A Resolução 257/99 e 263/99 do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente) recomenda que após o seu esgotamento energético, os usuários devem entregar as pilhas e baterias aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas indústrias.

Viva essa idéia: Reduza, Reutilize, Recicle

Lixo: Um drama que vem embalado

postado por Aleile Moura @ 1:36 PM
30 de março de 2010

Em vários locais da cidade a quantidade de lixo que as pessoas depositam sem se quer observar e respeitar os horários de coleta feita pela empresa responsável pelo sistema de limpeza urbana, transforma estes locais em verdadeiros lixões a céu aberto, provocando mau cheiro e doenças na população.
Washington Novaes*
A campanha eleitoral na TV e no rádio mostra, principalmente nos grandes centros urbanos, uma temática semelhante, que quase se resume às questões dos transportes, da violência, da educação e da saúde. Quase não está presente nas propostas e discussões a questão dos resíduos, do lixo. E, no entanto, é das mais graves que enfrentam as cidades, das mais populosas às menores. Convém relembrar que já em 2002 eram coletadas 230 mil toneladas diárias só de lixo domiciliar e comercial no País (1,3 quilo por pessoa/dia), sem falar em resíduos de construções (mais que o domiciliar e comercial), lixo industrial, de estabelecimentos de saúde, lixo tecnológico e – ausência absoluta – lixo rural produzido principalmente pelos excrementos de mais de 200 milhões de cabeças de gado bovino, dezenas de milhões de suínos, bilhões de aves. Pouco se sabe também de quanto lixo urbano não é coletado. Fala-se em mais de 10 mil toneladas/dia. E em mais de metade dos municípios todos os resíduos vão para lixões a céu aberto.
 

Para demonstrar a gravidade da situação basta relembrar que a cidade de São Paulo está com seus aterros esgotados e terá de definir, em curtíssimo prazo, onde depositará as pelo menos 14 mil toneladas diárias de lixo domiciliar e comercial que gera. Curitiba também esgotou seu aterro. Belo Horizonte tem de mandar seu lixo para dezenas de quilômetros de distância. O Rio de Janeiro, que não tem área no município para colocar suas 9 mil toneladas diárias de resíduos e esgotou o Aterro de Gramacho – onde já há trincas perigosas e expulsão do lodo da base (era um manguezal) por causa do excesso de peso acumulado -, tenta licenciar outro aterro em Paciência. Convém lembrar ao eleitorado de todas essas cidades o que aconteceu em Nova York (EUA), que deixou esgotar seu aterro e tem de mandar 12 mil toneladas diárias para mais de 500 quilômetros de distância, em caminhões. Ou em Toronto (Canadá), que também manda 3 mil toneladas diárias para mais de 800 quilômetros de distância, em trem diário especial. A custos astronômicos.

Não bastasse o volume do lixo, é preciso acrescentar que a reutilização e reciclagem de materiais no País é muito insuficiente. As estatísticas dizem que só se reciclam em empresas 45,5% (2,8 milhões de toneladas/ano) do papel e papelão descartados, 45% do vidro, 24,2% das embalagens longa-vida (9,2 bilhões), 1 milhão de toneladas de plásticos e 95% das latas de alumínio. As usinas públicas de reciclagem paulistanas operam com menos de 1% do lixo total. E a esse panorama assustador veio, há poucas semanas, agregar-se mais uma preocupação: a liberação, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do uso de embalagens de PET para acondicionar alimentos e bebidas. Hoje, quase 50% do PET usado no País já não é reciclado. E se toda a produção de cervejas no País (9 bilhões de litros/ano) passar a ser envasada em PET, serão descartados entre 14 bilhões e 18 bilhões anuais de garrafas – agravando o problema dos aterros e das embalagens não recolhidas, já que não há retorno e reutilização. Não se sabe ainda como se resolverá juridicamente a questão de haver sido concedida pela Justiça Federal, em Marília (SP), medida que exige aprovação, pelo Ibama, de estudo de impacto ambiental para essa utilização do PET em cervejas.

Também no âmbito do projeto de Política Nacional de Resíduos Sólidos enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional não se vê otimismo. Isso ficou patente em recente seminário promovido no Rio de Janeiro pelo Movimento PET Consciente. O relator da matéria, deputado Arnaldo Jardim, mostrou ali que se prevê uma "logística reversa" a ser implantada nas cadeias produtivas para dar destinação a embalagens; mas isso só será decidido, na prática, numa regulamentação posterior ao projeto. E a experiência mostra, em projetos anteriores, que esse caminho tem sido barrado no Legislativo pela força dos lobbies dos setores interessados. Segundo o deputado, a responsabilidade do gerador de resíduos em geral "cessa com a disponibilização adequada dos resíduos sólidos para a coleta". Será lamentável se for esse o rumo decidido. Porque não haverá solução para o problema se todo gerador de resíduos (industrial, comercial, domiciliar, rural, tecnológico e qualquer outro) não arcar com o custo da coleta e destinação – como a experiência em muitos países tem demonstrado (e é lamentável que a reduzida discussão sobre esse tema na capital paulista se resuma à afirmação da ex-prefeita de que se arrepende de haver criado a "taxa do lixo", abolida pela administração posterior – a criação é que era correta e imprescindível).

No mesmo seminário, o professor Gil Anderi, da Universidade de São Paulo, sugeriu que se crie uma taxa por produto descartado "proporcional ao impacto ambiental". E este deveria ser avaliado por uma "análise do ciclo de vida" do produto: no caso do PET, o impacto desde a extração do petróleo, a refinação, a produção da resina, sua transformação em embalagem e até o impacto na reciclagem (energia, água, transporte, etc.). Para isso seria preciso implantar um banco de dados regional por produto, que no caso do PET levasse em conta 13 possíveis utilizações e cinco opções diferentes de garrafas.

Seja como for, não será possível avançar – como assinalou no seminário o jornalista André Trigueiro – "sem que se explicitem os conflitos". Eles precisam ser discutidos. Talvez um caminho seja o proposto pelo Movimento PET Consciente: moratória em novas utilizações do PET, até que se alcance o índice mínimo de 80% na reciclagem; e a indústria de bebidas ter obrigatoriamente pelo menos 50% de sua produção envasada em embalagens retornáveis – sejam elas de vidro, PET, alumínio ou outras.

Washington Novaes é jornalista. (Artigo originalmente publicado pelo jornal O Estado de S.Paulo em 29/08/2008)

Capacidade esgotada nos lixões *

postado por Aleile Moura @ 1:33 PM
30 de março de 2010

 

Prefeitos de 14 municípios paulistas precisam encontrar a solução, ainda neste ano, para o destino final do lixo produzido pela população. Em cidades com mais de 100 mil habitantes, um em cada três aterros está com a capacidade esgotada e apresenta séria ameaça à saúde pública e ao meio ambiente. Desde 2008, o governo estadual interditou oito aterros (Itapecerica da Serra, Araras, Itanhaém, Mongaguá, Embu-Guaçu, Mairinque, Itapuí e Monte Alto) e, agora, acompanha de perto a situação de outros 29 que funcionam em péssimas condições e poderão ser fechados se metas de melhoria não forem cumpridas.

A falta de áreas apropriadas para o descarte do lixo, o custo das novas tecnologias capazes de ampliar a vida útil dos aterros e o alto preço cobrado pelo transporte dos resíduos sempre foram as justificativas das administrações municipais para o adiamento da instalação de uma estrutura eficaz de depósito do lixo. Mas, a partir da publicação, em novembro de 2007, da Resolução 50, que obriga os municípios a apresentar um plano de recuperação de seus lixões, a questão passou a ser prioritária.

As novas normas baseiam o Projeto Ambiental Estratégico Lixo Mínimo, conduzido pelo governo estadual com o objetivo de estimular melhorias nos pontos controlados e buscar soluções de gestão regionalizadas e integradas, para acabar com todos os aterros que não tenham condições adequadas.

A Cetesb acompanha a situação nos 645 municípios paulistas e, há 11 anos, produz o Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Domiciliares, que, em 2007, apontou a existência de 143 lixões inadequados no Estado. No ano passado, o número caiu para 137 e, de acordo com o relatório que será divulgado no fim do mês, o avanço foi expressivo: 108 dos aterros vistoriados pela Cetesb deixaram o grupo dos piores.

O que poderia ser motivo de comemoração, no entanto, pode apontar falhas nas avaliações. Em Itapetininga, por exemplo, técnicos da Cetesb vistoriaram, em novembro, o aterro sanitário local que, até então, tinha nota 0,5, numa escala de 0 a 10, o que deveria ter levado à interdição do local. Mas o prefeito Roberto Ramalho (PMDB) se reuniu com autoridades estaduais para pedir apoio para a construção de um novo aterro. Surpreendentemente, o aterro foi considerado como muito próximo do adequado, embora nenhuma grande obra tenha sido realizada no local. Em fevereiro, reportagem do Estado mostrou que o aterro continuava com o lixo a céu aberto, atraindo moscas e urubus e produzindo chorume que escorria para um córrego próximo.

Conforme a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, são comuns as manobras das prefeituras para maquiar a situação dos aterros. Para o inventário de 2010, os critérios serão mais amplos e permanentes e incluem a gestão global do lixo, a coleta seletiva, reciclagem e plano de disposição de inertes, entre outros itens.

Essa é uma determinação que pode efetivamente melhorar a situação. O acondicionamento, a coleta, o tratamento, o transporte e a destinação final, avaliados conjunta e integralmente, permitem que o governo estadual amplie a participação dos vários setores da população na discussão dos padrões atuais de produção e consumo e de preservação do meio ambiente.

A fiscalização mais apurada sobre as prefeituras estimulará mudanças na forma de condução da questão do lixo que deixará de ser problema local e se tornará indutor do desenvolvimento econômico, social e ambiental. Necessitada do apoio do setor privado, a administração local poderá conceder incentivos fiscais para quem gerar menos resíduos. Abrem-se oportunidades de novos negócios a partir da reciclagem ou do aproveitamento da energia elétrica gerada a partir do lixo. Criam-se postos de trabalho e, consequentemente, há maior inserção social. É possível, ainda, estimular a adoção de processos mais limpos e da chamada ecoeficiência nas empresas e de campanhas de conscientização da população sobre o desperdício. O que é preciso é frear, já, a multiplicação dessa grande ameaça à saúde pública e ao meio ambiente que são os lixões a céu aberto.

* Editorial do jornal O Estado de S. Paulo de 19/03/2009

Seminário Salvador, Cidade Limpa

postado por Aleile Moura @ 5:02 PM
29 de março de 2010

Salvador,  Cidade Limpa reunirá diversas autoridades, incluindo a ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, no dia 30 de março, na Câmara Municipal dos Vereadores

 Em meio à época das chuvas, Salvador, assim como tantas outras capitais brasileiras, sofre com o problema das inundações. Bastam alguns minutos para as ruas da cidade ficarem praticamente submersas e causarem inúmeros transtornos à população. Entre os principais responsáveis pelas inundações está o lixo jogado nas ruas, que obstrui canais e bueiros, evitando o escoamento da água. Para discutir a questão da limpeza urbana e encontrar alternativas para atingir o desenvolvimento sustentável, o Grupo A TARDE e a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública (ABLP) convidam autoridades, imprensa e entidades ambientais a participarem do seminário Salvador – Cidade Limpa, no dia 30 de março, das 8h às 13h, na Câmara Municipal de Vereadores.

 Entre os palestrantes convidados a participar do evento estão Carlos Rossin, da Price (Gestão da Limpeza Urbana: um invesimento para o futuro das cidades), Cristina Seixas, do Ministério Público (Reciclagem de resíduos), Ariovaldo Caodaglio, da ABLP (Cidade Limpa) e a ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, que contará os problemas e soluções encontradas para lidar com a questão das inundações.

 

Fonte: http://cidadelimpa.atarde.com.br/

 

http://terraambiental.blogspot.com