segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

ESTA É A SEMANA QUE DEFINIRÁ O FUTURO DO MEIO AMBIENTE DO PLANETA

Vamos orar,cobrar,nos mobilizar,nos manifestar e ficar atentos aos nossos governantes e a aos demais líderes mundiais.

Se você é daqueles que ainda pensa que Meio Ambiente não é um problema seu e que voce não pode fazer a diferença,está na hora de rever seus conceitos.






China, Índia e outros países em desenvolvimento querem um corte de 40% nas emissões dos países ricos até 2020.



100 líderes confirmam presença em Copenhague
Reuters



Quarta-feira, 02 de dezembro de 2009 - 12h41




COPENHAGUE - A maioria dos líderes mundiais deve comparecer à cúpula climática da ONU em dezembro, o que aumenta a chance de um acordo contra o aquecimento global, segundo a Dinamarca, anfitriã do evento.


O número de líderes que confirmaram a presença na cúpula chegou a 98 de um total de 192 convites enviados no mês passado. Na primeira contagem, havia 65 presenças anunciadas. A Dinamarca não divulgou uma lista com os nomes.

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"Isso me dá a forte sensação de que estamos no caminho certo", disse o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen, em entrevista coletiva.


Há meses as discussões esbarram em divisões entre países ricos e pobres sobre a redução que os países desenvolvidos devem promover nas suas emissões de gases-estufa, e sobre a verba que eles devem destinar para ajudar os países em desenvolvimento a reduzir suas emissões e mitigar os efeitos do aquecimento.


O objetivo inicial da conferência, que acontece entre 7 e 18 de dezembro, é definir um novo tratado climático para substituir o Protocolo de Kyoto depois de 2012. Mas as discordâncias levaram a Dinamarca a propor que o encontro resulte em um acordo político que abra caminho para um tratado de cumprimento obrigatório em 2010.


Os dois países com maiores emissões de gases-estufa (Estados Unidos e China) enviarão seus governantes a Copenhague. Barack Obama participará do evento em 9 de dezembro, na véspera de receber o Nobel da Paz em Oslo.


Salientando o longo caminho ainda a percorrer, a Índia rejeitou nesta semana uma proposta dinamarquesa que sugeria como meta a redução de 50% das emissões globais de gases-estufa até 2050, em comparação aos níveis de 1990.


China, Índia e outros países em desenvolvimento querem um corte de 40% nas emissões dos países ricos até 2020, também em relação a 1990. Só então os países em desenvolvimento começariam a ser obrigados a abandonar as emissões causadas por combustíveis fósseis.


Rasmussen disse que a proposta dinamarquesa ainda não foi formalizada.

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