quinta-feira, 29 de outubro de 2009

TECLIM/UFBA PROMOVE PALESTRA

Prezados(as) Colegas,

Segue abaixo informe sobre palestra a ser ministrada no âmbito dos Projetos Petrobrás FAFEN e RLAM coordenado pela Rede TECLIM/UFBA. Solicitamos confirmar presença através do e-mail steclim@ufba.br . Informamos que serão fornecidos certificados aos participantes.

Palestra: Leitura e interpretação de relatórios de calibração.

Palestrante: Prof. Ricardo Kalid

Local: Auditório Magno Valente – Escola Politécnica da UFBA – 6º andar

Data: 04 de novembro de 2009 (quarta-feira)

Horário: das 19h às 22h


Sds,

Suzete Menezes
Secretária da Rede de Tecnologias Limpas e Minimização de Resíduos -TECLIM
Universidade Federal da Bahia
Escola Politécnica - Deptº de Engenharia Ambiental - 4º andar - Rua Aristides Novis, 02 Federação
SSA/BA - CEP: 40.210-630
tel.: (71) 3235-4436 / fax: (71) 3283-9892
acesse nosso site: www.teclim.ufba.br

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6470316796447989

Coordenador: Prof. Asher Kiperstok

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

UMA CIDADE SEM PLANEJAMENTO,FISCALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO É ASSIM...

(EM SALVADOR-BAHIA)

Quem estiver pensando em sair andando a pé pelo bairro hoje(27) é bom preparar botas e galochas porque a previsão do tempo indica pancadas de chuva a qualquer momento com possibilidade de trovoadas. No último final de semana, as poucas horas de chuva foram suficientes para alagar várias ruas do bairro.Na Paciência onde tem um terreno baldio, em frente ao prédio Morro do Cristo, a água que não tem para onde escorrer, tomou conta do asfalto . Quem precisou passar no local teve muita dificuldade.
A foto enviada ao Blog por Róger, mostram como ficou a situação. Veja na Fonte: http://blogdoriovermelho.blogspot.com/2009/10/cuidado-com-chuva.html
COMENTÁRIO PARTICULAR:
Além de ser uma questão de impacto ambiental é foco de doenças dos mais variados tipos.

ONU VERDE


O Sistema ONU no Brasil lança a Campanha ONU Verde, que receberá imagens – fotos e vídeos – que deverão responder à pergunta “O que você está fazendo para cuidar do Meio Ambiente?”.As inscrições já estão abertas desde o dia 24 de outubro, data comemorativa ao “Dia das Nações Unidas” e se encerram no dia 1º de junho de 2010. A divulgação dos vencedores acontecerá no “Dia Mundial do Meio Ambiente” do próximo ano, em 05 de junho.O site também possui uma seção com várias dicas para cuidar do meio ambiente.
Acesse www.onuverde.org.br para participe da iniciativa e siga a ONU Verde pelo Twitter em www.twitter.com/onuverde.

OS BONS EXEMPLOS COMEÇAM ASSIM E DEVEM SER SEGUIDOS - ATENÇÃO POLÍTICOS!


No interior do Rio Grande do Sul, a cidade de Venâncio Aires dá um passo importante rumo à preservação, conservação e recuperação de mananciais, rios e arroios do município.Foi aprovada a Lei Municipal que proíbe estabelecimentos comerciais, indústrias e prestadores de serviços a descartarem óleos ou gorduras na rede coletora de esgoto, águas pluviais, lixo ou locais que possam causar prejuízo ambiental.Vale lembrar que um litro de óleo polui cerca de dez mil litros de água!

Leis Ambientais Mais Importantes do Brasil

Ação Civil Pública (Lei 7.347 de 24/07/1985) - Lei de Interesses Difusos, que trata da ação civil pública de responsabilidades por danos causados ao meio ambiente, ao consumidor e ao patrimônio artístico, turístico ou paisagístico. Pode ser requerida pelo Ministério Público (a pedido de qualquer pessoa), ou por uma entidade constituída há pelo menos um ano.A ação judicial não pode ser utilizada diretamente pelos cidadãos. Normalmente, ela é precedida por um inquérito civil.

Agrotóxicos (Lei 7.802 de 11/07/1989) - A Lei dos Agrotóxicos regulamenta desde a pesquisa e fabricação dos agrotóxicos até sua comercialização, aplicação, controle, fiscalização e também o destino da embalagem. Impõe a obrigatoriedade do receituário agronômico para venda de agrotóxicos ao consumidor. Também exige registro dos produtos nos Ministérios da Agricultura e da Saúde e no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, IBAMA. Qualquer entidade pode pedir o cancelamento deste registro, encaminhando provas de que um produto causa graves prejuízos à saúde humana, meio ambiente e animais. O descumprimento da lei pode acarretar multas e reclusão, inclusive para os empresários.

Área de Proteção Ambiental (Lei 6.902, de 27/04/1981) - Lei que criou as "Estações Ecológicas" (áreas representativas de ecossistemas brasileiros, sendo que 90% delas devem permanecer intocadas e 10% podem sofrer alterações para fins científicos) e as "Áreas de Proteção Ambiental" ou APAs (onde podem permanecer as propriedades privadas, mas o poder público limita atividades econômicas para fins de proteção ambiental). Ambas podem ser criadas pela União, Estado, ou Município. Importante: tramita na Câmara dos Deputados, em regime de urgência, o Projeto de Lei 2892/92, que modificaria a atual lei, ao criar o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, SNUC.

Atividades Nucleares (Lei 6.453 de 17/10/1977) - Dispõe sobre a responsabilidade civil por danos nucleares e a responsabilidade criminal por atos relacionados com as atividades nucleares. Entre outros, determina que quando houver um acidente nuclear, a instituição autorizada a operar a instalação tem a responsabilidade civil pelo dano, independente da existência de culpa. Em caso de acidente nuclear não relacionado a qualquer operador, os danos serão suportados pela União. A lei classifica como crime produzir, processar, fornecer, usar, importar, ou exportar material sem autorização legal, extrair e comercializar ilegalmente minério nuclear, transmitir informações sigilosas neste setor, ou deixar de seguir normas de segurança relativas à instalação nuclear.

Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 12/02/1998) - Reordena a legislação ambiental brasileira no que se refere às infrações e punições. A partir dela, a pessoa jurídica, autora ou co-autora da infração ambiental, pode ser penalizada, chegando à liquidação da empresa, se ela tiver sido criada ou usada para facilitar ou ocultar um crime ambiental. Por outro lado, a punição pode ser extinta quando se comprovar a recuperação do dano ambiental e - no caso de penas de prisão de até 4 anos - é possível aplicar penas alternativas. A lei criminaliza os atos de pichar edificações urbanas, fabricar ou soltar balões (pelo risco de provocar incêndios), danificar as plantas de ornamentação, dificultar o acesso às praias ou realizar desmatamento sem autorização prévia. As multas variam de R$ 50 a R$ 50 milhões. É importante lembrar, que na responsabilidade penal tem que se provar a intenção (dolo) do autor do crime ou sua culpa (imprudência, negligência e imperícia). Difere da responsabilidade civil ambiental, que não depende de intenção ou culpa. Para saber mais: o IBAMA tem, em seu site, um quadro com as principais inovações desta lei, bem como de todos os vetos presidenciais.

Engenharia Genética (Lei 8.974 de 05/01/1995) - Regulamentada pelo Decreto 1752, de 20/12/1995, a lei estabelece normas para aplicação da engenharia genética, desde o cultivo, manipulação e transporte de organismos geneticamente modificados (OGM), até sua comercialização, consumo e liberação no meio ambiente. Define engenharia genética como a atividade de manipulação de material genético, que contém informações determinantes de caracteres hereditários de seres vivos. A autorização e fiscalização do funcionamento de atividades na área e da entrada de qualquer produto geneticamente modificado no país, é de responsabilidade dos ministérios do Meio Ambiente (MMA), da Saúde (MS) e da Agricultura. Toda entidade que usar técnicas de engenharia genética é obrigada a criar sua Comissão Interna de Biossegurança, que deverá, entre outros, informar trabalhadores e a comunidade sobre questões relacionadas à saúde e segurança nesta atividade. A lei criminaliza a intervenção em material genético humano in vivo (exceto para tratamento de defeitos genéticos), sendo que as penas podem chegar a vinte anos de reclusão.

Exploração Mineral (Lei 7.805 de 18/07/1989) - Regulamenta a atividade garimpeira. A permissão da lavra é concedida pelo Departamento Nacional de Produção Mineral, DNPM, a brasileiro ou cooperativa de garimpeiros autorizada a funcionar como empresa, devendo ser renovada a cada cinco anos. É obrigatória a licença ambiental prévia, que deve ser concedida pelo órgão ambiental competente. Os trabalhos de pesquisa ou lavra, que causarem danos ao meio ambiente são passíveis de suspensão, sendo o titular da autorização de exploração dos minérios responsável pelos danos ambientais. A atividade garimpeira executada sem permissão ou licenciamento é crime. O site do DNPM oferece a íntegra desta lei e de toda a legislação, que regulamenta a atividade minerária no país. Já o Ministério do Meio Ambiente, MMA, oferece comentários detalhados sobre a questão da mineração.

Fauna Silvestre (Lei 5.197 de 03/01/1967) - A fauna silvestre é bem público (mesmo que os animais estejam em propriedade particular). A lei classifica como crime o uso, perseguição, apanha de animais silvestres, caça profissional, comércio de espécimes da fauna silvestres e produtos derivados de sua caça, além de proibir a introdução de espécie exótica (importada) e a caça amadorística sem autorização do IBAMA. Também criminaliza a exportação de peles e couros de anfíbios e répteis (como o jacaré) em bruto. O site do IBAMA traz um resumo comentado de todas as leis relacionadas à fauna brasileira, além de uma lista das espécies brasileiras ameaçadas de extinção.

Florestas (Lei 4771 de 15/09/1965) - Determina a proteção de florestas nativas e define como áreas de preservação permanente (onde a conservação da vegetação é obrigatória) uma faixa de 30 a 500 metros nas margens dos rios (dependendo da largura do curso d´água), de lagos e de reservatórios, além dos topos de morro, encostas com declividade superior a 45° e locais acima de 1800 metros de altitude. Também exige que propriedades rurais da região Sudeste do País preservem 20% da cobertura arbórea, devendo tal reserva ser averbada no registro de imóveis, a partir do que fica proibido o desmatamento, mesmo que a área seja vendida ou repartida. A maior parte das contravenções desta lei foram criminalizadas a partir da Lei dos Crimes Ambientais.

Gerenciamento Costeiro (Lei 7661, de 16/05/1988) - Regulamentada pela Resolução nº 01 da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar em 21/12/1990, esta lei traz as diretrizes para criar o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro. Define Zona Costeira como o espaço geográfico da interação do ar, do mar e da terra, incluindo os recursos naturais e abrangendo uma faixa marítima e outra terrestre. O Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (GERCO) deve prever o zoneamento de toda esta extensa área, trazendo normas para o uso de solo, da água e do subsolo, de modo a priorizar a proteção e conservação dos recursos naturais, o patrimônio histórico, paleontológico, arqueológico, cultural e paisagístico. Permite aos Estados e Municípios costeiros instituírem seus próprios planos de gerenciamento costeiro, desde que prevaleçam as normas mais restritivas. As praias são bens públicos de uso do povo, assegurando-se o livre acesso a elas e ao mar. O gerenciamento costeiro deve obedecer as normas do Conselho Nacional de Meio Ambiente, CONAMA.

IBAMA (Lei 7.735, de 22/02/1989) - Criou o IBAMA, incorporando a Secretaria Especial do Meio Ambiente (antes subordinada ao Ministério do Interior) e as agências federais na área de pesca, desenvolvimento florestal e borracha. Ao IBAMA compete executar e fazer executar a política nacional do meio ambiente, atuando para conservar, fiscalizar, controlar e fomentar o uso racional dos recursos naturais. Hoje subordina-se ao Ministério do Meio Ambiente, MMA.

Parcelamento do solo urbano (Lei, 6.766 de 19/12/1979) - Estabelece as regras para loteamentos urbanos, proibidos em áreas de preservação ecológica, naquelas onde a poluição representa perigo à saúde e em terrenos alagadiços. O projeto de loteamento deve ser apresentado e aprovado previamente pelo Poder Municipal, sendo que as vias e áreas públicas passarão para o domínio da Prefeitura, após a instalação do empreendimento.

Patrimônio Cultural (Decreto-Lei 25, de 30/11/1937) - Organiza a Proteção do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, incluindo como patrimônio nacional os bens de valor etnográfico, arqueológico, os monumentos naturais, além dos sítios e paisagens de valor notável pela natureza ou a partir de uma intervenção humana. A partir do tombamento de um destes bens, fica proibida sua destruição, demolição ou mutilação sem prévia autorização do Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, SPHAN, que também deve ser previamente notificado, em caso de dificuldade financeira para a conservação do bem. Qualquer atentado contra um bem tombado equivale a um atentado ao patrimônio nacional.

Política Agrícola (Lei 8.171 de 17/01/1991) - Coloca a proteção do meio ambiente entre seus objetivos e como um de seus instrumentos. Num capítulo inteiramente dedicado ao tema, define que o Poder Público (federação, estados, municípios) deve disciplinar e fiscalizar o uso racional do solo, da água, da fauna e da flora; realizar zoneamentos agroecológicos para ordenar a ocupação de diversas atividades produtivas (inclusive instalação de hidrelétricas), desenvolver programas de educação ambiental, fomentar a produção de mudas de espécies nativas, entre outros. Mas a fiscalização e uso racional destes recursos também cabe aos proprietários de direito e aos beneficiários da reforma agrária. As bacias hidrográficas são definidas como as unidades básicas de planejamento, uso, conservação e recuperação dos recursos naturais, sendo que os órgãos competentes devem criar planos plurianuais para a proteção ambiental. A pesquisa agrícola deve respeitar a preservação da saúde e do ambiente, preservando ao máximo a heterogeneidade genética.

Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938, de 17/01/1981) - A mais importante lei ambiental. Define que o poluidor é obrigado a indenizar danos ambientais que causar, independentemente de culpa. O Ministério Público (Promotor de Justiça ou Procurador da República) pode propor ações de responsabilidade civil por danos ao meio ambiente, impondo ao poluidor a obrigação de recuperar e/ou indenizar prejuízos causados. Também esta lei criou os Estudos e respectivos Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), regulamentados em 1986 pela Resolução 001/86 do CONAMA. O EIA/RIMA deve ser feito antes da implantação de atividade econômica, que afete significativamente o meio ambiente, como estrada, indústria ou aterros sanitários, devendo detalhar os impactos positivos e negativos que possam ocorrer devido às obras ou após a instalação do empreendimento, mostrando como evitar os impactos negativos. Se não for aprovado, o empreendimento não pode ser implantado. A lei dispõe ainda sobre o direito à informação ambiental.

Recursos Hídricos (Lei 9.433 de 08/01/1997) - Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos e cria o Sistema Nacional de Recursos Hídricos. Define a água como recurso natural limitado, dotado de valor econômico, que pode ter usos múltiplos (consumo humano, produção de energia, transporte, lançamento de esgotos). Descentraliza a gestão dos recursos hídricos, contando com a participação do Poder Público, usuários e comunidades. São instrumentos da nova Política das Águas: 1- os Planos de Recursos Hídricos (por bacia hidrográfica, por Estado e para o País), que visam gerenciar e compatibilizar os diferentes usos da água, considerando inclusive a perspectiva de crescimento demográfico e metas para racionalizar o uso, 2- a outorga de direitos de uso das águas, válida por até 35 anos, deve compatibilizar os usos múltiplos, 3- a cobrança pelo seu uso (antes, só se cobrava pelo tratamento e distribuição), 4- os enquadramentos dos corpos d´água. A lei prevê também a criação do Sistema Nacional de Informação sobre Recursos Hídricos para a coleta, tratamento, armazenamento e recuperação de informações sobre recursos hídricos e fatores intervenientes em sua gestão.

Zoneamento Industrial nas Áreas Críticas de Poluição (Lei 6.803, de02/07/1980) - Atribui aos estados e municípios o poder de estabelecer limites e padrões ambientais para a instalação e licenciamento das indústrias, exigindo Estudo de Impacto Ambiental.

Municípios podem criar três zonas industriais:

1. zona de uso estritamente industrial: destinada somente às indústrias cujos efluentes, ruídos ou radiação possam causar danos à saúde humana ou ao meio ambiente, sendo proibido instalar atividades não essenciais ao funcionamento da área;

2. zona de uso predominantemente industrial: para indústrias cujos processos possam ser submetidos ao controle da poluição, não causando incômodos maiores às atividades urbanas e repouso noturno, desde que se cumpram exigências, como a obrigatoriedade de conter área de proteção ambiental para minimizar os efeitos negativos.

3. zona de uso diversificado: aberta a indústrias, que não prejudiquem as atividades urbanas e rurais.

Fonte: www.guiafloripa.com.br

http://georgedlima.blogspot.com/2009/10/leis-ambientais-mais-importantes-do.html

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

ATENÇÃO DONOS DE ACADEMIA,O SILÊNCIO TAMBÉM É SAÚDE E RESPEITO AO MEIO AMBIENTE


O som da Academia Villa Forma voltou a incomodar. Agora pela manhã fui fazer uns pagamentos na Lotérica que fica em frente a esse estabelecimento e o barulho era ensurdecedor, revoltando os que estavam dentro da loja, que além da fila e do calor enfrentaram também á tortura do som infernal. Para se fazer entender as pessoas precisavam gritar. Um absurdo que esse tipo de prática seja adotado por quem se propõe a cuidar do físico das pessoas. Não é possível que desconheçam os prejuízos que o volume nas alturas causa a audição, não só dos alunos mas também dos que usam os serviços das casas comerciais que ficam do outro lado da rua, ou simplesmente esperando o ônibus nos pontos que ficam nas proximidades.
Completando o respaldo contra esse absurdo, Ruído é uma área da Segurança do Trabalho contemplada na NR-15 da Portaria 3214/78 em que o nível máximo admissível para os trabalhadores da Academia é 85 dB e se está chegando a esse ponto no ambiente externo,com certeza não está sendo respeitado.
A lei que regulamenta contra a Poluição Sonora pode ser consultada em http://www.sucom.ba.gov.br/ seção Legislação. Denuncie pelos telefones lá discriminados!
Salvador é uma das cidades mais Poluídas do mundo em termos de Som. Que o diga o Carnaval com os absurdos dos Trios Elétricos que quase alcançam com seus 110 dB,parâmetros de Boeing decolando ou aterrisando na pista(120 dB)....

EDUCAÇÃO SE FAZ PELO EXEMPLO

E COM MEIO AMBIENTE NÃO É DIFERENTE
Uma certa feita num grande Shopping de Salvador,dos mais velhos,localizado na Pituba,fui surprendido por uma funcionária da limpeza que aproveitando-se de minha distração e inocência ao procurar uma lixeira de recicláveis,direcionou-a a uma lixeira comum e ainda me falou"quer me dar mais trabalho é?".
Eu fiquei em estado de choque e não consegui dizer uma palavra...
Tem algum caso para contar,envie-nos!

POLUIÇÃO DOS RIOS DE SALVADOR...

...E O PREFEITO SÓ QUER TAPÁ-LOS....
O Lucaia está virando um lixão

Parece que o Lucaia está mesmo predestinado a virar um lixão . A falta de consciência e de educação faz com que muitas pessoas joguem de tudo dentro do que resta de água, desde garrafas e plásticos até bancos de automóveis. O antigo rio onde se pescava ,e até se mergulhava, virou uma verdadeira bacia de esgotos. Os bilhões gastos com o Baia Azul não forma suficientes para livrar o Lucaia da poluição, mas apesar de todas essas agressões alguns peixes resistem como simbologia de que ainda é possível mudar essa realidade.

PARA QUEM PENSA EM FAZER POÇO ARTESIANO,UM ALERTA!

Metais pesados


Metais pesados como o chumbo e mercúrio, coliformes fecais e hidrocarbonetos do petróleo são uma ameaça à saúde da população que utiliza água de poços artesianos em Salvador. A Empresa Baiana de Águas e Saneamento – Embasa – faz esse alerta baseada em estudos desenvolvidos pelo Departamento de Geologia e Geofísica Aplicada da Universidade Federal da Bahia e análises do laboratório da empresa.


Os estudos constataram contaminações diversas. As águas das chuvas arrastam para o aquífero freático da capital, substâncias químicas como amônia e ortofosfatos presentes em produtos utilizados pela população como saponáceos (da natureza do sabão), detergentes e inseticidas. Em poços próximos a postos de gasolinas, oficinas e garagens de ônibus, foram encontrados hidrocarbonetos de petróleo (benzeno, tolueno, etilbenzeno, xileno e hidrocarbonetos poliaromáticos).


Além disso, de acordo com as análises feitas por instituições como o Ceped, Senai/Cetind e pelo laboratório da Embasa a maioria destes poços contaminam por matéria orgânica, alcançando índices que extrapolam os limites de potabilidade da água. A formação geológica de Salvador permite acomodação de água próxima a superfície.


A legislação determina que as águas de poços artesianos não podem ser interligadas à rede pública, nem serem misturadas à água tratada em reservatórios. Os riscos estendem-se a todas as áreas urbanas do estado, por isso não é recomendado o uso de poços rasos, cacimbas e fontes.
Para quem deseja utilizar a água com economia e sem desperdício a Embasa recomenda a utilização da medição individualizada em prédios e condomínios, assim, quem consome mais paga mais.


O professor Sérgio Augusto de Morais Nascimento, do Instituto de Geociências da Ufba, publicou estudo da Qualidade da Água do Aquífero Freático nas Bacias dos Rios Lucaia e Baixo Camurujipe( informa a assessoria da Embasa)

Fonte:http://blogdoriovermelho.blogspot.com

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

EXEMPLO A SER SEGUIDO,VINDO DAS CRIANÇAS


Alunos de uma escola pública da cidade de Carver, nos Estados Unidos, se uniram e criaram um grupo para tornar a escola e a comunidade mais sustentáveis.Através de ações como o recolhimento de cartuchos usados, celulares antigos, papel e latas de alumínio para posterior reaproveitamento, o Environmental Club vem conscientizando colegas e também moradores da cidade. A ideia central é despertar a preocupação com os lugares que frequentamos, sejam eles o lar, a escola, a rua ou a praça, fomentando ações práticas de preservação do meio ambiente. A meta para esse ano é arrecadar dinheiro para comprar pratos de cerâmica para o refeitório da escola. Isso irá reduzir a quantidade de lixo gerado e as emissões de carbono.E se você, sua escola ou comunidade participam de atividades em prol do nosso Planeta, não deixe de compartilhar aqui no Blog da Gisele.

PARTICIPE DA CAMPANHA "SACO É UM SACO"


Fonte: Parceiro WWF Brasil
(Clic na figura para ampliá-la)

domingo, 18 de outubro de 2009

Marcha Mundial pela Paz e Não-Violência


Por Júlia Claudio

Guerras, atentados, brigas, feridos, mortos, corpos desaparecidos, fome e desnutrição. Verbetes com os quais nos deparamos frequentemente e dos quais não conseguimos fugir. Palavras cujos significados dificultam o desenvolvimento do mundo. Mas qual será a ligação entre elas? É possível que o fim de algumas acarrete o término das demais?

É no que acredita a Marcha Mundial pela Paz e Não-Violência. Iniciada no dia 2 de outubro de 2009 na Nova Zelândia, a marcha percorrerá mais de 90 países e 100 cidades passando pelos cinco continentes. Terá uma distância de 160.000 km por terra e alguns trechos serão percorridos por mar e por ar. O objetivo é fazer o mundo ouvir a voz dos sem-voz, daqueles inocentes que sofrem com todas as adversidades do mundo. A iniciativa é um basta à violência e às guerras, onde milhões são gastos com armamentos enquanto pessoas morrem de fome. O fim da violência resolveria muitos problemas ao mesmo tempo; os investimentos absurdos seriam revertidos para melhoria da qualidade de vida da sociedade mundial; inocentes não mais sofreriam os efeitos de tiroteios e guerras; o diálogo finalmente substituiria a violência e a qualidade de vida de todos melhoraria.

Estima-se que o problema da fome seria resolvido com apenas 10% do que se gasta com armamento, então imaginemos como seria a vida de todos se 100% dos gastos que só nos trazem problemas fossem revertidos para melhoria da qualidade de vida. Milhares de vidas seriam salvas e o mundo finalmente se desenvolveria. O planeta precisa da consciência das pessoas para a realidade. O problema é visível e jamais o observamos, mas no momento em que começarmos a resolver alguns, automaticamente os outros, sejam maiores ou piores, se resolverão também. Apenas precisamos de um início e é isso que a marcha pretende. Iniciar nas mentes do mundo inteiro uma conscientização de que a violência causa problemas que aparentemente nada tem em comum com ela, mas que na verdade são causados por ela.

A Marcha terminará no dia 2 de janeiro de 2010. Tomara que nesses meses em que ela percorrerá o mundo as pessoas percebam que acabando com algumas palavras horríveis, as outras desaparecerão também e então viveremos em um mundo justo, sem violência e com recursos usados nas necessidades corretas.

PROTEJA OS ANIMAIS - NÃO OS MALTRATE

Evite agressões
Celebrando o mês dos animais no Übersite, assista ao segundo filme da campanha “Cuidando de Seu Bichinho*”, chamado “Evite agressões”:

http://www.youtube.com/watch?v=DWhzB0CL0Ck&feature=player_embedded

ONG alerta: o que você come pode salvar o planeta


Você já parou para pensar como seus hábitos alimentares impactam o meio ambiente?

No Dia Mundial da Alimentação, comemorado no dia 16 de outubro, ativistas do Greenpeace vão para mercados, feiras, shoppings e praças públicas de São Paulo, Salvador, Recife, Belo Horizonte, Manaus, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília para conversar sobre os impactos da nossa alimentação no meio ambiente.

A ideia é fazer isso de forma lúdica, alegre e descontraída. Por isso foi montado o jogo da alimentação. Na brincadeira, dados gigantes e painéis mostram fotos de situações em que o meio ambiente está sendo agredido ou cuidado. O jogador escolhe, então, o que vai deixar o planeta feliz ou triste. Uma plantação de transgênico ou uma plantação orgânica? Peixe capturado em pesca de arrasto ou artesanalmente? Floresta preservada ou desmatada para a criação de gado?

Confira as datas e os locais do Jogo da Alimentação aqui!
Quinta-feira (16/10) entra no ar também a versão verde do Pacman (saiba mais).

Mensagem: http://www.youtube.com/watch?v=phRnC4Gb6Dw&feature=player_embedded

Fonte: http://giselebundchenblog.blogspot.com/2009/10/ong-alerta-o-que-voce-come-pode-salvar.html

sábado, 17 de outubro de 2009

RECICLAGEM

Fonte: http://www.lixoereciclagem.cjb.net/



O que é Reciclagem
Reciclagem é um conjunto de técnicas que tem por finalidade aproveitar os detritos e reutiliza-los no ciclo de produção de que saíram. E o resultado de uma série de atividades, pela qual materiais que se tornariam lixo, ou estão no lixo, são desviados, coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de novos produtos.
Reciclagem é um termo originalmente utilizado para indicar o reaproveitamento (ou a reutilização) de um polímero no mesmo processo em que, por alguma razão foi rejeitado.
Reciclar outro termo usado, é na verdade fazer a reciclagem.
O retorno da matéria-prima ao ciclo de produção é denominado reciclagem, embora o termo já venha sendo utilizado popularmente para designar o conjunto de operações envolvidas. O vocábulo surgiu na década de 1970, quando as preocupações ambientais passaram a ser tratadas com maior rigor, especialmente após o primeiro choque do petróleo, quando reciclar ganhou importância estratégica. As indústrias recicladoras são também chamadas secundárias, por processarem matéria-prima de recuperação. Na maior parte dos processos, o produto reciclado é completamente diferente do produto inicial.
Como Reciclar

Com a colaboração do consumidor, podemos facilitar ainda mais o processo de reciclagem. A reciclagem do material é muito importante, não apenas para diminuir o acúmulo de dejetos, como também para poupar a natureza da extração inesgotável de recursos. Veja como fazer a coleta seletiva e dar a sua parcela de contribuição na preservação do meio ambiente.
Passo a passo:
1. Procure o programa organizado de coleta de seu município ou uma instituição, entidade assistencial ou catador que colete o material separadamente. Veja primeiro o que a instituição recebe. Não adianta separar, por exemplo: plástico, se a entidade só recebe papel.
2. Para uma coleta de maneira ideal, separe os resíduos em não-recicláveis e recicláveis e dentro dos recicláveis separe papel, metal, vidro e plástico.
3. Veja exemplo de materiais recicláveis:
- Papel: jornais, revistas, formulários contínuos, folhas de escritório, caixas, papelão, etc.
- Vidros: garrafas, copos, recipientes.
- Metal: latas de aço e de alumínio’, clipes, grampos de papel e de cabelo, papel alumínio.
- Plástico: garrafas de refrigerantes e água, copos, canos, embalagens de material de limpeza e de alimentos, sacos.
4. Escolha um local adequado para guardar os recipientes com os recicláveis até a hora da coleta. Antes de guardá-los, limpe-os para retirar os resíduos e deixe-os secar naturalmente. Para facilitar o armazenamento, você pode diminuir o volume das embalagens de plástico e alumínios amassando-as. As caixas devem ser guardadas desmontadas.
Atenção:
Os objetos reciclados não serão transformados nos mesmos produtos. Por exemplo, garrafas recicláveis não serão transformadas em outras garrafas, mas em outros materiais, como solados de sapato.

Porque Reciclar
A quantidade de lixo produzida diariamente por um ser humano é de aproximadamente 5 Kg.
* Se somarmos toda a produção mundial, os números são assustadores.
* Só o Brasil produz 240 000 toneladas de lixo por dia.
* O aumento excessivo da quantidade de lixo se deve ao aumento do poder aquisitivo e pelo perfil de consumo de uma população. Além disso, quanto mais produtos industrializados, mais lixo é produzido, como embalagens, garrafas,etc.

Tipos de lixo:
- Doméstico (alimentos)
- Industrial (carvão mineral, lixo químico, fumaças)
- Agrícola (esterco, fertilizantes)
- Hospitalar
- Materiais Radioativos ( indústria medicina...)
- Tecnológico (TV, rádios)


Em torno de 88% do lixo doméstico vai para o aterro sanitário. A fermentação produz dois produtos: o chorume e o gás metano.
Menos de 3% do lixo vai para as usinas de compostagem(adubo).
O lixo hospitalar, por exemplo, deve ir para os incineradores.
Apenas 2% do lixo de todo o Brasil é reciclado!!

Por quê?
Porque reciclar é 15 vezes mais caro do que jogar o lixo em aterros.

Nos países desenvolvidos como a França e Alemanha, a iniciativa privada é encarregada do lixo. Fabricantes de embalagens são considerados responsáveis pelo destino do lixo e o consumidor também tem que fazer sua parte. Por exemplo, quando uma pessoa vai comprar uma pilha nova, é preciso entregar a usada.


Uma garrafa plástica ou vidro pode levar 1 milhão de anos para decompor-se. Uma lata de alumínio, de 80 a 100 anos. Porém todo esse material pode ser reaproveitado, transformando-se em novos produtos ou matéria prima, sem perder as propriedades.

Separando todo o lixo produzido em residências, estaremos evitando a poluição e impedindo que a sucata se misture aos restos de alimentos, facilitando assim seu reaproveitamento pelas indústrias. Além disso, estaremos poupando a meio ambiente e contribuindo para o nosso bem estar no futuro, ou você quer ter sua água racionada, seus filhos com sede, com problemas respiratórios.
Algumas Vantagens:
• Cada 50 quilos de papel usado, transformado em papel novo, evita que uma árvore seja cortada. Pense na quantidade de papel que você já jogou fora até hoje e imagine quantas árvores você poderia ter ajudado a preservar.
• Cada 50 quilos de alumínio usado e reciclado, evita que sejam extraídos do solo cerca de 5.000 quilos de minério, a bauxita.
• Quantas latinhas de refrigerantes você já jogou até hoje?
• Com um quilo de vidro quebrado, faz-se exatamente um quilo de vidro novo. E a grande vantagem do vidro é que ele pode ser reciclado infinitas vezes.
Agora imagine só os aterros sanitários: quanto material que está lá, ocupando espaço, e poderia ter sido reciclado!

• Economia de energia e matérias-primas. Menos poluição do ar, da água e do solo.
• Melhora a limpeza da cidade, pois o morador que adquire o hábito de separar o lixo, dificilmente o joga nas vias públicas.
• Gera renda pela comercialização dos recicláveis. Diminui o desperdício.
• Gera empregos para os usuários dos programas sociais e de saúde da Prefeitura.
• Dá oportunidade aos cidadãos de preservarem a natureza de uma forma concreta, tendo mais responsabilidade com o lixo que geram.

Onde Reciclar

No Brasil existem unidades industriais com capacidade instalada para reciclar resíduos, e qualquer outro material que possa ser reciclado. Distribuídas de norte a sul do país, estas unidades são empresas transformadoras de matérias-primas, fabricantes de embalagens, retomadores e recicladores.
A Compam é uma delas, fornecemos total apoio, e um serviço diferenciado para atender todos os clientes interessados em vender o seu material. Para qualquer formação sobre este assunto, mande um e-mail para:
vendas@compam.com.br
Ou Ligue para a Central de Atendimento
O que Reciclar





Temos diversos tipos de materiais, que podem ser reciclados, devemos tomar cuidado pois alguns materiais existentes não podem ser reciclados.
Saiba o que pode e o que não pode ser reciclado:

Reciclável Não-Reciclável também chamado de Rejeitos
Papel
jornais e revistas etiqueta adesiva
folhas de caderno papel carbono
formulários de computador fita crepe
caixas em geral papéis sanitários
aparas de papel papéis metalizados
fotocópias papéis parafinados
envelopes papéis plastificados
provas papéis sujos
rascunhos guardanapos
cartazes velhos bitucas de cigarro
papel de fax fotografias
Metal
lata de folha de flandres (lata de óleo,
salsicha, leite em pó etc)
lata de alumínio
sucatas de reformas esponjas de aço
canos
Vidros
embalagens espelhos
garrafas de vários formatos vidros planos
copos lâmpadas
cerâmica
porcelana
tubos de TV - gesso
Plástico
embalagem de refrigerante cabo de panela
embalagem de material de limpeza tomadas
copinho de café embalagem de biscoito
embalagem de margarina
canos e tubos
sacos plásticos em geral misturas de papel, plásticos e metais


Reciclar Papel

Significa fazer papel empregando como matéria-prima papéis, cartões, cartolinas e papelões, provenientes de:
• Rebarbas geradas durante os processos de fabricação destes materiais, ou de sua conversão em artefatos, ou ainda geradas em gráficas;
• Artefatos destes materiais pré ou pós-consumo
Atualmente, a matéria-prima vegetal mais utilizada na fabricação do papel é a madeira, embora outras também possam ser empregadas. Estas matérias-primas são hoje processadas química ou mecanicamente, ou por uma combinação dos dois modos, gerando como produto o que se denomina de pasta celulósica, que pode ainda ser branqueada, caso se deseje uma pasta de cor branca. A pasta celulósica, branqueada ou não, nada mais é do que as fibras celulósicas liberadas, prontas para serem empregadas na fabricação do papel.
A pasta celulósica também pode prover do processamento do papel, ou seja, da reciclagem do papel. Neste caso, os papéis coletados para esse fim recebem o nome de aparas. O termo apara surgiu para designar as rebarbas do processamento do papel em fábricas e em gráficas e passou a ter uma abrangência maior, designando, como já foi dito, todos os papéis coletados para serem reciclados.
As aparas provém de atividades comerciais, e em menor quantidade de residências e de outras fontes, como instituições e escolas.
As aparas de papel podem ser recolhidas por um sistema de coleta seletiva, ou por um sistema comercial, utilizado há anos, que envolve o catador de papel e o aparista.
Hoje, a força que propulsiona a reciclagem de papel ainda é econômica, mas o fator ambiental tem servido também como alavanca.
A preocupação com o meio ambiente criou uma demanda por "produtos e processos amigos do meio ambiente" e reciclar papel é uma forma de responder a esta demanda.
Assim, os principais fatores de incentivo à reciclagem de papel, além dos econômicos, são: a preservação de recursos naturais (matéria-prima, energia e água), a minimização da poluição e a diminuição da quantidade de lixo que vai para os aterros. Dentre estes, certamente o último é o que tem tido maior peso nos países que adotam medidas legislativas em prol da reciclagem.


Reciclar Plástico

Plásticos são artefatos fabricados a partir de resinas (polímeros), geralmente sintéticas e derivadas do petróleo.
Quando o lixo é depositado em lixões, os problemas principais relacionados ao material plástico provêm da queima indevida e se controle. Quando a disposição é feita em aterros, os plásticos dificultam sua compactação e prejudicam a decomposição dos materiais biologicamente degradáveis, pois criam camadas impermeáveis que afetam as trocas de líquidos e gases gerados no processo de biodegradação da matéria orgânica.
Sendo assim, sua remoção, redução ou eliminação do lixo são metas que devem ser perseguidas com todo o empenho. A separação de plásticos do restante do lixo traz uma série de benefícios à sociedade, como, por exemplo, o aumento da vida útil dos aterros, geração de empregos, economia de energia, etc.
Divisão dos Plásticos
Os plásticos são divididos em duas categorias importantes: termofixos e termoplásticos.
Os termofixos, que representam cerca de 20% do total consumido no país, são plásticos que , uma vez moldados por um dos processos usuais de transformação, não podem mais sofrer mais novos ciclos de processamento pois não fundem novamente, o que impede nova moldagem.
Os termoplásticos, mais largamente utilizados, são materiais que podem ser reprocessados várias vezes pelo mesmo ou por outro processo de transformação. Quando submetidos ao aquecimento a temperaturas adequadas, esses plásticos amolecem, fundem e podem ser novamente moldados. Como exemplos, podem ser citados: polietileno de baixa densidade (PEBD); Polietileno de alta densidade (PEAD); poli(cloreto de vinila) (PVC); poliestireno (PS); polipropileno (PP); poli(tereftalato de etileno) (PET); poliamidas (náilon) e muitos outros.
Identificação dos Tipos de Plásticos
Essa metodologia é baseada em algumas características físicas e de degradação térmica dos plásticos.


Polietilenos de baixa e de alta densidade:
• Baixa densidade (flutuam na água);
• Amolecem à baixa temperatura (PEBD = 85°C; PEAD = 120°C)
• Queimam como vela, liberando cheiro de parafina;
• Superfície lisa e "cerosa".


Polipropileno:
• Baixa densidade (flutuam na água);
• Amolece à baixa temperatura (150°C);
• Queima como vela, liberando cheiro de parafina;
• Filmes, quando apertados nas mãos, fazem barulho semelhante ao celofane.


Poli(cloreto de vinila):
• Alta densidade (afunda na água);
• Amolece à baixa temperatura (80°C);
• Queima com grande dificuldade, liberando um cheiro acre de cloro;
• É solubilizado com solventes (cetonas).


Poliestireno:
• Alta densidade (afunda na água);
• Quebradiço;
• Amolece à baixa temperatura (80 a 100°C);
• Queima relativamente fácil, liberando fumaça preta com cheiro de "estireno";
• É afetado por muitos solventes.


Poli(tereftalato de etileno):
• Alta densidade (afunda na água);
• Muito resistente;
• Amolece à baixa temperatura (80°C);
• Utilizado no Brasil em embalagens de refrigerantes gasosos, óleos vegetais, água mineral, etc.


Outros
Reciclagem primária ou pré-consumo:
É a conversão de resíduos plásticos por tecnologia convencionais de processamento em produtos com caraterísticas de desempenho equivalentes às daqueles produtos fabricados a partir de resinas virgens. A reciclagem pré-consumo é feita com os materiais termoplásticos provenientes de resíduos industriais, os quais são limpos e de fácil identificação, não contaminados por partículas ou substâncias estranhas.
Reciclagem secundária ou pós-consumo:
É a conversão de resíduos plásticos de lixo por um processo ou por uma combinação de operações. Os materiais que se inserem nesta classe provêm de lixões, sistemas de coleta seletiva, sucatas, etc. são constituídos pelos mais diferentes tipos de material e resina, o que exige uma boa separação, para poderem ser aproveitados.
Reciclagem terciária:
É a conversão de resíduos plásticos em produtos químicos e combustíveis, por processos termoquímicos (pirólise, conversão catálica). Por esses processos, os materiais plásticos são convertidos em matérias-primas que podem originar novamente as resinas virgens ou outras substâncias interessantes para a indústria, como gases e óleos combustíveis.

Reciclar Metais

Os metais são materiais de elevada durabilidade, resistência mecânica e facilidade de conformação, sendo muito utilizados em equipamentos, estruturas e embalagens em geral.
Quanto à sua composição, os metais são classificados em dois grande grupos: os ferrosos (compostos basicamente de ferro e aço) e os não-ferrosos. Essa divisão justifica-se pela grande predominância do uso dos metais à base de ferro, principalmente o aço.
Entre os metais não-ferrosos, destacam-se o alumínio, o cobre e suas ligas (como latão e o bronze), o chumbo, o níquel e o zinco. Os dois últimos, junto como o cromo e o estanho, são mais empregados na forma de ligas com outros metais, ou como revestimento depositado sobre metais, como, por exemplo, o aço.
A grande vantagem da reciclagem de metais é evitar as despesas da fase de redução do minério a metal. Essa fase envolve um alto consumo de energia, e requer transporte de grandes volumes de minério e instalações caras, destinadas à produção em grande escala.
Embora seja maior o interesse na reciclagem de metais não-ferrosos, devido ao maior valor de usa sucata, é muito grande a procura pela sucata de ferro e de aço, inclusive pelas usinas siderúrgicas e fundições.
A sucata é matéria-prima das empresas produtoras de aço que não contam como o processo de redução, e que são responsáveis por cerca de 20% da produção nacional de aço. A sucata representa cerca de 40% do total de aço consumido no País, valor próximo aos valores de outros países, como os Estados Unidos, onde atinge 50% do total da produção. Ressalta-se que o Brasil exporta cerca de 40% da sua produção de aço.
É importante, ainda, observar que a sucata pode, sem maiores problemas, ser reciclada mesmo quando enferrujada. Sua reciclagem é também facilitada pela sua simples identificação e separação, principalmente no caso da sucata ferrosa, em que se empregam eletroímãs, devido às suas propriedades magnéticas. Através deste processo é possível retirar até 90% do metal ferroso existente no lixo (IBS, 1994).
Reciclar Vidro

O vidro é obtido pela fusão de componentes inorgânicos a altas temperaturas, e resfriamento rápido da massa resultante até um estado rígido, não-cristalino.
O processo de produção do vidro do tipo sodacal utiliza como matérias-primas, basicamente, arreia, barrilha, calcário e feldspato. Um procedimento comum do processo é adicionar-se à mistura das matérias-primas cacos de vidro gerados internamente na fábrica ou adquiridos, reduzindo sensivelmente os custos de produção.
O vidro é um material não-poroso que resiste a temperaturas de até 150°C (vidro comum) sem perda de suas propriedades físicas e químicas. Esse fato faz com que os produtos possam ser reutilizados várias vezes para a mesma finalidade.
A reciclagem de vidro significa enviar ao produtos de embalagens o vidro usado para que este seja reutilizado como matéria-prima para a produção de novas embalagens.
O vidro é 100% reciclável, não ocorrendo perda de material durante o processo de fusão. Para cada tonelada de caco de vidro limpo, obtém-se uma tonelada de vidro novo. Além disso, cerca de 1,2 tonelada de matéria-prima deixa de ser consumida.
Além da redução do consumo de matérias-primas retiradas da natureza, a adição do caco à mistura reduz o tempo de fusão na fabricação do vidro, tendo como conseqüência uma redução significativa no consumo energético de produção. Também proporciona a redução de custos de limpeza urbana e diminuição do volume do lixo em aterros sanitários.

Reciclar Pneus

Os pneus usados podem ser reutilizados após sua recauchutagem. Esta consiste na remoção por raspagem da banda de rodagem desgastada da carcaça e na colocação de uma nova banda. Após a vulcanização, o pneu "recauchutado" deverá ter a mesma durabilidade que o novo. A economia do processo favorece os pneus mais caros, como os de transporte (caminhão, ônibus, avião), pois neste segmentos os custos são melhor monitorados.
Há limites no número de recauchutagem que um pneu suporta sem afetar seu desempenho. Assim sendo, mais cedo ou mais tarde, os pneus são considerados inservíveis e descartados.
Os pneus descartados podem ser reciclados ou reutilizados para diversos fins. Neste caso, são apresentadas, a seguir, várias opções:
• Na engenharia civil:
O uso de carcaças de pneus na engenharia civil envolve diversas soluções criativas, em aplicações bastante diversificadas, tais como, barreira em acostamentos de estradas, elemento de construção em parques e playgrounds, quebra-mar, obstáculos para trânsito e, até mesmo, recifes artificiais para criação de peixes.
• Na regeneração da borracha:
O processo de regeneração de borracha envolve a separação da borracha vulcanizada dos demais componentes e sua digestão com vapor e produtos químicos, tais como, álcalis, mercaptanas e óleos minerais. O produto desta digestão é refinado em moinhos até a obtenção de uma manta uniforme, ou extrudado para obtenção de material granulado.
A moagem do pneu em partículas finas permite o uso direto do resíduo de borracha em aplicações similares às da borracha regenerada.
• Na geração de energia
O poder calorífico de raspas de pneu eqüivale ao do óleo combustível, ficando em torno de 40 Mej/kg. O poder calorífico da madeira é por volta de 14 Mej/kg.
Os pneus podem ser queimados em fornos já projetados para otimiza a queima. Em fábricas de cimento, sua queima já é uma realidade em outros países. A Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) informa que cerca de 100 milhões de carcaças de pneus são queimadas anualmente nos Estados Unidos com esta finalidade, e que o Brasil já está experimentando a mesma solução.
• No asfalto modificado com borracha
O processo envolve a incorporação da borracha em pedaços ou em pó. Apesar do maior custo, a adição de pneus no pavimento pode até dobrar a vida útil da estrada, porque a borracha confere ao pavimento maiores propriedades de elasticidade ante mudanças de temperatura. O uso da borracha também reduz o ruído causado pelo contato dos veículos com a estrada. Por causa destes benefícios, e também para reduzir o armazenamento de pneus velhos, o governo americano requer que 5% do material usado para pavimentar estradas federais seja de borracha moída.
Reciclar Entulho

Entulho é o conjunto de fragmentos ou restos de tijolo, concreto, argamassa, aço, madeira, etc., provenientes do desperdício na construção, reforma e/ou demolição de estruturas, como prédios, residências e pontes.
O entulho de construção compõe-se, portanto, de restos e fragmentos de materiais, enquanto o de demolição é formado apenas por fragmentos, tendo por isso maior potencial qualitativo, comparativamente ao entulho de construção.
O processo de reciclagem do entulho, para a obtenção de agregados, basicamente envolve a seleção dos materiais recicláveis do entulho e a trituração em equipamentos apropriados.
Os resíduos encontrados predominantemente no entulho, que são recicláveis para a produção de agregados, pertencem a dois grupos:
• Grupo I - materiais compostos de cimento, cal, areia e brita: concretos, argamassa, blocos de concreto.
• Grupo II - materiais cerâmicos: telhas, manilhas, tijolos, azulejos.
• Grupo III - materiais não-recicláveis: solo, gesso, metal, madeira, papel, plástico, matéria orgânica, vidro e isopor. Desses materiais, alguns são passíveis de serem selecionados e encaminhados para outros usos. Assim, embalagens de papel e papelão, madeira e mesmo vidro e metal podem ser recolhidos para reutilização ou reciclagem.
Reciclar Baterias e Pilhas

As pilhas e baterias, quando descartadas em lixões ou aterros sanitários, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d'água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões circunvizinhas e o homem, pela cadeia alimentar.
Devido a seus componentes tóxicos, as pilhas podem também afetar a qualidade do produto obtido na compostagem de lixo orgânico. Além disso, sua queima em incineradores também não consiste em uma boa prática, pois seus resíduos tóxicos permanecem nas cinzas e parte deles pode volatilizar, contaminando a atmosfera.
Os componentes tóxicos encontrados nas pilhas são: cádmio, chumbo e mercúrio. Todos afetam o sistema nervoso central, o fígado, os rins e os pulmões, pois eles são bioacumulativos. O cádmio é cancerígeno, o chumbo pode provocar anemia, debilidade e paralisia parcial, e o mercúrio pode também ocasionar mutações genéticas.
Considerando os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado das pilhas e baterias usadas e a necessidade de disciplinar o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado (coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final) de pilhas e baterias usadas, a Resolução n° 257/99 do CONAMA resolve em seu artigo primeiro:
"As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos eletroeletrônicos que os contenham integrados em sua estrutura de forma não substituível, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado".
O que é Coleta Seletiva ?

É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis, tais como papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos, previamente separados na fonte geradora. Estes materiais são vendidos às indústrias recicladoras ou aos sucateiros.
As quatro principais modalidades de coleta seletiva são: domiciliar, em postos de entrega voluntária, em postos de troca e por catadores.
A coleta seletiva domiciliar assemelha-se ao procedimento clássico de coleta normal de lixo. Porém, os veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta normal.
A coleta em PEV - Postos de Entrega Voluntária ou em LEV - Locais de Entrega Voluntária utiliza normalmente contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos fixos, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis.
A modalidade de coleta seletiva em postos de troca se baseia na troca do material entregue por algum bem ou benefício.
O sucesso da coleta seletiva está diretamente associado aos investimentos feitos para sensibilização e conscientização da população. Normalmente, quanto maior a participação voluntária em programas de coleta seletiva, menor é seu custo de administração. Não se pode esquecer também a existência do mercado para os recicláveis.
Saiba como fazer Papel Reciclado






O QUE VOCÊ PRECISA:

• papel e água
• bacias: rasa e funda
• balde
• moldura de madeira com tela de nylon ou peneira reta
• moldura de madeira vazada (sem tela)
• liquidificador
. jornal ou feltro
• pano (ex.: morim)
• esponjas ou trapos
• varal e pregadores
• prensa ou duas tábuas de madeira
• peneira côncava (com "barriga")
• mesa

ROTEIRO:

A - Preparando a polpa:

Pique o papel e deixe de molho durante um dia ou uma noite na bacia rasa, para amolecer. Coloque água e papel no liquidificador, na proporção de três partes de água para uma de papel. Bata por dez segundos e desligue. Espere um minuto e bata novamente por mais dez segundos. A polpa está pronta.

B - Fazendo o papel:

1. Despeje a polpa numa bacia grande, maior que a moldura.
2. Coloque a moldura vazada sobre a moldura com tela. Mergulhe a moldura verticalmente e deite-a no fundo da bacia.
3. Suspenda-as ainda na posição horizontal, bem devagar, de modo que a polpa fique depositada na tela. Espere o excesso de água escorrer para dentro da bacia e retire cuidadosamente a moldura vazada.
4. Vire a moldura com a polpa para baixo, sobre um jornal ou pano.
5. Tire o excesso de água com uma esponja.
6. Levante a moldura, deixando a folha de papel artesanal ainda úmida sobre o jornal ou morim.

C - Prensando as folhas

Para que suas folhas de papel artesanal sequem mais rápido e o entrelaçamento das fibras seja mais firme, faça pilhas com o jornal da seguinte forma:

• Empilhe três folhas do jornal com papel artesanal. Intercale com seis folhas de jornal ou um pedaço de feltro e coloque mais três folhas do jornal com papel. Continue até formar uma pilha de 12 folhas de papel artesanal.
• Coloque a pilha de folhas na prensa por 15 minutos. Se não tiver prensa, ponha a pilha de folhas no chão e pressione com um pedaço de madeira.
• Pendure as folhas de jornal com o papel artesanal no varal até que sequem completamente. Retire cada folha de papel do jornal ou morim e faça uma pilha com elas. Coloque esta pilha na prensa por 8 horas ou dentro de um livro pesado por uma semana.


Efeitos decorativos

Misture à polpa: linha, gaze, fio de lã, casca de cebola ou casca de alho, chá em saquinho, pétalas de flores e outras fibras.
Bata no liquidificador junto com o papel picado: papel de presente, casca de cebola ou de alho.
Coloque sobre a folha ainda molhada: barbante, pedaços de cartolina, pano de tricô ou crochê. Neste caso, a secagem será natural - não é necessário pressionar com o pedaço de madeira.
Para ter papel colorido: bata papel crepom com água no liquidificador e junte essa mistura à polpa. Outra opção é adicionar guache ou anilina diretamente à polpa.

Dicas importantes

A tela de nylon deve ficar bem esticada, presa à moldura por tachinhas ou grampos.
Reutilize a água que ficar na bacia para bater mais papel no liquidificador
Conserve a polpa que sobrar: peneire e esprema com um pano.
Guarde, ainda molhada (em pote plástico no congelador) ou seca (em saco de algodão).
A polpa deve ser ainda conservada em temperatura ambiente.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

RECICLAR É PRECISO,COMEÇANDO EM CASA

O que fazer com o lixo que você produz

A coleta, destino final e tratamento de resíduos ainda ressentem-se da falta de uma legislação ambiental abrangente que as discipline. Este é, sem dúvida, um dos motivos que transformaram o lixo em um dos grandes problemas ambientais das grandes cidades e dos municípios brasileiros. O Brasil produz 140 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos (lixo) por dia (IBGE 2008) e apenas 12% de todo o resíduo é reciclado (Cempre 2008).
Os lixões são o destino da maior parte desses resíduos e o volume de lixo acumulado emite cada vez mais gases do efeito estufa. É preciso ter menos lixo e só enviar para os aterros os materiais que não podem ser reciclados. Vamos seguir as regras dos 3 Rs - reduzir, reutilizar e reciclar.Como a maioria das pessoas não consegue reaproveitar todo o lixo gerado, é importante que haja o cuidado de repassar esse lixo a quem possa fazer uso dele. Uma maneira é se informar sobre programas de coleta seletiva na sua região.
Em alguns casos basta separar os recicláveis (papel, plástico, alumínio, etc) dos não-recicláveis (restos de carne, frutas, verduras e outros alimentos) e, assim, o lixo a ser reciclado será levado para centrais de triagem. Outra opção são as cooperativas de reciclagem. Caso haja uma perto da sua casa, verifique o seu sistema de funcionamento.
Informe-se sobre cooperativas, sucateiros e indústrias recicladoras que podem receber materiais recicláveis: recicloteca.org.br
Fonte: MMA - Ministerio do Meio Ambiente

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

ESPIRITISMO E ECOLOGIA


PARA QUEM MORA EM SÃO PAULO. A NOITE DE AUTÓGRAFOS DO LIVRO "ESPIRITISMO E ECOLOGIA" DO JORNALISTA ANDRÉ TRIGUEIRO EM SP
Enviado por Marluce Faustino/RJ

domingo, 11 de outubro de 2009

MENSAGEM PARA AS CRIANÇAS

A educação começa em casa. Portanto, além de boas maneiras em casa, na escola e na vida social, não se esqueça de ensinar o seu filhote a preservar o meio ambiente. Desde pequenino ele pode aprender a não jogar papéis no chão, a não deixar o quarto dele desarrumado e sujo, a não jogar lixo pela janela do seu carro em movimento, a não estragar folhas de papel, a economizar agua enquanto lava os dentinhos, etc. E para isso basta que você dedique apenas alguns minutos do seu dia, e até mesmo as suas actitudes diárias servem de exemplo para o pequenino.
Ajude a preservar o planeta Terra.

DOENÇAS INFANTIS E MEIO AMBIENTE

Dois terços das doenças infantis, nomeadamente o cancro e a asma, têm origem ambiental, sugerem dados apresentados na inauguração da "Semana Verde", uma organização da Comissão Europeia que dedica especial atenção aos mais jovens.

Um estudo realizado entre 18.000 pares de gémeos de todo o planeta indica que a contaminação da água, do ar, os altos índices de radiação ou o uso desproporcionado de componentes químicos na agricultura afectam de forma especial a população infantil.

O director geral em funções da Direcção Geral do Meio Ambiente da Comissão Europeia, Jean-François Verstrynge, afirmou que "apesar de geralmente se pensar que a origem das doenças infantis é genética, apenas um terço do total o são".

Os dois primeiros dias da "Semana Verde", hoje inaugurada em Bruxelas pelo presidente da Comissão, Romano Prodi, serão dedicados ao estudo da relação entre "crianças, meio ambiente e saúde".

Verstrynge indicou que a Comissão Europeia "vai lançar uma estratégia sobre saúde e meio ambiente na União", que fará o acompanhamento da evolução das doenças infantis de origem ambiental e incluirá campanhas de sensibilização.

O director executivo da Agência Europeia de Meio Ambiente, o espanhol Domingo Jiménez-Beltrãn, lamentou o "fracasso" de muitas acções humanas que "põem em perigo a saúde dos mais jovens".

"Não prestamos atenção às águas residuais porque a prioridade até agora tem sido sempre a alimentação", sublinhou Jiménez- Beltrãn.

Destacou também que o desenvolvimento dos transportes fez com que "agora as crianças não possam brincar na rua" e que a água contaminada pelos fertilizantes agrícolas "cause a morte dos peixes", deteriorando a natureza.

Estas razões levaram a Agência Europeia a prestar uma "atenção especial às crianças, como população sensível" e definir uma estratégia de consciencialização.

A "Semana Verde", que se celebra pelo segundo ano consecutivo, vai incluir várias exposições, 50 seminários paralelos, grupos de trabalho e debates, nos quais se prevê que cerca de 4.000 profissionais especializados em meio ambiente troquem as suas opiniões sobre a política europeia nesta área.

à "Semana Verde" 2001 assistiram mais de 3.000 profissionais da área do meio ambiente, um número que a edição deste ano pretende superar.

Fonte: Lusa

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

CLIMA GLOBAL - ENCONTRO NA CALIFÓRNIA/EUA

Meio-Ambiente: Governadores brasileiros discutem Clima Global na Califórnia


Encontro destaca a importância da participação dos estados subnacionais para as articulações internacionais Articular estados, províncias e regiões a governos federais no desenvolvimento de soluções para os problemas ambientais.Esta proposta mobilizou cerca de 1.500 líderes do setor público e privado, que estão reunidos em Los Angeles, Califórnia, para a Segunda Cúpula dos Governadores sobre Clima Global. Minas Gerais, Pará, Mato Grosso, Amazonas e Acre representam o Brasil no evento, considerado um preparatório para o Fórum Mundial sobre Mudanças Climáticas, quando espera-se que a ONU reconheça a importância da atuação de interlocutores subnacionais no próximo acordo climático internacional.

Durante a abertura oficial do encontro, que aconteceu ontem (30) - e segue até sexta-feira (02), foram apresentadas metas pelas quais devem estar unidos não apenas Governadores, mas também representantes da comunidade científica, empresários e organizações civis. Estimular o crescimento econômico e a criação de empregos ?verdes?, reduzir a dependência de combustíveis fósseis e promover, ao mesmo tempo, energias limpas, buscando diminuir as emissões de gases poluentes que causam o efeito estufa, são as diretrizes, que guiarão os cerca de 30 workshops e painéis da programação.

Entre eles, a apresentação ?Estratégias energéticas para uma economia verde?, conduzida pelo Governador do Estado de Minas Gerais Aécio Neves, à convite do Governador da Califórnia, Arnold Schwarzenneger. ?Tenho certeza de que veremos aqui muitos exemplos de como os estados têm contribuído para que seus países encontrem caminhos para o desenvolvimento sustentável.É preciso que os estados sejam ouvidos pelos governos centrais para que, juntos, com ações complementares, se possa enfrentar com mais eficiência os problemas causados pelas mudanças climáticas?, sinalizou Aécio Neves.

Ainda serão debatidas as implicações das mudanças climáticas na saúde pública, propostas para o problema do transporte, manejo de recursos hídricos e florestais, bem como inovações tecnológicas que podem gerar novas oportunidades para a indústria e a agricultura. A expectativa é de que a troca de experiências estimule novas parcerias, a exemplo do acordo de cooperação entre os estados americanos, quatro estados brasileiros (PA, AM, AP e MT) e dois indonésios (Aceh e Papua), representando os maiores estados do mundo com áreas de floresta tropical, com o objetivo de lutar contra o desmatamento, firmado na Primeira Cúpula dos Governadores sobre o Clima Global, noano passado.Já os outros governadores brasileiros presentes, Ana Julia (PA), Carlos Eduardo Braga (AM), Blairo Maggi (MT) e Arnóbio Marques Almeida (AC), apresentarão seus projetos no painel intitulado ?Soluções Florestais: Protegendo os pulmões de nosso planeta".

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

CONHEÇA O PROJETO ÁGUA LIMPA

http://www.projetoagualimpa.org.br/

No Brasil a degradação das matas ciliares, das florestas, dos banhados e das áreas úmidas foi e continua sendo resultado da expansão sem limites das fronteiras agrícolas. As superfícies de mata são intensamente utilizadas para a agricultura ou pastagem, o que provoca o empobrecimento dos solos. Além dessas, a exploração florestal, a expansão das áreas urbanas e a poluição doméstica e industrial têm grande contribuição na destruição histórica da qualidade dos recursos hídricos.
O Código Florestal Brasileiro e a Resolução do CONAMA 303/2002 consideram como de preservação permanente as matas ciliares ao redor de nascentes, assim como de picos de morros e encostas íngremes. As matas ciliares das microbacias dos Lajeados Pratos e Guilherme são áreas que demandam prioridade para as ações de revegetação e/ou enriquecimento.
Essas matas têm um papel estratégico na conservação da biodiversidade, na preservação da qualidade da água e para a formação de corredores ecológicos entre as reservas e matas primárias existentes no Estado.

12 DE OUTUBRO TAMBÉM É DIA DO MAR - PRESERVE-O

Você sabia que no dia 12 de outubro celebramos o "Dia do Mar"? Pois é, razões não faltam para justificar essa data. Veja só!

O Planeta Terra é constituído por 70% de água. Os oceanos e os mares guardam 97,5% de toda água do planeta. Só no Brasil, oito mil quilômetros de praias emolduram a costa do país.

Apesar de essa água ser salgada e indisponível para beber, os oceanos têm funções muito importantes em nossa vida. São fontes de alimento para o homem (fornecem peixes e outros animais, por exemplo) e de oxigênio para o meio ambiente (por meio das microscópicas algas marinhas), além de possibilitarem o transporte de pessoas e de mercadorias através da navegação.

Só esses dados já seriam motivo para dedicar uma data especial ao MAR, mas ainda hoje o enorme potencial marinho é inestimável e inexplorável.

Preservar o MAR é proteger a própria vida e o meio ambiente. Vamos cuidar das nossas águas!

Fonte: IBGE e Ambiente Brasil

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Retrato da Amazônia

© WWF-Canon / Edward PARKER

Floresta Amazônica

Mapa da Amazônia Brasileira 2009 24.08 MB pdf A situação atual do desmatamento na Amazônia, as principais estradas, as terras indígenas e todas as unidades de conservação da região podem ser visualizadas num único documento, o Mapa Amazônia Brasileira 2009, lançado durante o VI Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC), junto com o anúncio da consulta pública para a fase 2 do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).

O mapa é produzido pelo Instituto Socioambiental (ISA), com apoio do WWF-Brasil. A versão lançada em Curitiba no CBUC é a terceira edição dedicada especialmente ao Arpa. Além de trazer os dados gerais das áreas protegidas na região, a edição especial destaca as unidades de conservação apoiadas pelo programa.

O mapeamento da Amazônia é resultado do Programa de Monitoramento desenvolvido pelo ISA desde a década de 1980. Segundo o diretor-executivo da organização, Enrique Svirsquy, o ISA possui o maior banco de dados do Brasil sobre terras indígenas e unidades de conservação.

De acordo com Anael Jacob, coordenador do Arpa no Ministério do Meio Ambiente, o Mapa Amazônia Brasileira é referência para todos que trabalham em áreas protegidas na região amazônica. “Vemos esse mapa em quase todas as mesas de trabalho de pessoas envolvidas com conservação, o que denota a importância dessa ferramenta de trabalho”, afirma.

EDITORAL ABRIL DISPONIBILIZA VÍDEOS EDUCATIVOS

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